Entropia íntima

Ella Dominici: ‘Entropia íntima’

Ella Dominici
Ella Dominici
Fotografia conceitual surrealista e poética em proporção 16:9, ambientada em um quarto vintage escuro com iluminação em chiaroscuro dramático. À esquerda, uma cadeira de madeira e uma cômoda ao fundo parecem se dissolver suavemente em partículas e espirais de luz dourada reluzente. No centro, flutuando no ar, há uma garrafa de vidro transparente que contém uma tempestade cósmica miniatura com uma galáxia em espiral brilhante. À direita, sobre uma mesa de madeira envelhecida, um livro antigo aberto exala poeira estelar cintilante de suas páginas em direção ao centro. A atmosfera é misteriosa, íntima e mágica, com feixes de luz cortando a penumbra.
https://gemini.google.com/app/1843d02fc71fb7fd?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all

Sozinha com os princípios, eu descubro: a palavra não é um abrigo. É um laboratório.

Entropia.

Digo baixo, como quem nomeia um animal que vive no escuro.

A entropia não consola. Não catequiza. Não faz promessas com voz de altar. Ela apenas registra a tendência: o universo gosta de se desfazer. E eu também.

Num sistema termicamente isolado, a entropia aumenta. E o tempo — esse operário invisível — vai desmontando a mobília do mundo. Até que a ordem se torne uma espécie de saudade.

Chamar isso de decadência é um vício moral.

A ciência não tem pecado: observa.

O que é decadência senão a tradução exata do que é vivo? Tudo o que respira se desorganiza para continuar respirando. Tudo o que ama se desarruma.

E então eu pergunto, com lucidez: qual o grau da desordem do teu nome no meu sistema?

Teu nome não é palavra. Teu nome é física íntima: vibração, colisão, deslocamento. Teu nome é uma partícula que insiste.

No meu quarto há objetos. E eu os olho como quem olha uma teoria. Quantas formas de dispor o mesmo copo? Quantas versões de uma cadeira? Quantas possibilidades de um livro que nunca fecha?

Quanto maior meu íntimo, mais combinações. E quanto mais combinações, mais improvável a paz. É simples. É cruel. É belo.

Os sentimentos não se organizam como biblioteca. Organizam-se como tempestade num copo. Um copo: pequeno. Uma tempestade: infinita.

Se eu te entregasse minhas moléculas, tu não preverias. Não por falta de inteligência, mas por excesso de vida.

Porque o sistema combinado produz o inumerável: átomos, encontros, desvios, acidentes, memórias — o acaso com sua assinatura de Deus.

Sim: Deus. Esse nome que alguns evitam, mas que eu reconheço no improvável.

No fim, a entropia não me entristece. Ela me purifica. Porque na desordem — na efemeridade — eu não tenho tempo de mentir.

Eu amo com urgência.

compreendo com humildade,

 perdoo com grandeza. E cada gesto, por menor que seja, torna-se um milagre em miniatura.

Há dignidade escondida no caos. E talvez seja essa a forma mais alta de liberdade: não um direito proclamado, mas um instante íntimo em que eu me permito ser desordem — sem culpa.

Ella Dominici

Voltar

Facebook




Da Austrália ao Jornal ROL, Cecília Morris!

As letras de Cecilia Morris refletem a “ampla terra marrom”, símbolo do orgulho e da resiliência do povo australiano diante de sua natureza severa!

Cecilia Morris

Cecilia Morris, natural de Melbourne, Austrália, é autora de obras de não ficção e poesia. Há dezessete anos, ela propôs à biblioteca de Bayside a criação de um grupo de poesia mensal; o grupo — hoje conhecido como “Coastlines Poetry” — continua ativo e celebrando seu décimo sétimo ano de existência. Vários livros de poesia foram publicados a partir desse grupo, e o livro mais recente de Cecilia foi lançado na própria biblioteca de Bayside.

