PROMPT: como dominar a IA no dia a dia

Capa do Livro Prompt

PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial: o livro que ensina a conversar com o futuro

Por muito tempo, dominar uma ferramenta significou aprender botões, comandos e menus. Hoje, em plena era da inteligência artificial, a habilidade mais valiosa mudou de forma e talvez de essência. Não se trata mais apenas de saber usar tecnologia, mas de saber pensar com ela.

É nesse contexto que surge o 12º livro do escritor J. H. Martins: PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial, uma obra que não apenas acompanha a revolução tecnológica, mas a traduz em algo profundamente humano: linguagem, intenção e clareza de pensamento.

Do despertar à consciência digital

A trajetória de J. H. Martins é, por si só, um reflexo da transformação que vivemos. Desde o lançamento de Nath: A Jornada do Despertar, em 2022, o autor vem construindo uma obra marcada por evolução constante, não apenas literária, mas também conceitual.

Se antes o despertar era interno, agora ele é também tecnológico.

Neste novo livro, Martins não ensina apenas a usar inteligência artificial. Ele propõe algo maior: ensina a pensar melhor para obter melhores respostas.

O poder escondido nas perguntas

Vivemos cercados por ferramentas poderosas como ChatGPT, Copilot, Gemini e tantas outras. Mas poucos percebem que o verdadeiro diferencial não está na tecnologia em si, e sim na forma como nos comunicamos com ela.

O conceito central do livro gira em torno de uma ideia simples, porém transformadora:

A qualidade da resposta depende da qualidade da pergunta.

E é justamente aqui que PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial se torna essencial.

A obra revela, com linguagem acessível e ao mesmo tempo profunda, que escrever um prompt eficiente não é um ato técnico; é um exercício de raciocínio, organização mental e intenção estratégica.

Um livro para o agora e para o que vem depois.

Mais do que um manual, o livro funciona como um guia prático para diferentes perfis:

  • Profissionais que desejam aumentar a produtividade;
  • Empreendedores que querem escalar resultados;
  • Estudantes que buscam aprender mais rápido;
  • Escritores, criadores e pensadores que querem expandir ideias;

Mas talvez o maior mérito da obra seja outro: ela democratiza o uso da inteligência artificial.

Não importa se o leitor é iniciante ou avançado, Martins constrói pontes entre o conhecimento técnico e a aplicação cotidiana.

A inteligência artificial não substitui você; ela amplifica você.

Em um momento em que muitos ainda temem a IA, o livro traz uma visão equilibrada e inspiradora:

A inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, mas para expandir sua capacidade de pensar, criar e decidir.

E, nesse cenário, saber escrever prompts se torna uma nova alfabetização.

Por que este livro importa?

Porque ele responde a uma pergunta silenciosa que todos já começaram a fazer:

“Como eu uso a inteligência artificial de verdade?”

A resposta está nas páginas desta obra, não como fórmulas prontas, mas como um convite à evolução pessoal e intelectual.

Onde encontrar

O livro já está disponível para quem deseja dar esse próximo passo:

Uma leitura que muda mais do que resultados, muda mentalidades!

Há livros que informam. Outros ensinam. Alguns poucos transformam.

PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial pertence a essa última categoria.

Porque, no fim, dominar a inteligência artificial não é sobre tecnologia.

É sobre aprender a pensar melhor.

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Inteligência Artificial cria canções para artistas falecidos

A Inteligência Artificial está cada vez mais presente na vida de todos nós. Neurocientista Fabiano de Abreu conta como agora é possível criar músicas inéditas de cantores falecidos com base nos arquivos deixados por eles

A Inteligência Artificial está cada vez mais presente na vida de todos nós. Neurocientista Fabiano de Abreu conta como agora é possível criar músicas inéditas de cantores falecidos com base nos arquivos deixados por eles.

Quem acompanhou as produções cinematográficas da segunda metade do século XX certamente cresceu imaginando como seria o mundo no futuro. Afinal, os filmes daquele período retratavam um tempo em que as máquinas teriam papel primordial em diversas atividades na vida cotidiana, e o homem teria o computador como um grande aliado para executar tarefas até então inimagináveis de serem feitas por um simples equipamento.

Acontece que este futuro chegou. Diante disso, é possível constatar que a Inteligência Artificial agora se faz presente no mundo da música, trazendo novidades que até a alguns anos era algo que só poderia ser visto na imaginação dos roteiristas de Hollywood.

Sim, imagine que a tecnologia e os mecanismos de inteligência artificial estão permitindo “ressuscitar” cantores famosos que já morreram há tantos anos, permitindo a criação de canções inéditas deles. Como bem explica o PhD, neurocientista e especialista em Inteligência Artificial pela IBM, Fabiano de Abreu, agora isso é possível. “Um novo projeto de uma organização de saúde mental norte-americana chamada Over the Bridge denominada “Lost Tapes of the 27 Club” (“As fitas perdidas do Clube dos 27”, em tradução livre), está criando novas composições de artistas do clube que faleceram em decorrência de distúrbios psicológicos”, conta.

Para isso, Abreu explica que “é usada uma ferramenta chamada Magenta AI do Google, que reúne todas as letras de um mesmo compositor, criando músicas com um número médio de versos, acordes e palavras comuns, além de atribuir sentido a elas”. Assim, a criação fica restrita a letra das canções, sendo quatro delas publicadas em janeiro de 2021 no YouTube, reproduzindo Amy Winehouse, Jimi Hendrix e Jim Morrison. O outro caso envolve o vocalista do Nirvana, Kurt Cobain. Morto há exatos 27 anos, o neurocientista destaca que “as canções criadas pela inteligência artificial usando o legado do astro do rock foram interpretadas pelo músico Eric Hogan, que possui uma banda de tributo ao grupo”.

A instituição, cujo nome é uma referência à música “Under The Bridge”, do Red Hot Chilli Peppers, que relata a depressão e solidão na juventude, detalhou a importância dessa ideia em sua página. “Para mostrar ao mundo o que foi perdido para esta crise de saúde mental, usamos a inteligência artificial para criar o álbum que o clube dos 27 nunca teve a chance de gravar. Através deste disco, estamos encorajando mais músicos a obter o apoio à saúde mental que eles precisam, para que possam continuar fazendo a música que todos amamos”.

Seguramente este projeto não deve parar por aí, o que para os amantes da música será algo louvável, já que em um futuro bem próximo certamente será possível conferir canções “inéditas” de seus ídolos que já nos deixaram a tanto tempo. “Faz bem poder relembrar ídolos que jamais serão esquecidos, mas que o tempo adormece os sentidos. Melhor ainda se puder servir de incentivo para que possamos cuidar melhor de nossa saúde mental”, completa Fabiano.

Fabiano de Abreu Rodrigues é doutor e mestre em Ciências da Saúde nas áreas de Neurociências e Psicologia, com especialização em propriedades elétricas dos neurônios em Harvard. Registro Intel Reseller Technology – Especialista em tecnologia IP:10381444, especialista em neurociência e inteligência artificial pela IBM, especialista em hardware. Membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo. Formações nas áreas de filosofia, neuropsicologia, mestre em psicanálise, jornalismo, psicologia, membro da Sociedade brasileira e portuguesa de neurociência e da Federação Européia de Neurociência registro PT30079. Diretor da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito, principal cientista nacional para estudos de inteligência e alto QI.