Marli FreitasImagem criada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/s/m_6a28058d2d848191bf5b51cf552af1cb
Muito além, onde nascem as estrelas, Um mistério de amor acontece Atravessando universos e galáxias, Guardando lembranças de outras eras…
Onde nenhum lugar é longe demais E as asas não têm vergonha… Experimentam as delícias do voo E mergulham nas dimensões do amor.
Consagrados para a sublimação do mundo, Os enamorados se aperfeiçoam Na busca pelo merecimento do presente Santo, que banha de luz a eternidade.
Dentro do mistério inimaginável de Deus Viajam pelo infinito, enfrentam perigos, Perdem-se em profundidades, vão além Da altura das montanhas, do calor do sol…
Na esperança do elo sagrado que os une Seres alados atrás das nuvens, que, Por eras distintas, os manteve sem nomes, Apenas significado na imensidão azul.
Não costumo escrever com frequência, mas hoje, isso é inevitável, pois aconteceu algo muito estranho comigo.
Cheguei ao meu consultório, cumprimentei minha secretária e entrei. Percebi que havia dois pacientes aguardando, sentados nas poltronas da saleta de espera. Olhei o relógio, eram 06h45. Vi que não estava atrasada. Então sentei-me, liguei o computador, abri meu bloco de anotações, e conectei à lista de pacientes do dia. A primeira paciente era uma jovem senhora, por nome Esmeralda Borlok, 48 anos. Suspirei aliviada, olhei em volta, como estava tudo em ordem, apertei o botão de chamada. Após alguns segundos, ouvi uma batida e o movimento leve na maçaneta da porta. Levantei o rosto e deparei-me com uma senhora obesa, de pele clara, porém com manchas semelhantes a melasma, no rosto. Os olhos fundos mostravam também uma margem de olheiras considerável. Pediu licença, com uma voz rouca e cansada. Parece que havia corrido alguns quilômetros. Disse-me:
— Com sua licença, doutora! Bom dia! — respondi de pronto.
— Bom dia! Dona Esmeralda?
— Sim, sou eu mesma, doutora! — respondeu-me, meio encabulada.
— Sente-se, fique à vontade! — Eu disse, apontando para um estofado à minha frente. Foi quando a mulher deu dois passos para se sentar que percebi que mancava de uma perna. Enquanto ela se ajeitava na poltrona, vi que suas pernas e pés estavam inchados. Vestia uma saia jeans desbotada, uma camiseta branca e sandálias de dedo.
Assim que ela se acomodou, olhei em seu rosto e forcei um sorriso simpático, afinal, eu precisava lhe passar confiança. Ela retribuiu o sorriso, deixando à mostra as falhas que possuía em sua arcada dentária. Confesso que tive compaixão da mulher… afinal, a medicina não nos tira a sensibilidade.
Levantei-me com o tablet nas mãos, e parei à sua frente. Puxei uma poltrona e sentei-me a um metro, mais ou menos, da mulher. Comecei a conversar com ela, conferindo alguns dados, como: idade, endereço, se tinha filhos e quantos, se fazia uso de algum medicamento…. Na verdade, eu queria ganhar um tempinho, para que aquela senhora respirasse melhor, pois julguei que estivesse muito ansiosa, pela respiração ofegante que apresentara, quando entrou. Assim que ela se mostrou mais serena, levantei-me e puxei outra poltrona que ficava ao seu lado, próximo a sua cabeça; mas de uma forma que eu não via diretamente o seu rosto. Via-o somente pelo reflexo no espelho do lado oposto da parede.
Planejei um ambiente aconchegante em meu consultório, pensando exclusivamente no bem-estar dos meus pacientes. A poltrona é reclinável e favorece a vista para um jardim de inverno, com muitas folhagens e flores, as quais podem ser apreciadas através da parede de vidro que o separa da sala do consultório. Penso que esse ambiente transmite serenidade e paz. Deixando os pacientes mais relaxados.
Comecei a consulta, propriamente dita:
— Então, dona Esmeralda, o que a trouxe aqui? — perguntei com a intenção de fazer as anotações necessárias no bloco de notas, de uma forma que ela não percebesse, para não se sentir coagida ou incomodada. — A mulher pigarreou, engoliu, tirou os óculos e segurou-o sobre a perna esquerda. Esfregou os olhos, como se quisesse enxergar melhor as situações vividas na história. Logo começou a me explicar:
— Olha, doutora, eu vim aqui porque preciso saber da senhora sobre esses problemas de cabeça, viu? Meu marido anda falando que estou ficando louca… embora eu não acredite, ele insistiu para que eu viesse me consultar. Então, eu não quero fazer a senhora perder muito tempo comigo, não. Eu vou lhe contar o motivo dessa contenda e daí a senhora só me responde, e pronto, eu vou-me embora!