Sua experiência inclui a condução de diversas oficinas na biblioteca de Bayside, abordando temas como aposentadoria e reinvenção pessoal. Ela viveu a maior parte de sua vida em Brighton, localidade com a qual mantém um vínculo histórico: seu avô foi prefeito de Brighton na década de 1940.

Cecilia iniciou sua trajetória como escritora e poetisa publicada, até que a pintura em aquarela marcou uma nova direção em sua vida. Ela participou de diversos cursos e, durante o período de confinamento em Victoria, aproveitou a oportunidade para pintar diariamente. Suas obras já foram exibidas em diversas exposições e galerias — como a Bayside Gallery, a Glen Eira Exhibition, o International Garden Show e a Mulbury Gallery —, tanto em Melbourne quanto em Cairns.

Cecília debuta no ROL com o poema Galhos de Árvores, uma reflexão poética sobre a natureza, a transformação e a contemplação, com imagens sensoriais e uma atmosfera de sonho para falar sobre a passagem do tempo e o impacto do belo.

Galhos de árvores

Cena surreal e poética em tomadas cinematográficas de figuras humanas em tom alabastro misturando-se suavemente a galhos de árvores. Elas jazem em paz na margem de um rio raso e enevoado, cercadas por juncos altos. A iluminação suave da manhã cria uma atmosfera serena e enevoada com tons terrosos de verde, bege e reflexos sutis na água.
https://gemini.google.com/app/4ad4863d4ab6a5b2?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all

Galhos de árvores

Deite-se no leito do rio

Incomum, disseram.

Porque seus corpos tinham uma aparência de beleza.

Como alabastro

sem roupa

Em êxtase

Esses descobridores ficaram sem palavras.

Enquanto eles observavam um som

Ecoou entre os juncos dos rios

Como nenhum outro

Eles baixaram a cabeça.

E assim eles partiram.

Cada um um pouco diferente do anterior.

Alguns chamaram isso de transformação.

Essa força gravitacional da Terra

Este fluxo do rio

O sonhador e o sonho

Alguns dizem que nunca sonham.

Cecilia Morris

Voltar

Facebook




Maestra rural

Hermógenes L. Mora

Maestra rural: un testimonio de la ternura encarnada

Hermógenes L. Mora
Hermógenes L. Mora
Madia Gisselle Morales Soza (Santo Tomás, Chontales, Nicaragua) es maestra en Didácticas Específicas con especialidad en Didáctica de la Lengua y posgrado en Gestión y Calidad de la Educación. Labora en la Universidad Nacional Autónoma de Nicaragua, Managua. (CUR Chontales).
Madia Gisselle Morales Soza

Madia Gisselle Morales Soza (Santo Tomás, Chontales, Nicaragua) es maestra en Didácticas Específicas con especialidad en Didáctica de la Lengua y posgrado en Gestión y Calidad de la Educación. Labora en la Universidad Nacional Autónoma de Nicaragua, Managua. (CUR Chontales).

Su pasión por la literatura le nació desde la infancia. Su escritura integra poesía, narrativa y ensayo. En su quehacer también practica la escritura académica.

Ha participado en diversas antologías poéticas junto a autores nacionales e internacionales. Asimismo, se ha desempeñado como correctora de textos y ha prologado obras de escritores contemporáneos. Su escritura se distingue por la sensibilidad, la reflexión y el compromiso con la palabra.

La profesora y poeta chilena Gabriela Mistral escribió un poema en el que ella misma se siente protagonista de la historia relatada a través de sus versos. En el poema, Gabriela cuenta cómo una maestra rural soporta inclemencias tanto del tiempo como de muchas madres que no saben apreciar su trabajo. En una estrofa que cito a continuación, cuenta cómo una maestra sufre de críticas maliciosas en perjuicio de su persona. Al final describe su afán por enseñar a los niños de la comunidad, y  revela que el esfuerzo no ha sido en vano. Cito a continuación la estrofa completa:

Campesina, ¿recuerdas que alguna vez prendiste

su nombre a un comentario brutal o baladí?

