O dia em que o Cid Moreira me deixou no vácuo

Eduardo Cesario-Martínez:

Crônica ‘O dia em que o Cid Moreira me deixou no vácuo’

Eduardo Cesario-Martínez
Eduardo Cesario-Martínez
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Dia desses um sujeito me abordou na rua, e eu não o reconheci de imediato. Digo até que estranhei o modo que ele me chamou.

            — Ei, Eduardo!

            Se o meu nome é esse? Sim, mas praticamente ninguém me chama assim. Meus amigos costumam me chamar de Edu e, por conta do meu blog, de Dudu. Alguns até de Du e, creio que apenas o escritor J. Emiliano Cruz (Jota), de Ed. Ah, o meu amigo Marco Antônio também me chamava de Ed, mas não sei por quê.

            Pensando bem, creio que, no caso do Jota, seja por causa do personagem Ed Mort, do Luis Fernando Verissimo. É, provavelmente seja por isso mesmo. Dia desses vou questioná-lo a respeito. Quanto ao Marco Antônio, há tempos que não nos vemos e, pelo menos por enquanto, terei que conviver com essa incógnita.

           Mas lá estava aquele tipo me gritando na rua. Aliás, do outro lado da calçada, as mãos erguidas, como se fosse um náufrago em uma ilha isolada.

           — Ei, Eduardo! É você mesmo, cara?

           Confesso que, naquele instante, a dúvida se instalou bem ao lado da quase certeza. É que talvez ele tenha me confundido com um amigo homônimo. Afinal, são tantos Eduardos, que daria para lotar vários Maracanãs. E não estou falando do Maracanã de agora, mas do tempo das arquibancadas e geral. Acredite ou não, somos mais de 650 mil só no Brasil. 

           Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, eis que o homem se arriscou entre os automóveis e, milagrosamente sem nem mesmo um arranhão, atravessou a rua. Pior, o cara carregava aquele sorriso que me deixou ainda mais ressabiado, pois, por mais que eu tentasse, não conseguia me lembrar de onde eu o conhecia. E, antes que eu pudesse colocar tudo a perder, eis que o meu querido desconhecido, esbaforido por conta da carreira, estendeu a mão e se revelou:

            — Puxa, sou seu maior fã! Já li o seu livro duas vezes. Você é o melhor!

           Que falta faz um cinegrafista do Canal 100 nessas horas. Já pensou? E com aquela música de abertura, a voz do Cid Moreira narrando todo aquele espetáculo, a galera atenta a cada lance, o sujeito com o radinho de pilha grudado na orelha… De repente, surgem as pernas do Garrincha sambando pra cá, sambando pra lá, os marcadores no chão, lá vai o rei dos dribles em direção ao gol… Acorda, Eduardo! Literatura não é futebol!

           — Oh, meu amigo, muito obrigado! 

          Costumo falar que escritores não são astros do rock. Podemos sair tranquilamente, ir à padaria tomar um café, jogar conversa fora na esquina, passear com o cachorro, andar de mãos dadas com a namorada… Nós não sabemos o que são paparazzi na prática. Mesmo assim, lá estava eu diante de um fã. Pois é, meu amigo, um fã! Que isso chegue ligeiro aos ouvidos do meu grande amigo e escritor Daniel Marchi, o Dan, que, por acaso, só me chama de Edu. Fico aqui imaginando a sua reação.

           — Sério, Edu?

           — Pois é, Dan. Pra você ver. A coisa está de um jeito, que mal posso colocar os pés na rua. 

           — Que loucura!

           — Sim. Uma loucura! Mas é a vida, meu amigo. Não dá pra fugir do meu destino, que é brilhar, brilhar, brilhar…

          O meu fã, talvez o único no quarteirão inteiro, me arranca do devaneio.

            — Eduardo, posso tirar uma foto com você?

            Obviamente que disse sim e tratei de mostrar o meu melhor ângulo, caso ele realmente exista. Não queria que a captação daquele momento, que espero ficar para a posteridade, tenha me pegado de olhos fechados, boca torta ou… feio. Será? Quanta bobagem! O que importa mesmo é o texto que fica. Essa é a vantagem de ser escritor. Ninguém liga se você não tenha o rosto do Alain Delon ou do Tarcísio Meira. 

           Ser lido é muito bom! E digo mais, meu amigo, é especial. Veja bem, ninguém aumenta o volume quando está lendo. É íntimo, quase sempre solitário, escondido, no máximo bem lá no fundo do metrô ou do ônibus, correndo os olhos, sentimentos guardados no peito, folheando as páginas discretamente. 

