Invasão

Surendra Nagaraju: quando um político invade o muro, expulsa um gato e deixa o felino… tímido!

Surendra Nagaraju - Elanaaga
Surendra Nagaraju – Elanaaga
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Invadindo o muro, um
político irredutível
expulsou um gato.
O felino ficou tímido.

Surendra Nagaraju

Encroachment

Encroaching upon the wall, a
die hard politician
evicted a cat.
The feline felt shy.

Surendra Nagaraju

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 Obsession: ¿Comedia o terror?

Maria Beatriz Muñoz Ruiz

Reseña ‘Obsession: ¿Comedia o terror?’

Maria Beatriz Muñoz Ruiz
Maria Beatriz Muñoz Ruiz
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¿Película de terror? ¿En serio? Creo que no me había reído tanto desde Friends. La película dura una hora y cuarenta y cinco minutos, y os puedo asegurar que me he pasado hora y media riéndome. No me ha parecido terror psicológico, ni clásico, ni de ningún otro tipo que se pueda mencionar. Ha sido tan absurda que la gente se ha inventado teorías aún más descabelladas, pensando que detrás de una película tan tonta había algo oculto que los simples mortales no logramos ver y que el director quiso introducir de forma subliminal solo para los más inteligentes.

Es como los que se las dan de entendidos en arte: ven un cuadro abstracto y destacan el “uso magistral del trazo que demuestra y deja ver al espectador la melancolía y la pasión que sentía el pintor en ese momento”; cuando, seguramente, si nos trasladáramos al instante en que creó la obra, al artista simplemente le pareció bien desparramar ese color por el lienzo o, peor aún, se le cayó la lata de pintura porque la empujó el gato.

A ver, una cosa está clara: es de primero de magia que no se puede alterar la voluntad de nadie porque se volverá en tu contra. Otra cosa que deja patente la película es que la obsesión no venía de ella, sino de él. La mala no era Nikki; era él, un “princeso” consentido que patalea cuando no consigue lo que quiere.

La gente decía que la cara de ella daba miedo, pero yo no pude parar de reír con la escena en la que dice: “Me gusta observarte mientras duermes” y sale de la esquina con esos pasos. En realidad, no me hacía gracia ella, sino el susto que se pegaba él; y creo que me divertía tanto porque se merecía todo lo malo que le pasara: un maldito loco, acosador, infantil e inseguro de mierda que no asume que a veces se pierde y quiere a toda costa su juguetito.

Bueno, y después de todo esto estaréis esperando que os diga que no vayáis a verla. Pero no; a todos los que quieran reírse un buen rato, les aconsejo que vayan. No tiene desperdicio a pesar de ser, según mi criterio, una pésima película de terror.

Terror es ver venir a mi jefe soplando con un listado en la mano, terror es abrir el frigorífico en plena ola de calor y no tener cerveza, y, sobre todo, terror es entrar en los dormitorios de tus hijos e ir saltando obstáculos hasta llegar a la ventana y verlos retorcerse en la cama como si fueran vampiros por recibir los rayos del sol; ¡eso sí que es terror y no lo de la película!

Maria Beatriz Muñoz Ruiz

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Genuíno, o sincero

Eduardo Cesario-Martínez: Conto ‘Genuíno, o sincero’

Eduardo Cesario-Martínez
Eduardo Cesario-Martínez
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Genuíno Lhano é o que se pode chamar de homem peremptório. Sim, isso mesmo! Direto como uma flecha, não fazia rodeios para dizer o que tinha que dizer. Ou, como gostava de falar o seu amigo, o Juarez, Genuíno falava o que era para ser falido, dizia o que era para ser dizido. Seja com português rebuscado ou inventado pela sabedoria popular, esse homem diz o que pensa, mesmo que nem sempre pense o que fala. 

    Histórias não faltam sobre esse homem quase octogenário que não faz rodeio nem para montar cavalo xucro, caso seja necessário. Uma delas aconteceu justamente na primeira vez que viu o Augustinho, o primogênito da dona Augusta e do seu Augusto, os então novos moradores do bairro Menino Deus, na linda e acolhedora Porto Alegre. 

    O jovem casal, orgulhoso do seu herdeiro, passeava com aquele bebê de apenas seis meses. Os moradores paravam para elogiar aquela coisa mais fofa do mundo. Dona Lídia, uma das mais antigas, fez questão até de tascar um baita beijo naquelas bochechas rosadas. Nem a marca do batom vermelho pareceu incomodar os pais do menino. Na verdade, os dois pareciam acreditar que mereciam tudo aquilo, tão certos que estavam de que o pequeno Augustinho era mesmo um príncipe de tão lindo. 

        Nisso, eis que surgiu o Genuíno, que não entendeu o porquê daquela algazarra em volta daquele carrinho de bebê. Curioso, foi até lá, quando a Alzira lhe sorriu ao mesmo tempo em que apontou para o Augustinho. 