— Sim, claro, pois me conte… — disse calmamente.
— A senhora veja, eu sempre pensei que tratava as minhas aves muitíssimo bem, dou lhes ração de melhor qualidade, milho somente colhido no ano… troco a água dos galinheiros duas vezes por dia! E mais! Os ninhos são feitos de caixote de madeira boa e forrados com capim seco, macio… Mas a senhora não há de ver que, há poucos dias, peguei a galinha carijó, cochichando ao pé da orelha da galinha preta, Efigênia, atrás do pé de capim cidreira?! Elas não me notaram, pois escondi-me atrás do tronco da jaqueira, que é bem grosso… Logo a carijó, Magá, em quem eu tanto confiava… — Perguntei-a:
— Hummmmm, o que diziam? Deu para ouvir…?
—Sim, sim! Deu para ouvir, porque fiquei bem pertinho. Elas reclamavam da quantidade e qualidade da ração e do milho, o mais estranho é que mostravam insatisfação, também, dizendo que a cama era dura, forrada com produto de última qualidade… cogitavam mobilizar todo o galinheiro, instigando a solicitação de melhorias. Efigênia confirmava tudo, balançando a cabeça positivamente.
Saí de fininho, porque não saberia como argumentar com elas, tamanha era a cara feia das duas… logo imaginei as mesmas, fazendo motim no galinheiro e greve. Com certeza seria greve ‘ovo zero’! Desesperei-me, pois como iríamos nos manter sem o dinheiro da venda dos ovos? Meu marido, mal faz a capinagem do pomar, e olhe lá!
Fui correndo contar ao marido, que me ouvia, mas tinha os olhos arregalados, parecia incrédulo. Na hora, eu não sabia se ele duvidava da história ou estava desesperado pela falta dos ovos e, consequentemente, do dinheiro. Mas depois, me disse de forma arrogante:
“Oxente, mulher! Desde quando galinha fala? Você está delirando? Deixa eu ver se tem febre…” — Eu já estava azucrinada, respondi-lhe:
“Ara homem, tu acha que sou mulher de faltar com a verdade! Vá lá fora, estão lá atrás das cidreiras! Já tem uma aglomeração de mais de 15 indivíduos! Logo vai ver a greve estourar! Vai vendo… depois não diga que não avisei!”
Fui pisando duro para o quarto e fiquei observando a movimentação deles por quase duas horas, até adentrarem para o galinheiro. É isso, doutora, digo, essa movimentação das aves, sempre reclamando dos cuidados e do alimento, tem sido diariamente… eu falo para o meu marido todos os dias, mas ele repete a mesma coisa… dizendo que estou enlouquecendo. E foi por isso que ele marcou essa conversa. Mas eu juro para a senhora, por tudo que é sagrado, isso é a mais pura verdade!
É certo taxar alguém de louco quando se está falando a verdade? É certo…?
Eu também estava em choque, não sei se era pela possibilidade de crer na história da mulher ou se realmente eu achava, também, que ela era louca.
Respondi, com a voz trêmula, forçando para não mostrar insegurança.
— Claro, claro! A senhora tem razão!
Vamos fazer um combinado? Eu vou lhe passar um remedinho, mas veja bem, ele é um ‘placebo’ ou seja, não tem nenhum princípio ativo. A senhora vai levar e tomar na frente do seu marido, daí ele vai pensar que está tudo certo, que a senhora está medicada! — Ela arregalou aqueles olhos pretos e fundos, interpelando-me:
— E quanto às galinhas, a iminência de uma greve… o que eu faço?
— Respondi apressadamente:
— Essa situação eu vou resolver pessoalmente para a senhora. Eu vou comunicar a secretaria de agricultura para fazer-lhe uma visita, então marque uma reunião com as aves, para resolver tudo da melhor forma possível! Pode ficar tranquila!
A mulher recebeu a receita com um largo sorriso, até o andar mancado, parece ter desaparecido. Agradeceu-me e fechou a porta atrás de si.
Rapidamente chamei a secretária e lhe comuniquei que não estava passando bem, que ela deveria remarcar a consulta do próximo paciente. Pedi desculpas e saí apressada do consultório. Precisava chegar em casa e tomar um banho da cabeça aos pés. Aquela história havia deixado-me zonza e enjoada.