         Virei ouvinte do meu leitor, cujas palavras me pareceram muito maiores do que as que o meu coração está acostumado. Coisa linda demais. Será que a minha esposa vai acreditar? O que as minhas filhas vão dizer? E o Dan? A vida tem dessas coisas, meu amigo. Se a gente não está preparado, melhor nem pisar na rua.         

            Será que saí bonito?

Eduardo Cesario-Martínez

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Paulo Sá

Entre o Som das Palavras e o Eco das Cordas

Paulo Sá
Paulo Sá

Num mundo onde a literatura e a música caminham lado a lado, há quem escolha viver entre as duas — e fazer disso arte.

Paulo Roberto de Sá é um desses raros criadores que misturam o verbo e a melodia com maestria.

Nascido em São Paulo, esse multiartista formado em Letras pela PUC-SP construiu uma trajetória rica em textos e acordes, e hoje convida o leitor e o ouvinte a mergulhar em suas obras.

Um escritor de muitas vozes

Seja com a pena afiada ou os dedos dedilhando uma guitarra, Paulo Sá constrói narrativas que emocionam, provocam e, acima de tudo, convidam à reflexão.

Como redator, poeta, ficcionista, letrista e autor, ele não escreve apenas para preencher páginas — ele escreve para tocar o outro.

Em seu blog paulosanet.com, compartilha crônicas, reflexões e escritos inéditos que demonstram a versatilidade de quem vive a linguagem em todas as suas formas.

É nesse espaço também que o público pode acompanhar de perto os bastidores de sua produção literária e musical.

Do pânico ao papel: uma escrita visceral

Entre suas publicações está o livro de poemas Cordões de Celofane, em que emoções humanas são transformadas em imagens delicadas e surpreendentes.

Mas é em O Prisioneiro do Vidro: Uma narrativa da síndrome do pânico, lançado em formato digital, que Paulo se revela de maneira mais crua e direta.

Em um relato intenso e comovente, ele mergulha nas profundezas da saúde mental, dando voz ao que muitos preferem calar.

Crime e literatura: a tensão no detalhe

O romance policial O Plástico Retangular Amarelo marca uma virada instigante em sua carreira literária.

Inspirado em discussões sobre casos reais de violência contra crianças — tema que o tocou profundamente —, o livro constrói uma narrativa tensa, envolvente, que remete à tradição noir de nomes como Dashiell Hammett.

Com uma escrita ágil e carregada de camadas psicológicas, Paulo coloca o leitor frente a frente com o lado mais sombrio da sociedade — e da alma humana.

Entre riffs e rimas

Além das letras no papel, Paulo também é apaixonado pelas letras das canções.

Como guitarrista e compositor, ele é um dos fundadores da banda Confraria Fusa (do CD De Suma Importância) e co-fundador da Pé com Pano (CD Pé com Pano), dois projetos musicais que exploram sonoridades brasileiras com alma poética.

A música, assim como a literatura, não é apenas uma vertente da sua arte: é uma extensão do seu pensamento, uma forma de continuar narrando o mundo — agora com acordes e silêncios.

Conheça Paulo Sá

Com talento múltiplo e voz própria, Paulo Roberto de Sá é um nome que merece ser lido, ouvido e acompanhado.

Para quem busca uma arte comprometida com a sensibilidade e com os dilemas do nosso tempo, a obra de Paulo é um convite para ver (e ouvir) o mundo por outros ângulos.

📚 Conheça seus livros em paulosanet.com
📸 Acompanhe no Instagram: @paulo.sa.397
🎧 Ouça suas músicas com as bandas Confraria Fusa e Pé com Pano nas plataformas digitais

O PLÁSTICO RETANGULAR AMARELO

Em O Plástico Retangular Amarelo, Paula Sá nos apresenta a história de um jovem jornalista que se vê imerso nos horrores de uma São Paulo marcada por crimes perturbadores e de difícil compreensão, que mexeriam imensamente em sua vida.

A narrativa de Paula Sá é envolvente e potente, explorando a complexa natureza da maldade humana e questionando até onde uma pessoa aparentemente comum pode esconder segredos aterradores.

Em cada página, o leitor é puxado para um turbilhão de emoções e reflexões sobre a sociedade, a violência e a capacidade do ser humano para o bem e para o mal.