        — Vem ver, Genuíno! Vem ver esse menino mais lindo do mundo!

        O velho se aproximou do grupo e, finalmente, olhou olho a olho pro Augustinho. Para falar a verdade, bem que ele quis permanecer calado, dar as costas e ir embora. Mas foi impedido pela Alzira, que, eufórica, queria porque queria a opinião do Genuíno. O velho torceu a cara e acabou causando um mal-estar, que poderia ter virado até caso de polícia, caso o seu Valdo não interviesse.

    — Por que viraram o piá do avesso?

    Esse reboliço foi assunto no bairro durante os próximos anos, até que o Augustinho, já com seus quase 8, estava jogando bola na quadra em frente ao cachorródromo do Tesourinha. Chuta daqui, chuta dali, eis que um bicudo mais forte fez com que a bola ultrapassasse a grade e fosse parar justamente aos pés do Genuíno. 

    O idoso, que estava acompanhado do velho Ludo, um vira-lata de pelo rasteiro, fez questão de demonstrar suas habilidades futebolísticas, que não eram muitas. Agachou-se com certa dificuldade, pegou a bola e tentou devolvê-la com um chute. Sem sucesso, pois ela caiu no gramado do cachorródromo, bem ao lado da grade. Foi até lá e, com mais um esforço, conseguiu jogá-la do outro lado. Augustinho, já com a bola nas mãos, agradeceu o velho pela generosidade. O velho sorriu e disse uma coisa que o menino não entendeu.

    — Você ficou bem melhor depois que te reviraram.

    Parece que tal interlúdio foi parar nos ouvidos da dona Augusta, que, até aquele momento, guardava certa mágoa do Genuíno. Todavia, todo esse rancor de anos havia chegado ao fim. Na verdade, a mãe do Augustinho passou até a ser uma defensora do velho, que ainda guardava alguns desafetos no bairro. Tanto é que, certo dia, a dona Augusta resolveu fazer uma visita para o Genuíno. Sem saber o que levar, colheu algumas pimentas no jardim. Colocou-as cuidadosamente numa vasilha e, já na calçada, percebeu que o velho acabara de entrar em casa.

    Dona Augusta caminhou até a residência do Genuíno, tocou a campainha. Logo o velho surgiu. Ela, para desfazer qualquer mal-entendido, sorriu com todos os dentes, ao mesmo tempo em que cumprimentou o vizinho. Trocaram algumas palavras com promessas de uma visita para um café daqui a alguns dias. Nisso, a mãe do Augustinho se lembrou das pimentas e entregou o potinho para o mais sincero dos homens.

    — São para o senhor. 

    — O que é isso?

    — Ah, são pimentas do meu jardim. Eu que plantei.

  — Muito agradecido, minha filha. Mas as minhas hemorroidas não me permitem tal extravagância.

Eduardo Cesario-Martínez

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Diário de um Bobo

Entre risos e verdades, Koringa transforma o cotidiano em arte e reflexão

Diário de um Bobo. Entre risos e reflexões Crônicas do cotidiano
Diário de um bobo

Radialista, artista e eterno bobo da corte, Hilton Rufino reúne em livro um olhar bem-humorado e sensível sobre o dia a dia.

Há quem transforme histórias da vida em espetáculo.

Hilton Luiz Rufino, conhecido pelo público como Koringa, o Bobo da Corte, é desses artistas que fazem do riso uma ponte… e do humor, uma forma de dizer verdades.

Hilton Ruffino , o Koringa
Hilton Ruffino, o Koringa

Com uma trajetória que atravessa décadas, Hilton Rufino construiu sua carreira levando alegria por onde passa.

Radialista formado em Comunicação Social, palhaço, mágico e animador de palco, ele atua desde 1989 encantando públicos de todas as idades com apresentações que misturam música, brincadeira, interação e, claro, muito humor.

Radicado em Indaiatuba desde 1997, Koringa se tornou uma figura conhecida e querida na cidade e região, participando de eventos, projetos culturais e ações sociais que marcaram gerações.

De festas infantis a eventos corporativos, de programas de rádio e televisão a festivais internacionais, como sua participação em Cuba, em 2023, sua arte sempre esteve presente, levando leveza e conexão.

Mas, para além dos palcos, existe também o olhar observador.

A ideia do livro nasce justamente desse outro espaço: das palavras.

A partir de colunas semanais escritas para jornais da região, Hilton reuniu textos que, juntos, formam uma obra que reflete o cotidiano com humor e sensibilidade.

Inspirado na figura medieval do bobo da corte, aquele que, por meio da leveza, conseguia dizer verdades desafiadoras, o autor constrói uma narrativa que diverte, mas também faz pensar.

É um humor que não é vazio.

É um humor que observa, traduz e, muitas vezes, revela.

Com linguagem acessível e um olhar atento aos detalhes do dia a dia, o livro se torna um convite para enxergar a vida por outra perspectiva mais leve, mais humana e, quem sabe, até mais verdadeira.