Quando abri a porta do meu apartamento, levei o maior susto da minha vida! Meu cão, Caramillo, estava sobre uma cadeira, à frente da pia, com a esponja nas patas dianteiras, lavando a louça. Eu dei um grito e joguei a bolsa para cima, a qual bateu no vidro da cristaleira, estilhaçando-o, ao chão.
Caramillo me olhou de um jeito zombeteiro e disse:
– Ai, ai, ai! Agora, além da louça, vou ter que juntar os cacos desse vidro!? Esse mês terei que pedir um aumentinho no salário! Senão, pensar na possibilidade de uma greve… Ou a senhora pensa que só essa ração seca que me dá e essa cama dura, paga toda essa trabalheira?!
A história de Bárbara Vicente de Urpia aconteceu no século dezenove. O cenário, a praça 15, centro do Rio de Janeiro.
Conta-se que a belíssima Bárbara foi uma imigrante portuguesa que viveu uma vida de luxo, horror e mistério. Reza a lenda, que Bárbara matou com as próprias mãos, o RICO marido português, ao se apaixonar por um belo negro, ex escravo. Para esconder as provas do crime, botou fogo na mansão onde morava e foi viver sua paixão em outro lugar. Tempos depois, o amante morreu em uma briga de rua, por ciúmes de Bárbara. Atormentada com o ocorrido, ela voltou para o centro da cidade. Porém agora pobre, virou prostituta!
Ali, viveu seu reinado. Foi a mulher mais disputada do Arco do Teles. Anos mais tarde, devido à idade e as doenças que adquiriu na profissão, perdeu a beleza e o encanto. Foi quando iniciou sua saga para recuperar a juventude. Acreditando no poder da magia, passou a fazer rituais macabros! Se banhava, com sangue de clientes e também das criancinhas que ela raptava da Roda dos enjeitados, na Santa Casa de Misericórdia.
A fama de Bárbara se espalhou pelo lugar, gerando pânico e terror! A polícia passou a caçar a vampira, mas foi inútil. Ela sempre se escondia, como num passe de mágica. Um dia, Bárbara simplesmente desapareceu! Ninguém sabe o que aconteceu e até hoje, o Arco do Teles é mal-assombrado. Os visitantes ouvem à noite o choro das criancinhas e as gargalhadas de uma mulher.
Esta é a lenda urbana mais famosa do Rio de Janeiro-Colonial, Bárbara dos Prazeres, a Bruxa Vampira do Arco do Teles. Como alguns sabem, sou Psicanalista e esta lenda urbana faz parte da minha pesquisa sobre psicopatas e serial Killers.
Apresentada com performance e leitura dramatizada no Memorial dos Autonomistas, na minha estada em Rio Branco-Acre (15.11.2025), por ocasião do aniversário de dez anos de fundação da Sociedade Literária Acreana-SLA e 88 anos da AAL.
Versão por Maze Oliver (adaptação de outras versões).
Entre o sagrado e o sobrenatural: o mistério que ecoa no deserto
Version 1.0.0
Há livros que prendem pela trama, outros pela linguagem, e há os que nos arrebatam pela atmosfera.
O Mistério da Abadia do Deserto, de Anderson Cristiano Pigossi, é um desses raros casos em que o leitor se vê completamente envolvido por uma história que mistura o suspense do gótico, o fascínio do mistério e a profundidade espiritual de uma jornada interior.
Natural de Osvaldo Cruz (SP), formado em Direito e apaixonado por filosofia e literatura, Anderson é daqueles autores que escrevem com a alma.
Humilde, curioso e repleto de sensibilidade, encontrou sua inspiração ao descobrir que o pensador conservador Russell Kirk, além de político, também se aventurava pelos contos fantasmagóricos.
Essa descoberta o levou a mergulhar na origem da literatura gótica inglesa, um território literário onde o medo e a fé caminham lado a lado.
Em O Mistério da Abadia do Deserto, o autor une o terror e o sublime sob a luz do Catolicismo, criando uma narrativa ambientada em um mosteiro isolado, onde o sagrado e o profano se confrontam em uma dança de sombras e revelações.
Inspirado pelos antigos Padres do Deserto e pela busca humana por sentido, Anderson transforma o medo em metáfora e o silêncio em voz.
Com citações que instigam e momentos que tiram o fôlego, a obra reflete não apenas um domínio da palavra, mas também um olhar maduro sobre a espiritualidade e o mistério que nos habita.
