How to catch the moon

Jane Nash: Poetic prose: ‘How to catch the moon’

Jane Nash
Jane Nash
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Bring out the scent of a lover so embossed into your olfactory memory that satiation is the only response.

Perhaps it’s from two flowers on sale out the front of the supermarket. Cut price for wilted cut flowers. Hope for a cloudless night and then summon the memories of watching films, holding hands, catching buses together and watching a very old cat nibble at a block of South American chocolate through silver and brown paper.

Look up into the heavens. Now listen for the promises of someone who never left the building – experiment with the words they said. ‘Leaf’ they wrote on a leaf. You should wear your hair up, you have a different face when it’s up. try writing it in third person now. The moon? Mr Moon, you mean?’

Bring the sound of a dog’s panting when smiling. Dogs do smile. Cats steal dark chocolate and dogs smile and pant in happiness.

Still standing outside, facing the empty sky, full of crystalline patterns from behind where the hidden sun exists until dawn.

Within the dreams of the tiniest of children lie the clues of where to find the magical net of luminous threads.

When you track down the illusive silver penny of the sky, when you lay your magical threads upon the obscured alabaster plate, they will quickly melt into its surface, crinkling into craters and bumpy lines quite visible on a cold cloudless night. Pull hard, fear only the speed at which you will succeed and capture it with exuberance, excitement and energy.

It must be renewable energy. I’ve brought down three already. They’re locked up in the toolshed, mounted on a very large cheese board. They’re magic and I really don’t need any more.

There’s a trade in moonbeams. Even if you manage to catch the moon and bring it home, you have to keep it shining in whatever case you keep it in or it will be unable to squeeze out the djinn tears which sparkle and bathe lovers, livestock left out and every rock trodden into each desert on the globe.

Jane Nash

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Os anjos que chamamos de avós

Paulo Siuves: ‘Os anjos que chamamos de avós’

Paulo Siuves
Paulo Siuves
Imagem criada por IA do Bing - 29 de janeiro de 2025, 
às 20:45 PM
Imagem criada por IA do Bing – 29 de janeiro de 2025,
às 20:45 PM

Nos corredores da memória,
onde o tempo repousa em silêncio,
eles brilham como faróis,
iluminando os passos que demos,
os dias que não voltam mais.

Vovó Argentina, coração imenso,
sorriso que abraça o mundo,
forte como a terra que sustenta,
generosa como quem entende
a beleza do simples.

E vovô João, inventor de sonhos,
criou música no ar
com pregos, arames e encantos,
ensinando que magia existe
nas coisas mais humildes.

Do lado paterno, vovô Chico,
fortaleza de ébano,
presença ancestral que ecoa histórias.
Seus olhos, poços de sabedoria,
carregam o peso de eras vividas.

E vovó Santinha, a ternura em forma de gente,
colo de aconchego, cafuné e afeto,
fazendo da doçura um refúgio,
transformando lágrimas em sorrisos.

Duas casas, dois mundos:
uma com árvores que dançam ao vento,
bichos que nos espiam em segredo,
telefone que nos conectava ao distante.
Outra, com parreiras que nos sombreiam,
fogão de lenha que aquece a alma,
histórias sussurradas entre risos e café.

Como medir o impacto desses anjos?
Como comparar o amor que não se pesa,
as lembranças que não se repetem?
Eles foram traços de arte em minha vida,
cada um deixando uma marca única,
um tom, uma textura,
que agora pinto em meus dias.

Sou avô, herdeiro dessas memórias,
espero ser o eco do que eles foram,
o guardião de histórias,
o colo que acalma,
o abraço que protege.

Vejo nos olhos dos meus netos
o mesmo brilho que senti um dia,
aquele amor que não conhece fim,
que atravessa o tempo e permanece,
como um tesouro passado de mãos em mãos.

Os avós não são apenas raízes,
são pontes entre o ontem e o amanhã,
fios de ouro que unem gerações
em laços que o tempo não desfaz.

E no final, o que fica é isso:
o amor eterno;
as lembranças preciosas;
os risos compartilhados.

Ser avô é ser eterno,
e conviver com eles
é um privilégio que transforma
o comum em extraordinário.