A trama é inquietante e, ao mesmo tempo, irresistível.

A escrita afiada e precisa faz com que seja impossível parar de ler, levando o leitor a uma jornada emocional intensa e repleta de surpresas.

O Plástico Retangular Amarelo é uma obra que provoca, desafia e, sem dúvida, deixa uma marca.

Uma leitura essencial para quem busca uma narrativa que mexe com os sentimentos e questiona a própria natureza humana.

Altamente recomendada!

Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube

SINOPSE

Victor é um recém-formado em Jornalismo, com pós-graduação em Comércio Exterior, que está à procura de emprego.

Seu amigo Jonas o comunica que o jornal onde trabalha, a Folha Matinal, está precisando de um repórter para o caderno Cidades.

Apesar de não ser a área em que estudou, a necessidade falou mais alto e ele aceitou o cargo.

E, logo no primeiro trabalho, mandaram-no para a linha de frente de um caso que mudaria sua vida para sempre.

OBRAS DO AUTOR

Cordões de Celofane
Cordões de Celofane

O prisioneiro de vidro
Prisioneiro de Vidro

O plástico Reatngular Amarelo
O Plástico Retangular Amarelo

ONDE ENCONTRAR


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Resenhas da colunista Lee Oliveira




Thomas

Loide Afonso: Poema ‘Thomas’

Loid Portugal
Loid Portugal
Imagem criada por IA do Bing - 05 de março de 2025,
 às 09:25 PM
Imagem criada por IA do Bing – 05 de março de 2025,
às 09:25 PM

Seco e preto
E um pouco cinzento
É a cor
Do seu perfil

Mudo
Doce
Frio
E escondido, também

É como se ele fosse
O tudo
No meio de todos
E o nada, também

Gosta de viajar
Diz que a sua voz
É feia
Fá-lo a gaguejar

Dorme entre livros
Some
Come
Se alimenta de palavras

É tímido, doce
Um pouco agridoce
Médio
E sozinho

Tem medo de nada
Corre
Anda
Foge da manada

É poliglota
Tem um português arranjado
E está sempre bem trajado

Olhou com calma
Uma alma nua
Crua
Calva
E adocicada

Ele é.

Loid Portugal

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Fenômeno da natureza

Verônica Moreira: Poema ‘Fenômeno da natureza’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
"Com vários livros nas mãos, quase caindo no chão, E com 
carinho me disse: olha aquele coração…"
Com vários livros nas mãos, quase caindo no chão, E com
carinho me disse: olha aquele coração…” – Imagem criada pela IA do Bing – 26 de agosto de 2024 às 1:46 PM

Meu coração o escolheu
Não me pergunte por quê
Não saberia explicar
Só sei que aconteceu.
Bis…

Você chegou de repente
Juro que eu não esperava
Sem pretensões eu o vi
Percebi que me olhava

Com vários livros nas mãos
Quase caindo no chão
E com carinho me disse:
Olha aquele Coração…

Eu nunca havia notado
Formato de coração
Naquela árvore tão velha
Parece ser feito à mão…

Me perguntei o que era
Não entendi a extensão
Por um detalhe tão simples
Ele ganhou meu coração

A partir daquele dia
Mesmo que sem intenção
Fenômeno da natureza
Talvez…
Ele ganhou meu coração.

Sei que o amor me encontrou
Olha que eu nem esperava
Fenômeno da natureza
Eclipse do coração

E foi assim que você chegou
Meu coração logo o aceitou
E foi assim que o nosso amor
Criou asas e voou

Voou p’ra dentro de mim
E nunca mais quis sair
Formou um laço de amor
[Agora o que será de mim?] bis.

Verônica Moreira

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Minha herança

Verônica Moreira: Crônica ‘Minha herança’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
"Minha herança"
“Minha herança”
Imagem criada pela IA

Neste momento, não há lugar para poesia nas palavras que estou escrevendo; talvez isso seja um tipo de legado, pois reúne tudo o que possuo… No entanto, é possível que meus herdeiros não venham a existir… Quem poderia se interessar por palavras e sentimentos que, à primeira vista, não parecem ter significado? Em um tempo como o nosso, quem teria a sensibilidade de preservar minhas escritas como verdadeiros tesouros?

