Jane NashImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69d3b90c-94f8-83e9-939c-8783018482af
Of the sea and the sky hands weave details beyond the ordinary fibres sourced from many places blankets my background I have become accustomed to it forgetting its origin
I fail to recognise it outside or inside it patterns the trajectories of all our journeys but for all its charms remains sporadic in effect
This week I am cold When I recognise its ever presence I will embrace it and be warm Supernatural rumblings will bring second chances against all earthy odds
Evani RochaImagem gerada pelo ChatGPT – 03 de março de 2026, às 21:46
Oh, Senhor José! Sinto tanto sua partida Que me dói o coração O senhor trabalhou muito, Sonhando em se aposentar… E agora foi embora, Sem nunca conhecer o mar! Senhor José! Sem nunca sentir a areia macia, Sob seus pés! Oh, Senhor José! Se eu soubesse que aquele Seria o último dia! Teria lhe abraçado E dito um ‘muito obrigado!’ Pela sua linda vida! Senhor José, Que alma boa possuía Pois a gente quase sentia, Através do seu olhar, O sol e todas as estrelas Sua aura iluminar! Oh, Senhor José! Foi tão cedo! Na aurora… Ou talvez já fosse a hora! Quem poderá duvidar, Que não estivesse escrito Por Deus, no livro sagrado, Que era o tempo da passagem… Não importa a areia da praia, A imensidão das águas! Se já cumpriu, Senhor José, A missão que lhe foi dada!
Lembro quando meus filhos eram crianças, eu costumava levá-los para brincar na praia e ver o mar. Lá sempre foi uma extensão da nossa sala de estar.
Eles adoravam, e eu aproveitava para estimular brincadeiras de bola e de corrida na areia, aprimorar os elogios e mergulhar no mundo deles. Eu tive esse privilégio, e eles também.
Tobias, o caçula, parecia ser o mais sintonizado com ambiente, com o irmão e com seu amor à família, um coração saudoso e amigo tem até hoje. O mais velho, sempre ativo e criativo, gostava de receber os amigos na sala de estar, de passar mais tempo no seu quarto e jogar bola com eles na beira do mar.
Mas o que tem a ver ‘nosso lar’ com esse assunto? A praia em muitas circunstâncias, foi minha sala de estar com meus filhos, nosso momento de mais risadas e conversas, porque o verbo da vida em família precisa ser ESTAR. E “ A verdadeira beleza é com certeza a do interior” do nosso interior. Aquela que dura muito tempo e passa diretamente pelo coração imprimindo o caráter de um ser humano. Reconhecendo o território doméstico. Construindo um lar emocionalmente seguro em um mundo inseguro. Estar junto em família , foi um dos momentos mais sublimes enquanto eles cresciam, e DEVERIA ser a resposta da pergunta: O que temos para todos os dias?
O lar precisa ser um refúgio , na qual os filhos voltassem repetidas vezes, por se sentirem mais seguros e protegidos. E essa expectativa positiva comunicasse com seguridade que existe uma família.
Uma família, duas famílias… Um lugar em que as crianças aprendessem o significado de ser responsável e de se importar com o outro, onde o coração e o tempo de todos moram em paz.
– Vamos para o quintal de casa, saiam dos bastidores. O verbo de uma família precisa ser ESTAR.
Compreenda a singularidade de cada filho, eles são ricas descobertas silenciosas da vida. Dê a eles uma memória e cultive seu caráter em vez de garantir que eles pareçam bons diante dos outros. Que fantástico ler isso!
E lembre-se , a sala de estar precisa ser um lugar espontâneo e lembrado para toda vida.
E seu lar, um lugar onde vocês possam assistir a um filme juntos, lavar o carro num dia quente, ter uma refeição surpresa toda semana, jogar jogos de tabuleiro e ser feliz.
Não cedam à coisas que destroem as relações familiares.
(Serapião de Aurora, alter ego de Ariano Suassuna, alma sertaneja e verbo resistente)
Ella DominiciImagem criada por IA do Bing
Sou aquele que inventa sede pra beber palavra. Não tenho nome, tenho sina: sou o riso que ficou preso no galope do vento, sou o santo que erra rezando, sou o ermo que sonha com mar.
Nasci do barro e da conversa. Minha mãe foi uma nuvem com fome de chuva, meu pai, um aboio que fugiu do curral. Aprendi cedo que o verbo nasce de faca: é cortante, mas abre caminho pro coração passar.
Falo o português que o sol ensinou — cheio de calor, cheio de teimosia. E quando a palavra falta, invento um silêncio de passarinho.
Tenho dentro de mim um sertão que não cabe em mapa. É um mundo de rezadeiras e vaqueiros, onde o riso é remédio e a dor é professora. Por lá, as histórias se deitam no chão, esperando que alguém as acorde com fé.
Sou o auto e o milagre, sou o palhaço que filosofou diante do altar, sou o Cristo que sorriu do alto do gibão. Sou o cavalo sem freio do pensamento nordestino, que corre, tropeça, mas não se entrega.
E quando o céu se quebra em trovão, eu digo: é Deus rindo alto de nós. Porque até o divino, no meu sertão, tem um sotaque de barro e poesia.
I O princípio escapa à compreensão. antes de nós, já se movia; depois de nós, seguirá. não há fronteiras de tempo. Há apenas o instante, que nos atravessa como flecha. nós o pressentimos, como quem escuta de longe o mar sem jamais tocá-lo, tentando capturar a dimensão que nos escapa.
II Existimos tentando prender a centelha desse sopro. o instante se faz passado antes que o nomeemos. Tudo o que guardamos é fragmento insuficiente mas na insuficiência há aprendizado. na incompletude mora a sabedoria que nos afina para o mistério do existir.
III Do alfa ao ômega divino caminhamos, Sim, o caminho é sensor do amar não há começo nem fim somos discípulos da travessia, aprendendo a nascer a cada aurora e a morrer em cada ocaso.
IV O existir nos convida a essa valsa infinita, em que ser é repetir sem cessar o primeiro gesto da vida. quando perguntamos onde moram os inícios a resposta não se veste de palavra. a resposta é silêncio. Pois:
“Todas as coisas principiam em silêncio, e o silêncio é a casa do princípio.”