Cien veces la miraste, ninguna vez la viste

¡y en el solar de tu hijo, de ella hay más que de ti!

«Yo fui maestra rural», de la poeta y educadora nicaragüense Madia Morales, es un testimonio lírico de altísimo valor humano, histórico y pedagógico. Escrito desde la madurez de la memoria, la voz poética reconstruye su vivencia en las comarcas y comunidades del interior de Nicaragua, articulando una propuesta donde la poesía y la vocación docente se funden en un mismo acto de creación y entrega.

En este escrito se hace presente la poesía testimonial y la lírica de acento cotidiano de Nicaragua, el poema no solo recupera la atmósfera del campo —con sus aromas, su flora, su fauna y su geografía lacustre—, sino que sitúa la experiencia educativa en un periodo de profunda efervescencia y conflicto: la década de los años ochenta. Lejos de la grandilocuencia o la trinchera ideológica rígida, Morales opta por una épica de la ternura, en la que el aula campesina se transforma en un refugio de luz, dignidad y resistencia interior en esta tierra de pólvora y miel.

Historias como las de la poeta Madia hay muchas; es el caso de una chica de nombre Mayra Irina Aguilar (22 años) oriunda de San Juan de Nicaragua. Mayra viaja hasta La Esperanza, un pequeño poblado de la comunidad llamada Delta, situada en el punto de bifurcación donde el río San Juan y el río Colorado dividen sus aguas. No hay acceso terrestre para el transporte, esto se debe a que la zona es pantanosa. En la esperanza, Mayra es la esperanza para la escuelita rural donde imparte multigrado. Aguilar viaja a diario desafiando el peligro, pese a su juventud, su amor por la enseñanza va más allá de soportar largas caminatas y fuertes torrenciales.

Es en honor a todos los maestros rurales que la poeta Madia Morales escribe su canto. Ella misma a sus diecisiete años prestó servicios en la comunidad Puerto Díaz ubicada a unos veintiocho kilómetros de Juigalpa, Chontales y que a la fecha se le conoce como Puerto San José del Lago (San José del Lago) por formar parte de la zona lacustre del gran lago Cocibolca.

A través del análisis del escrito de Madia, de su estructura formal, su riqueza simbólica, su anclaje geográfico e histórico y su tono casi elegíaco, el presente estudio explora cómo el poema trasciende el mero recuerdo personal para convertirse en una definición poética del aprendizaje y en un tributo a la comunidad educativa de las zonas rurales de  Nicaragua.

Yo fui maestra rural

Yo fui maestra rural,
donde el amanecer olía a leña húmeda,
y a tierra bautizada de rocío.
Ahí donde las manos laboriosas,
hacían florecer el pan en la mesa
como una humilde espiga de luz.

Fui maestra en aquellos campos donde el viento
aprendía el nombre de los árboles.
Ahí donde la práctica enseña
que es el amor por los niños
lo que cincela la verdadera humanidad.

En aquel diáfano y verde espacio vi cómo
la paciencia tiene manos de ternura,
y que enseñar a los niños
es tocar su alma,
como toca la lluvia a la semilla:
sin ruido y abundante vida.

Y fui maestra rural en los años ochenta,
esos que rugían
con su polvo de guerra
y sus horizontes de pólvora.
Pero allá,
entre los maizales, los potreros
y el canto obstinado de los zanates,
la tiza dibujaba pequeños amaneceres
sobre la pizarra negra,
mientras la infancia
encendía su lámpara de sueños.

—Maestra, usted debe alimentarse
con sustancia de cabeza de gaspar—
me decía una madre,
con la sabiduría antigua del lago.
Y sin más espera me la servía
como quien sirve esperanza en un tazón de barro.