Entre risadas e reflexões, Koringa nos lembra de algo essencial: Às vezes, é no riso que encontramos as verdades mais profundas.

E talvez seja justamente essa a maior arte, transformar o cotidiano em algo que toca, diverte… e permanece.

REDES SOCIAIS DO AUTOR

DIÁRIO DE UM BOBO

SINOPSE

Mais do que um registro de época, a obra é um mosaico de instantes vividos entre 2019 e 2021, onde humor e crítica caminham juntos, revelando que, às vezes, rir é a forma mais lúcida de compreender a realidade.

Um livro leve, humano e provocador, que mostra que o bom humor pode ser também uma forma de sabedoria.

OBRA DO AUTOR

Diário de um bobo. Entre risos e reflexões Cronicas do cotiadiano
Diário de um bobo

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




Espíritos Vadios, de André Luiz Nakamura

Resenha do livro ‘Espíritos Vadios – Livro I = Antros de Raposas’, de André Luiz Nakamura, pela Editora Salva

Capa do livro 'Espíritos vadios', de André Luiz Nakamura
Espíritos vadios…

RESENHA

Este livro é um verdadeiro explosivo de emoções!

A trama envolvente, os personagens complexos e o humor ácido me mantiveram presa até o fim.

Uma leitura irresistível!

O autor habilmente mistura poder, paixão e humor, criando uma trama viciante.

Aguardo ansiosa os próximos volumes.

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SINOPSE

A morte de dois dos mais temidos coronéis da Paraíba deixa um vazio de poder em algumas cidades deste estado, despertando a concupiscência dos seus afetos e desafetos.

Em meio a tiroteios, pancadarias e explosões, Marcília, viúva do Coronel Toni, e Valquíria, ex-mulher do Coronel Alexandre, disputam com o dom Luciano, irmão de Toni, o precioso legado dos ex-militares.

Entretanto, um misterioso pretendente a tomar o controle dos territórios fomenta essa guerra para que os combatentes se autodestruam.

Estranhas alianças, tipos excêntricos, hackers, mentalistas, pais de santo, advogados ardilosos, agentes públicos corruptos, irresistíveis profissionais do sexo e toda sorte de trapaceiros e vagabundos se encontram num carnavalizado e explosivo confronto.

SOBRE O LIVRO

André Luiz Nakamura lança seu aguardado livro, uma comédia explosiva que promete divertir e fazer rir.

A obra, escrita há três anos, foi inspirada pela gratidão após sua recuperação de uma neurotuberculose.

“Após uma segunda chance na vida, quero retribuir com humor e entretenimento”, afirma André.

A trama se passa na Paraíba e envolve uma guerra entre cartéis e poderosos locais, deflagrada pela morte de dois coronéis.

O livro reúne personagens excêntricos, como hackers, mentalistas e agentes públicos corruptos.

Com um estilo irreverente, André critica o poder e a corrupção, propondo uma reflexão sobre ética e moralidade.

“O livro é um deboche, um escracho, com objetivo de entreter”, explica o autor.

Após pausa durante a pandemia, a obra agora chega ao público, prometendo ser um sucesso.

SOBRE O AUTOR

Olímpia/SP – O advogado e escritor André Luiz Nakamura, após 20 anos como Procurador Jurídico da Prefeitura Municipal, estreia na ficção com a trilogia “Espíritos Vadios”.

André Luiz Nakamura
André Luiz Nakamura

Formado em Letras, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, com pós-graduação em Direito Administrativo Municipal, Nakamura acumulou experiências como Coordenador Geral do Setor de Folclore e presidente de comissões.

Como diretor do Anuário de Folclore de Olímpia por 20 anos, publicou artigos como “Lendas Urbanas”, “Misticismo e Religiosidade Popular” e “A danada da cachaça”.

Sua trilogia “Espíritos Vadios” inicia com “Antros de Raposas”, seguida por “Fogo na Fornalha” e “Carcaças de Feras”.

Uma obra que promete emocionar leitores.

OBRA DO AUTOR

Capa do livro 'Espíritos vadios. Livro I- Antros de Raposas, de André Luiz Nakamura
Espiritos Vadios I

Espirititos Vadios Livro II- Fogo na Fornalha
Espíritis Vadios II

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EDIÇÃO 219 DO INTERNET JORNAL

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Prezados leitores, eis aí, amigos, a edição 219 do nosso Internet Jornal, com vasto material jornalístico, inclusive duas matérias importantes exclusivas.

Leia a edição inteira, que está formidável, e aproveite para saborear as 14 páginas que apresentam sinopses temáticas atualizadas, artigos dos melhores colunistas da internet, humor, moda, pets, sociais, história e muito, muito, mais, como convém a um jornalismo sadio, abrangente, gostoso de ler e não compromissado.

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EDIÇÃO 216 DO INTERNET JORNAL

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– a Terapia de Jardinagem;

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– dicas de como cuidar de pets;

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– notas sociais e muito mais.

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