Ah, meus caros amigos, será que ainda vale a pena deixar mais preciosidades dispersas pelo ar, em lugares gelados ou mornos? Neste instante, o que me rodeia são incertezas e uma esperança que, atualmente, mantenho em banho-maria. Sinto que não estou me cabendo dentro de mim mesma… E, quem se preocupa com isso? Aqueles que herdaram a essência da mulher poetisa, que transforma a poesia em sua riqueza. A quem caberá encontrar a chave do meu baú de tesouros?

Refletindo sobre minhas crenças, imagino como seria a disputa entre meus possíveis herdeiros. Acredito que alguns deles tentarão se apropriar dos meus versos carregados de melancolia e solidão.
Alguns poderão sentir-se mais atraídos pelos meus poemas fervorosos, repletos de paixão, enquanto outros poderão ansiar por reviver a infância em que o doce de coco era infinitamente mais tentador do que os de hoje. Contudo, ninguém será capaz de vivenciar as emoções que eu experimentei, desde a angústia mais intensa até aquelas paixões torcidas que me levaram à loucura.

Ah, meus descendentes! Lembrem-se de compartilhar minha herança com os necessitados de sabedoria, pois tudo o que deixo a vocês, apesar de parecer pouco, foi um presente que recebi um dia, sem pedir, de um poeta que guardou seu valioso legado dentro de mim. Não se tratava de dinheiro, prata ou ouro, mas de um tesouro que poucos desejavam, embora todos os que o possuíram se tornassem ricos, mesmo sem perceber que o verdadeiro herdeiro é aquele que lê.

Verônica Moreira

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FLIC 2023

A 2ª Feira Literária e Cultural de Itu (FLIC) receberá Vera Eunice de Jesus, filha da autora Carolina Maria de Jesus – personalidade que será homenageada pelo evento.

Imagem de abertura da página da FLIC- Feira Literária e Cultural de Itu.
A edição deste ano acontecerá nos próximos dias 22 a 24 de setembro de 2023.
FONTE: https://vempraflic.com.br/

A 2ª edição da FLIC de Itu receberá Vera Eunice de Jesus, filha da autora Carolina Maria de Jesus – personalidade que será homenageada pelo evento.

Ela e a pesquisadora Maria Nilda de Carvalho Mota estarão na abertura do evento, no dia 22 de setembro às 18h e participam da primeira mesa da FLIC.

Vera Eunice de Jesus e Maria Nilda de Carvalho Mota debaterão a necessidade de ampliar a produção literária de autores e temáticas daqueles que estão à margem da sociedade.

A mediação fica por conta de Maria Teresa, uma das autoras do livro ‘Carolinas’.

Para conhecer mais sobre os participantes e a programação siga o @vempraflic no Instagram.

A escritora Carolina Maria de Jesus simboliza e ilustra a necessidade de discutirmos e ampliarmos a presença da literatura denominada ‘marginal’

(feita por autores e com temáticas que abrangem locais à margem da sociedade) como forma de inclusão.

O evento, que é gratuito com atrações para todas as faixas etárias, tem como tema ‘Literatura e arte’ como instrumentos de inclusão e irá ocupar com arte o eixo histórico da cidade berço do Barroco Paulista e profundamente ligada à história brasileira.

Uma das novidades dessa edição será a possibilidade de doar, trocar e retirar livros gratuitamente e a distribuição de publicações nos bancos das praças centrais da cidade.

A iniciativa visa promover o acesso aos livros e disseminar a importância da leitura na transformação social.

O Mercadão abrigará a exposição ‘Raízes’ com obras de múltiplos artistas, a livraria ‘Vamos Ler’ e uma feira de livros com mais de 20 autores independentes (presentes na Livraria Flic) e a participação das editoras Mirante, Foxtablet e Acadil.

Já do lado externo serão montadas duas tendas nas quais ocorrerão as programações (oficinas, demonstrações artísticas e rodas de conversa).

A FLIC é patrocinada pela Arte & Fato, Colégio Anglo Itu, Fixar Digital, Grafsalto, Hotel do KK e Parla Comunicação – e conta com o apoio da Prefeitura de Itu, Livraria Vamos Ler, Itu Colonial e Abigraf.

A primeira edição da FLIC – Feira Literária e Cultural de Itu ocorreu de 19 a 22 de maio de 2022, foi um evento colaborativo que realizou a ocupação cultural do centro histórico da cidade.

Com todas as atrações gratuitas, a programação contou com palhaçaria, contação de história, slam (batalha de poesia), grafitte, samba de bumbo, capoeira, folia de reis, cinema, artes plásticas, fotografia, lançamento e venda de livros, sessão de autógrafo, mesa de conversa com autores.