Las veredas recorridas cada mañana,
los amaneceres con olor a rocío y a madera,
las puertas abiertas,
las miradas limpias,
la campana de aquella escuelita
deshojando el día;
los cuadernos donde florecían las letras
adornadas de versos;
todo ello fue modelando mi destino
como el río pule la piedra
o como el alfarero
acaricia el barro con paciencia.

Enseñar
es sembrar luciérnagas en la noche de los otros,
es dejar un poco de sol
en unas manos pequeñas,
es aprender,
mientras se enseña,
el antiguo oficio de amar la vida.

Análisis del poema

En la tradición lírica nicaragüense, la memoria histórica suele vestirse de épica, épica de trinchera o de manifiesto político. Sin embargo, en «Yo fui maestra rural», la profesora Madia Morales realiza un gesto radical: desplaza el eje de la narrativa de los años ochenta desde el estruendo bélico hacia la quietud germinal del aula campesina. No niega el conflicto —los «horizontes de pólvora» y el «polvo de guerra» están ahí como un trasfondo insoslayable—, pero decide oponerle la «tiza dibujando pequeños amaneceres». Hay en este escrito una ética de la resistencia que no se fundamenta en las armas, sino en el acto cotidiano de nombrar el mundo.

Es un texto de una enorme delicadeza humana y un profundo arraigo histórico e identitario. configurado en verso libredistrófico (estrofas de desigual número de versos, desde tercetos hasta estrofas de nueve versos). No busca la rigidez de la métrica clásica ni de la rima consonante, sino que encuentra su ritmo en la cadencia natural del habla campesina y lírica.

Desde el punto de vista del desarrollo simbólico, el poema establece una profunda dialéctica entre la naturaleza y la técnica artesanal. La labor docente no se concibe como una imposición doctrinaria ni como un ejercicio vertical del saber, sino como un proceso de moldeado orgánico: el alfarero que acaricia el barro, el río que pule la piedra, la lluvia que toca a la semilla «sin ruido y abundante vida». Es una pedagogía del asombro y de la escucha. El docente no es un emisor absoluto, sino un sujeto transformado por la comunidad que lo acoge.

Este diálogo se materializa de manera soberbia en la estrofa del tazón de sopa de gaspar. La inserción de la voz popular:

—«Maestra, usted debe alimentarse…»— no solo territorializa la lírica en la cuenca del Cocibolca y la geografía lacustre, sino que subvierte la jerarquía del conocimiento: el saber ancestral del pueblo nutre al educador. La comida servida en barro es metáfora de la comunión, donde la hospitalidad campesina se convierte en la más alta forma de la dignidad. La entrega de la sopa simboliza la comunión entre la comunidad rural y la maestra.

Estructuralmente, Morales opta por un verso libre de ritmo pausado, sustentado en la anáfora reiterativa del pretérito (Yo fui… / Fui… / Y fui…). Esta construcción no responde al mero capricho formal, sino a la cadencia del testimonio oral, de quien se sienta a rememorar junto a la leña. La musicalidad fluye sin la rigidez de la métrica clásica porque busca parecerse al cauce natural del habla cotidiana, elevándola a categoría poética mediante imágenes de altísimo vuelo sensorial (el olor a leña húmeda, el viento aprendiendo el nombre de los árboles, la campana deshojando el día).

«Yo fui maestra rural» trasciende el marco de la autobiografía para convertirse en un tratado de filosofía pedagógica. Madia Morales nos recuerda que la verdadera educación es un oficio de penumbra y destello: «sembrar luciérnagas en la noche de los otros». En un entorno donde la historia amenazaba con devorarlo todo, el poema rescata la infancia como el territorio sagrado donde la luz todavía es posible. Transforma la memoria de la educación rural en una epopeya cotidiana. Logra un equilibrio formidable al contraponer el estruendo de la guerra con la ternura silenciosa del aula campesina, dejando como mensaje final que enseñar no es transmitir datos,

Es, en última instancia, una obra de una profunda honestidad lírica, que rechaza el panfleto para abrazar la dimensión más perdurable de la poesía: el antiguo y silencioso oficio de amar la vida.

