Durante restauros e novas construções, nasce uma nova geração

CRÔNICAS DA ORDEM DOS CAVALEIROS ARQUEIROS SARMATHIANOS

Jadson Porto: ‘Durante restauros e novas construções, nasce uma nova geração’

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Era um dia em que a rotina no palácio estava em rebuliços. Não somente por conta dos preparativos das festividades de verão em Gotland, pelos eventos científicos organizados pela Universidade Nacional de Ostrog ou pela Cúpula de Ravena, discutindo as novas diretrizes econômicas internacionais e suas relações com os Godos de Oriente.

Na ala leste do palácio, a correria era de outra dinâmica. A chegada do rebento real. Médicos em prontidão, Damas da corte em orações, os funcionários reais em prontidão para qualquer emergência. Na Janela do quarto, estava Tom, o gato da família real observando a agitação.

Foi um parto seguro, rápido, natural e sem surpresas. Às 6:25 chega a criança que destinada à executar profundos restauros e novas construções, em um novo contexto ao qual a próxima geração atuará no próximo milênio.

Enquanto o filho real não era apresentado à sociedade imperial, e tendo o conhecimento do horário e dia de seu nascimento na Universidade Nacional, foram levantados os registros dos fenômenos astronômicos, históricos e sociais no acervo de sua imensa biblioteca, com 1.356.958 títulos.

Identificou-se que naquela data de 20 de agosto, ou próximo a ela, houve uma série de eventos, tais como:

– em 489, o Rei Teodorico vence a batalha contra o exército de Odoacro, na Batalha do rio Isonzo, abrindo caminho para a conquista da península itálica;

– em 1828, Charles Darwin publicou pela primeira vez sua teoria da evolução;

– em 1866, fim da Guerra de Secessão, nos EUA;

– em 1882, estréia a Abertura 1812, de Tchaikovsky, em Moscou;

Nascem em 20 de agosto: Frei Caneca (1779); Josef Strauss (1827); Cora Coralina (1889.

Mediante a essas efemérides identificadas, avaliou-se que uma nova geração real acabara de nascer não somente pela sua condição de herdeiro real, mas que nascera para a reconstrução histórica da Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente.

Jadson Porto

Jadson Porto
Jadson Porto

Bacharel e licenciado em Geografia (UFPa, 1990, 1993); mestre em Geografia (UFSC,1998); doutor em Ciência Econômica (Unicamp, 2002); pós-doutor em Desenvolvimento Regional (FURB, 2014): pós-doutor em Geografia, pela Universidade de Coimbra (Portugal) (2015); pós-doutor em Estudos Sociais, pela Universidad Nacional de la Patagonia Austral – Unidade Rio Gallegos (UNPA/UARG), Argentina (2017); pós-doutor em Desenvolvimento Regional (UFT, 2020); pós-doutor em Planejamento Territorial (Idega/Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, 2025).

Coordenador do Núcleo de Estudos Regionais e Urbanos (Nesur/Unifap).

Professor titular da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Professor do Mestrado em Desenvolvimento da Amazônia Sustentável da Unifap.

Integrante efetivo da Academia de Letras José de Alencar (Curitiba, PR), cadeira de no 3, patrono Alberto Oliveira (2022).

Integrante efetivo da Academia Amapaense de Letras (Macapá, AP), cadeira de no 17, patrono Joaquim Caetano da Silva (2022).

Tem se destacado em pesquisas sobre a Amazônia Setentrional brasileira e a Região das Guianas. Doutor Honoris Causa Multiplex.

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