Celebrando a Semana de Arte Moderna de 1922, a FLIC teve Pagu como personalidade homenageada e foi o pontapé inicial para tornar Itu um polo artístico para a região.

Itu respirou arte e cultura durante os dias do evento, que aconteceu a centenas de mãos. A FLIC contou com quem acredita na importância de democratizar o acesso à cultura, e com artistas, que a escolheram para expressar sua arte.

CONHEÇA TODA A PROGRAMAÇÃO CLICANDO NO LINK

Voltar: http://www.jornalrol.com.br





O que sou?

Resenha do livro “O que sou?“, de Patrícia Souza, pela Editora Uiclap

Capa do livro "O que sou?"de Patrícia Souza, pela Editora Uiclap

RESENHA

O que sou?” conta a história de uma deusa que foi criada por Caim. (Sim!! Aquele que matou Abel. Lembra?)

E em dado momento de sua vida ela perde a memória, e se vê sendo cuidada por 4 Anjos, que também caíram do céu.

Eles a levam para estudar em uma escola onde os alunos são seres tão extraordinários quanto ela, filhos de lobisomem, fadas, vampiros e outros mais.

Um certo dia, andando pelos corredores da escola ela se depara com Darkness.

Sente uma atração muito forte por ele e aquela sensação de que o conhece de algum, mas de onde?

Com a perda de memória, ela tem vários sonhos estranhos…

Ou seriam lembranças?

Mas uma certeza Estrela tem: ela precisa saber quem ou o que ela é.

Este livro é o primeiro de uma trilogia fantástica, que vai levar o leitor a ler avidamente suas páginas, na ânsia de desvendar, junto à Estrela, quais os segredos obscuros de seu passado.

O leitor encontrará na trama seres extraordinários, como Deus, Caos, Metatron, Lúcifer, Anjos e muito mais.

Abra sua mente para esta obra intrigante.

Super recomendo!!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SOBRE A OBRA

Patrícia nos conta que a ideia do livro surgiu em um devaneio.

Ela se viu imaginando cada cena do livro como se fosse um filme, cheio de detalhes.

Surpresa, ela passou tudo para o papel e teve absoluta certeza que era neste mundo de imaginações que ela queria viver.

Hoje sua escrita mudou, está mais madura e ela se orgulha muito disso.

Sua maiores inspirações foram todos os livros de fantasia que leu e lhe mostravam mundos inteiros em poucas palavras, onde a imaginação dela fluía livre.

Aguardamos ansiosos seus próximos devaneios, cheios de detalhes e emoção.


“Quem realmente somos senão uma parte mínima das nossas imaginações.”

Patrícia Souza


SINOPSE

Perder a memória é horrível, mas, e se o passado for ainda pior…

Criada por anjos, Estrela se vê cercada de dúvidas sobre sua existência, sempre com a sensação de vazio no coração, como se faltasse algo em sua vida.

Tudo muda quando seus olhos se encontram com o misterioso Darkness.

Um homem incrivelmente sexy, sombrio e que parece conhecer e fazer parte do seu passado.

Ao mesmo tempo que seu futuro é destinado ao Supremo Alfa, negro alto e forte, com um charme que parece ser irresistível.

Passado e futuro se misturam em um único propósito: descobrir a verdade!

SOBRE A AUTORA

Patrícia Tayla de Souza Santos tem 29 anos e é natural de Pindamonhangaba.

Foto da Autora Patrícia Souza.

Formada no curso Técnico em Gastronomia pela Etec.

Cursa EAD de Perícia Criminal e Investigação Forense pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) e Radiologia, pela instituição Centro Universitário Anhanguera Pitágoras (AMPLI).

Fez cursos na área da investigação forense, sendo alguns deles: locais de crimes, padrões de mancha de sangue, DNA forense, criminologia, sexologia forense etc.

A autora é apaixonada por livros e decidida a realizar seus sonhos.

O que sou?” é seu primeiro livro e faz parte de uma trilogia de luz e escuridão, repleta de verdades ocultas e passados sombrios.

E, mesmo sendo amante de fantasia, Patrícia também está escrevendo um Dark Romance, chamado “Doce Insanidade“, que será lançado no segundo semestre de 2024.

REDES SOCIAIS DA AUTORA

OBRAS DA AUTORA

Livro "O que sou?" de Patrícia Souza pela Editora Uiclap

ONDE ENCONTRAR


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