Um romance para ler com o coração aberto e talvez, quem sabe, com uma vela acesa ao lado.
No deserto árido e implacável, onde o calor abrasador e a areia interminável escondem segredos milenares, ergue-se O MISTÉRIO DA ABADIA DO DESERTO, como um bastião esquecido pelos séculos.
Daniel, um jovem estudante de história, segue as pistas dos primeiros monges cristãos que habitaram o deserto e, com a ajuda de amigos leais, embarca em uma aventura que o transformará para sempre.
Na sua missão para desvendar os mistérios que assolam o mosteiro, logo se depara com sua verdadeira face: uma luta desesperada e alucinante contra forças malignas.
Encarando horrores sobrenaturais que tentam desorientá-lo e desmantelar sua determinação.
Cada passo em busca do seu objetivo o aproxima mais de uma história perturbadora, cujo poder do mal tenta seduzi-lo com ilusões e tormentos.
Entre demônios, espíritos atormentados, aparições enigmáticas e um constante conflito interno, descobre que o verdadeiro desafio é manter a pureza de seu coração enquanto enfrenta a escuridão que ameaça consumir tudo ao seu redor.
O MISTÉRIO DA ABADIA DO DESERTO transcende a simples exploração; é um combate espiritual que testará seus limites e determinará se é capaz de ascender vitorioso.
À medida que o crepúsculo do destino se aproxima, o aventureiro intrépido deve confrontar suas maiores dúvidas e medos.
Cada escolha o leva mais perto da prova final, enfrentando forças que desejam precipitar o mundo em caligem perpétua.
O MISTÉRIO DA ABADIA DO DESERTO é uma narrativa que exalta a fé, a coragem e a resiliência.
Cada segredo revelado pode ser a chave para a salvação ou para a perdição eterna, na guerra entre a luz e as trevas.
O escritor Djalma Marquesani, de 44 anos, nasceu em Santo André, mas foi em Itanhaém, onde vive desde os 10 anos de idade, que suas ideias começaram a ganhar forma e profundidade.
Apaixonado por suspense, terror e ficção científica, Djalma constrói em seus textos uma atmosfera densa e intrigante, capaz de capturar o leitor desde a primeira página.
Suas histórias se passam no enigmático “Vale do Brasil”, um cenário fictício que serve de palco para tramas envolventes e cheias de mistérios.
Graduado em Música e Artes, com pós-graduação em Criminologia, Análise Criminal e Gestão em Segurança Pública, Djalma alia seu conhecimento acadêmico e experiência profissional na segurança pública a elementos do fantástico, uma combinação que dá ainda mais realismo às suas narrativas.
Ele também possui formação em Parapsicologia, o que amplia ainda mais o repertório criativo de suas obras.
Seu primeiro livro, Conectados, foi publicado em 2023 e já mostrou ao público o talento do autor para misturar suspense com elementos paranormais.
Djalma também participa de coletâneas e revistas literárias, sempre dentro do gênero que mais o inspira: histórias sombrias, provocativas e intensas.
Foi justamente uma ocorrência vivida durante o trabalho que inspirou seu segundo livro, O Pacto de Joana Rocha.
A ideia surgiu a partir do contato com uma estelionatária e, a partir disso, Djalma começou a imaginar como seria se uma golpista tivesse o dom da hipnose e as inúmeras possibilidades que isso poderia abrir.
Com o apoio de amigos como a escritora Juliana Frank e o doutor Bruno, o enredo tomou corpo e se transformou em mais uma história de tirar o fôlego.
Em Vítimas do tempo, seu último livro publicado, Djalma cria um personagem, o perito criminal que enfrenta uma crise pessoal ao mesmo tempo em que precisa desvendar uma série de assassinatos brutais em Nova Vitória.
Uma trama repleta de perigos e mistérios que deixam os leitores em suspense, literalmente.
Sem vínculo com editoras, Djalma segue o caminho da publicação independente, com vendas diretas e presença ativa nas redes sociais.
Suas obras digitais estão disponíveis na Amazon, e os exemplares físicos são entregues pessoalmente, com todo o carinho de quem acredita no valor da literatura e no contato direto com o leitor.
Para quem ainda não conhece seu trabalho, fica o convite para mergulhar no universo de Djalma Marquesani, onde o medo encontra a fantasia, e a imaginação caminha lado a lado com o desconhecido.