Paulo Siuves

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Sonho que floriu

Irene da Rocha: Poema ‘Sonho que floriu’

Irene da Rocha
Irene da Rocha
“No sonho que um dia floriu, descobri o encanto de voar
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No sonho que um dia floriu,
Descobri o encanto de voar,
Nas alturas, me rendi e sorri,
E pelo céu, aprendi a amar.

Hoje, meu desejo é teu beijo,
Teus lábios são o meu querer,
És o anseio que minha alma sente,
Que ama e não para de viver.

Sentir teu sabor inebriante,
Único, me faz levitar,
Só de pensar, és uma magia,
Que minha paixão vem encantar.

Nos meus sonhos, onde te busco,
Te amo em cada pensar,
Tu és minha alegria eterna,
Que nunca deixarei de sonhar.

Irene da Rocha

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Soneto para Beethoven

Maze Oliver: ‘Soneto para Beethoven’

Maze Oliver
Maze Oliver
Ludwig van Beethoven

Oh, Ludwig Van Beethoven, atual
Música com mistério, multidões…
Encanto e magia, luzes sem igual,
Lindas sinfonias cantam corações.

Nos teus lindos acordes, o primeiro
Ludwig, um Imortal incontroverso
Movimento romântico, o pioneiro
Teve grande paixão, amor imerso.

A crítica falou: obra genial!
A nona sinfonia, fama devir
É erudita, som universal.

Como pôde tu, mesmo sem ouvir,
Executar canção tão magistral?
Só tu mesmo adorado, és porvir.

Maze Oliver

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Eu sou

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Eu sou’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
O Sol dourado que abre os olhos do dia, resplandece e reluz,
vicejando nos jardins floridos da manhã.
O Sol dourado que abre os olhos do dia,
resplandece e reluz, vicejando nos jardins floridos
da manhã.
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O Sol dourado que abre os olhos do dia,
resplandece e reluz,
vicejando nos jardins floridos
da manhã.

Na fase lunar,
a Lua cheia refulge plena e intensa,
de magia e pudor,
se derrama solitária
enevoando as estrelas.

A pedra lapidada, forte à ventania,
às tempestades,
a solidez no murmurejo das águas,
mistérios, segredos.

O tempo que existe
na poesia da bela tarde,
sob um Sol que finge não querer se pôr,
o sonho realizado,
a arte de amar e ser amada.

A terra e seus enigmas
origem da vida, base firme,
diversidade,
beleza que encanta.

O ar que respiramos,
o sussurro do vento inconsútil
e seus murmúrios
na solitude da tarde.

A água indispensável à vida,
ondas do rio/mar resvalam sorridentes,
beijam as areias,
mergulham
na paisagem dourada
no limiar do dia.

Ao fogo ardente da paixão avassaladora, um
lampejo ao eterno e sublime êxtase.
Eu sou o Amor,
eu sou.

Ceiça Rocha Cruz

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Magia do livro

Denise Canova: Poema ‘Magia do livro’

Denise Canova
Denise Canova
Magia do livro
Magia do livro
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Magia do livro

Seduz

Como paixão

Eu fui seduzida

Eu amo essa sedução

Dama da Poesia

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Elfo da noite escura

Clayton Alexandre Zocarato: ‘Elfo da noite escura’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton Alexandre Zocarato
Elfo da noite escura
Elfo da noite escura
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O Elfo agraciou a magia
Que recebeu dos céus
Agradeceu por ainda estar vivo
Mas sabia
Que criaturas rastejantes
Procuravam por sua carne
Encarnados em fungos demoníacos
Que recarregavam feitiços tísicos
Cheios de maldades
Mas será verdade?
Que todo sonho
Pode virar pesadelo?
O Elfo voltou
A olhar para as nuvens carregadas
Estavam terrivelmente escuras
As carcaças da última batalha
Contra os trolls
Ainda estavam frescas
Parasitas estavam de prontidão
Para suas visitas nojentas
Em vísceras espalhadas
E esquartejadas por todos os lados da floresta
O Elfo suspirou
Voltou a olhar para o firmamento
Viu nuvens negras se aproximando
E só sentiu lamento
E ali ficou chorando
Sem ninguém para amar
Ou abraçar
Só desejando
Voltar a matar

Clayton Alexandre Zocarato

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