Balancing act

Surendra Nagaraju: Poem ‘Balancing act’

Surendra Nagaraju - Elanaaga
Surendra Nagaraju – Elanaaga
Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69da87a2-d3ec-83e9-8f47-3bd76b3f5f23

At first, He frightens my life’s ship
with monstrous tides.
But soon, He bestows assurance with mercy.
Suppressing the brutality of the waves,
He fills my heart with calm and peace.

He may appear a little unkind outwardly,
but my Lord is not prejudiced.
Doesn’t grant me agony alone all times;
Now and then, He showers me with surplus smiles.

(Self-rendering of my Telugu poem Parihara Krityam)

Surendra Nagaraju – Elanaaga

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Talvez o amor

Evani Rocha: Poema ‘Talvez o amor’

Evani Rocha
Evani Rocha
Imagem criada por IA do Canva – 26 de agosto de 2025, às 07h50

É! Talvez o amor da gente seja mesmo fugaz,

Como a florada da primavera.

Talvez seja como as estações do ano,

Tão passageiras…

Como a areia carregadas pelas ondas,

Para o fundo do mar,

Sem hesitar!

E talvez volte na maré cheia…

Decerto o amor é uma ave migrante,

Em busca de verão, que vem e vão,

Para qualquer lugar,

Onde haja sol e calor!

É o amor, devorando o tempo,

Moldando a gente, devagar…

É a terra fértil gestando a semente,

É o filho pródigo, retornando ao lar…

Quem sabe o amor é a gente,

Virando gente, no outono,

Trocando as folhas velhas por novos sonhos…

Ou talvez, o amor seja mesmo uma utopia,

Fantasia, melodia…

O equilíbrio em meio ao caos,

Na lucidez da sanidade…

Ou por ventura,

A loucura travestida 

De poesia!

Evani Rocha

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Cabeça e terra

Loide Afonso: Poema ‘Cabeça e terra’

Loid Portugal
Loid Portugal
Imagem criaa por IA da Meta. 21 de julho de 2025,
às 09:23 PM

No princípio
São migalhas
Trechos
Palavras soltas

Que flutuam
Giram
Nas ondas
Também Vibram

Os lábios tremem
Quando as palavras gritam
E as cordas vocais

As cordas, são longas.

Depois de horas
As grades abriram
As correntes caíram
E finalmente
Finalmente
O pensamento
Saiu e a terra aplaudiu.

Bingo, o universo cedeu!

Loid Portugal

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Mar e girassol

Irene da Rocha: ‘Mar e girassol’

Irene da Rocha
Irene da Rocha
Imagem gerado com IA do Bing ∙ 25 de novembro de 2024 às 8:14 PM

No horizonte, céu azul e profundo,
Um mar que se espraia, um canto fecundo,
Girassóis dançam sob a luz do Sol,
Em cada pétala, um amor envolto em farol.

Ó Sol radiante, vem me abraçar,
Com tua luz, quero me iluminar,
Viver emaranhado no doce querer,
Sob o céu de estrelas, a nos proteger.

As ondas sussurram segredos de amor,
Na brisa suave, sinto teu calor.
Portas se abrem, janelas a sonhar,
O amor me invade, vem me molhar.

Céu de estrelas, flechas do coração,
Teus encantos embalam minha canção,
Girassol bonito, meu eterno fulgor,
Seja meu Sol, meu eterno amor.

Assim, no brilho de cada manhã,
O mar e o céu em mim se irmanam,
E, com girassóis a me encantar,
Amo viver, a vida a celebrar.

Irene da Rocha

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Leve-me

Pietro Costa: Poema ‘Leve-me’

Pietro Costa
Pietro Costa
Imagem criada pela IA do Bing
Imagem criada pela IA do Bing – 26 de agosto de 2024 às 10:22 PM

Em noites de saudade, a alma suspira,
Lamúrias do mar na recordação.
Brisa em afagos ao coração,
Remete às ondas, corpo transpira.

Mar, magnitude tanta que conspira
Anelos profundos, inspiração.
Seu sal condimenta a minha emoção,
Limi(ares), esperança respira.

E marejo na volta ao concreto,
Pés na areia para reencontrar
O oásis além do senil decreto.

É para em seus enigmas adentrar,
Enamorar sereias, indiscreto,
A toda leveza, hei de me prostrar.

Pietro Costa

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Garça solitária

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Garça solitária’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
Imagem criada pela IA do Bing
Imagem criada pela IA do Bing

Em pleno Sol de primavera,
em abstrata candura,
o tempo passa imóvel e terno.

Na obscura solidão,
a garça,
linda plumagem,
desfila nas pedras da praia
a correr das altas ondas
que resvalam em leques
e debruçam-se em véus
de cascatas.

Pensativa que de longe veio
a pávida garça que o Sol fustiga,
solitária,
misteriosa,
espreita as ondas,
e alça o voo inefável
ao látego do vento.

Trajeto rasteiro
entremeia caminhos
na surdina da tarde,
ao Sol que morre lento.

Sob o olhar do crepúsculo,
o véu da sombra.
Viestes dos cerros pousar,
sobre o tapete de pedras da praia,
ou no verde-esmeralda
das águas da paisagem,
garça solitária?

Ceiça Rocha Cruz

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Mar germinal

Ella Dominici: Poema ‘Mar germinal’

Ella Dominici
Ella Dominici
Ondas do oceano
Ondas do oceano
Imagem criada pela IA do Bing

Se contar o ‘Mar’ a todos
o que dirão as ondas do desvendar segredos?
Se escrever o Sal marinho perderão escamas insossas?

O oceano é a majestade das profundidades, onde se acham mistérios das águas, das essências existentes, flora fauna desconhecidas, pérolas em reciprocidades uterinas.
Mares não são medíocres, são sim indecifráveis .
Somente uma alma poética pode instigar a intensidade dos mistérios, fúria que ama, amor que enfurece e vibra o fundo do oceano tingindo-o de púrpura vermelho escura na paixão de viver.

Natureza humana e divina do Ser vencendo falésias, alcantilando mediante ameaças de um oceano vivo e violento, mas dominado pelo Criador.
O poema expõe o Ser às profundezas, quebra vagas, adentra águas, busca o grão atemporal e o faz germinar no sal da vida.
deseja-se que se possa alcançar mudanças e transcender o grão comum.

Em Mar Germinal

Ella Dominici

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