SINOPSE : Experimente uma viagem emocionante como nunca visto, no livro de estreia de Djalma Marquesani.
Conheça a extraordinária história de Marcos, onde sua vida é levada ao caos depois que um acidente, quando jovem, lhe concede um poder mental.
Agora, prestes a completar 40 anos de idade, Marcos tem a oportunidade de usar seu dom para descobrir a verdade por trás de um misterioso sequestrador que está mutilando suas vítimas.
Este livro certamente trará arrepios e suspense a cada virada de página.
Com uma trama envolvente e escrita intensa, conheça um novo mundo cheio de mistério que se abrirá diante de seus olhos.
Conecte-se hoje e experimente um novo nível de tensão!
O PACTO DE JOANA ROCHA
SINOPSE : E se uma mulher, de maneira inacreditável, controlasse a mente de determinados homens? E se ela os usasse para enriquecer sem muito esforço?
Joana Rocha se aproveita do seu dom de hipnose para enganar as pessoas.
De golpe em golpe, construiu uma vida de luxos, atingindo um patamar com o qual nunca sonhara.
Entretanto, toda a sua fortuna não é suficiente para satisfazê-la.
Ela vive em Barreiras, uma pequena cidade do Vale do Brasil, que está um caos, aterrorizada por um assassino cruel, que desmembra suas vítimas.
Porém, isso não a impedirá de planejar o seu maior golpe, que a enredará numa teia de acontecimentos que podem ser fatais.
O Pacto está feito, não há como voltar atrás e seu preço será cobrado!
VÍTIMAS DO TEMPO
SINOPSE : O perito criminal Paulo Santos está à beira do colapso, afundando em um abismo pessoal enquanto a cidade de Nova Vitória é assombrada por um mistério macabro.
O sétimo corpo surge sem explicação, levando Paulo e seu irmão Téo, a uma investigação que desafia a lógica e seus maiores medos.
Conforme se aprofundam, descobrem que a força por trás desses assassinatos é mais brutal e impiedosa do que poderiam imaginar.
No entanto, a verdade que os espera pode ser pior do que a morte!
Resenha do livro ‘O espelho de José’, de Fernanda Sanson Durand
O espelho de José
RESENHA
Uma história instigante e transformadora, este livro nos convida a uma jornada de autodescoberta, levando o leitor a reflexões profundas sobre sua própria vida.
A narrativa aborda questões fundamentais sobre quem realmente somos e se as escolhas que fazemos hoje estão, de fato, alinhadas com nossa verdadeira essência.
Por meio de questionamentos sinceros e provocativos, a obra desafia o leitor a olhar para dentro de si mesmo, avaliando se suas ações, pensamentos e valores refletem sua autenticidade ou se estão moldados por expectativas externas e condicionamentos.
Com uma escrita envolvente e carregada de significado, Fernada nos guia em um processo de introspecção, explorando temas como autenticidade, propósito de vida e a importância de viver com integridade.
Mais do que um livro, esta é uma experiência enriquecedora que desafia nossas certezas e nos inspira a viver de maneira mais plena e verdadeira.
Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube
SINOPSE
José havia conquistado tudo o que entendia ser o sucesso, até que fatos desconhecidos viraram sua vida de cabeça para baixo.
Sem conseguir se posicionar diante das novas circunstâncias, um encontro inusitado e surreal derruba suas certezas e convicções, levando-o a revisitar sua essência mais profunda, bem como a sua relação com o trabalho, com o pai e com a mulher que ama.
“A mão esquerda levava relatórios e agendasna pasta de couro com o timbre da Master&-Blaster, enquanto a mão direita levava um amontoado de farsas: um copo que não era de vidro, mas de papel; café sem cafeína; leite sem nata e adoçante artificial.”
SOBRE A OBRA
A obra teve origem em um conto de mesmo nome, centrado exclusivamente nos personagens José e o estranho.
A autora aprecia incorporar nuances filosóficas em suas narrativas, mesmo admitindo ter um conhecimento limitado sobre o tema.
Essas reflexões adicionam profundidade às suas histórias, proporcionando ao leitor uma experiência rica e instigante.
SOBRE A AUTORA
Fernanda Sanson Durand
Fernanda Aparecida Sanson Durand, 48 anos, reside em Santos há 9 anos, embora tenha nascido no interior de São Paulo.
É servidora pública, atuando com dedicação na Advocacia-Geral da União, onde contribui com sua experiência e compromisso profissional.
Uma escritora que nos enche a alma com sua narrativa reflexiva e potente.