Uma etapa crucial na minha vida de assentamento Cultural foi o amansamento da para Frase segundo os mais modernos europeus quânticos Métodos
As luzes chegaram mais tarde À noite acendem-se lugubremente as rosquinhas da torre De marfim e praticamente não Há mais nada a fazer Apalpamos regularmente os músculos da maldade Eventualmente injectamos
As luzes chegam mais tarde Dói o vidro derretido nos cantos Mas também o horizonte da aldeia, pois aldeia se chama Muita torpor disseste Aprovei de coração nu Terno abutre corcunda
Marta OliveriImagem criada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69fa7ccc-0da4-832e-9b96-b32664cbe170
Todo es inútil si tendemos inválidos los brazos a la sombra. Todo se tiñe de furioso abismo del ser hacia un caer interminable. Todo absolutamente se destempla, se anuda cuando la pena de tu hermano no te atañe. Vanidad que enajena. Laberintos de espejos tocando su propia piel en el cristal ya exangüe. Es inútil el abrazo como quiso el poeta Celebrando aquel sueño libertario de descerrajar la tierra de fronteras horizontes fugitivos, en migración de pájaros… Cóndores del azul contándonos que existe un más allá del ojo mínimo que suponemos máximo. Si gana el miedo al fin negándose en afanes que transmutan el imperio en loor inextirpable. ¿Cómo no naufragar tus manos entre ríos? ¿Cómo no morirse de pena ante la aurora Sabiendo que tal vez, por atávico sino no exista ya otra al borde de tu vida y las otras?. Comprendiendo que este fin es epitafio altivo, que nunca rezará sobre lápida alguna. Ni el jardín de la muerte navío de los años que vino a izar su vela el niño en su alba cuna para anclar en crepúsculo de vejez la tibieza de una noche de barcos a la luna. Inútil que me llene de dulzura, de juglares, de versos y de cantos si no existe una llama pequeñita que avive el corazón de este letargo. Inútil es la lágrima que muere sin anclar en el océano del llanto.
Pietro Costa“Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada E após um sono pesado, revive como criatura alada…” Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer
A beleza está no desvelamento Da dor vem a libertação Do isolamento, a união É o ser enquanto acontecimento
A rosa é desprovida de espinhos Apenas no platonismo de ideias puras Enfeitado por jardins oníricos E riachos cristalinos como a Lua
Folhas voam ao vento de cada manifestação vivente Corrente de ar, ‘dasein’, respiração movente A potência como indeterminação, possibilidade latente
Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada E após um sono pesado, revive como criatura alada Borboleta em ato, sublime despertar da alma
De 22 de julho a 10 de agosto, acontece a exposição ‘Isolamento’ de sete artistas do Atêlie Alê em São Paulo
O coletivo nasceu endogâmico, de dentro para dentro. Sete artistas, sete tempos diferentes em tempos diferentes. Portas fechadas sempre foi assunto para o coletivo, que começou ocupando um restaurante fechado, sem visitas, sem permanência. Pandêmico, sobrevivente, subversivo.
Na exposição ISOLAMENTO os artistas penduram seus melhores trabalhos nas paredes e fecham as portas da galeria. Barram a entrada, mandam embora. Durante o período de ocupação, os artistas se revezam fazendo do impedimento o trabalho. Cubo branco inacessível, visite a barreira, visite o impedimento.
http://Ateliê Alê. Foto: Divulgação.
Mais sobre o Ateliê Alê:
Fundado em 2012 pela artista visual Alexandra Ungern, o Ateliê Alê nasceu como uma nova proposta no cenário contemporâneo da arte. Seu objetivo é viabilizar um laboratório, aberto ao público, de experimentações artísticas e curatoriais. Além de ser uma nova alternativa para as instituições já existentes, este espaço em Santo Amaro se insere dentro do campo das artes visuais com a implementação de cursos, palestras, conversas e exposições.
O espaço já patrocinou varias exposições em São Paulo e ofereceu cursos de fotografia digital, monotipia, pintura, mosaico e aquarela.
O Ateliê Alê estreou no campo internacional com sua participação na PINTA London 2014 – Feira Ibero e Latino Americana de Arte Contemporânea, onde representou dez artistas emergentes, apresentando, como projeto artístico convidado, a exposição “O Saber da Linha”, com curadoria de Paulo Gallina. Em 2015, através de uma parceria com artistas de Nova Iorque, executou a exposição “Be Here Now”.
Em 2016 participou da feira CROSSROADS (anterior Pinta London) em Londres, apresentando os Projetos do Ateliê na categoria “ Propostas Especiais” , como o projeto Portão (Graffiti) e Residências Artísticas.
Estão trabalhando as normas sanitárias e de restrição de funcionamento de acordo com os protocolos do Governo do Estado de São Paulo
Entrada gratuita
SERVIÇO:
Exposição: Isolamento Artistas: Elton Hipolito, Juliana Maia, Leonardo Conceição, Luciana Mattioli, Nathalie Böhm, Renata Carra e Rodrigo Leão Período expositivo: 22/07/21 à 10/08/2021