Hermógenes L. Mora

Voltar

Facebook




Marizela Ríos Toledo

Alexander Anchia

Entrevista com la poeta mexicana Marizela Ríos Toledo

Logo da Seção Entrevistas ROLianas
Logo da seção Entrevistas ROLianas

Conozco a la poeta mexicana Marizela Ríos Toledo con una trayectoria poética importante en su país.

Poeta de lo cotidiano, de lo existencial de lo hondo y profundo. Tuve la posibilidad de compartir personalmente con la poeta durante el Encuentro de Poesía: Tras las Huellas del Poeta, celebrado durante el 2016 en Chile.

Desde esa fecha hemos compartido aventuras poéticas.

Aquí está la entrevista que le hicimos.

Marizela Ríos Toledo - Arquivo pessoal
Poeta Marizela Ríos Toledo – Arquivo pessoal

1-En pocas palabras o en palabras poéticas. ¿Quién es Marizela Ríos Toledo? 

Soy una mujer  mexicana de la etnia zapoteca vinculada al poema de vida de mi origen: flor y canto. La poesía, la literatura en mí, son raíz y sangre. 

2-¿Por qué escribes poesía, ¿qué te lleva a esa “locura”, si pudiésemos pensar de eso en estos tiempos?

Escribo poesía como acto de fe, porque creo en el poema como organismo que fluye, que no deja de moverse y busca cautivar con voz e imagen, un breve momento que vincule el ser y el no ser. Creo en lo humano que también es lenguaje y movimiento y en repetidas ocasiones es alguien que no es. La poesía lo transfigura, el cometido de la palabra causa el efecto.  

3- ¿Cómo debe escribirse o concebirse la poesía, para sobrevivir en estos tiempos posmodernistas?

La poesía no depende sólo del tiempo o de la moda, es una necesidad humana. En la posmodernidad hay varias dificultades para los que escribimos poesía: hay mayor rapidez que contemplación. La abundancia de voces nos hace pensar que todo está dicho. La mercadotecnia valora lo que vende no lo que permanece. Entonces, ¿cómo sobrevivir como poeta? Sin duda, no pensar en sólo publicar, sino aprender a mirar y comprender que todo lo que existe, lo que es más allá de la materia, es poesía. Escribir siempre, incluso cuando nadie parece escuchar. La poesía empieza cuando nos negamos a dejar de asombrarnos. El poema es un instrumento que funciona para cuestionar la realidad. Es mejor considerar que la tarea de la poesía consiste en encontrar un lenguaje que nos haga respirar el presente. Para sobrevivir en la poesía, se necesita ser fiel a la necesidad de hacerlo.

4- ¿Cuáles han sido tus referentes poéticos, o quiénes te han influenciado?

Son innumerables los enfoques y tendencias que en mí han influido: desde Simias de Rodas, Los poetas malditos, Arthur Rimbaud, César Vallejo, Vicente Huidobro, Anne Sexton, Octavio Paz, Gabriel Zaid, Rafael Cadenas,  Simone de Beauvoir Incluyo a Silvia Kristeva que me ha ayudado a darle apertura en la poesía a la abyección, que en el arte se exalta. 

De izquierda a derecha maestra en Literatura Leticia Luna directora de la Casa Museo; Poeta Marizela Ríos Toledo. y doctora mexicana Lilvia Soto, doctora en Letras y Literaturas Hispanas - Arquivo pessoal
De izquierda a derecha, Leticia Luna, maestra en Literatura y directora de la Casa Museo Octavio Paz ; poeta Marizela Ríos Toledo. y Lilvia Soto, doctora en Letras y Literaturas Hispanas – Arquivo pessoal

5- Sería utópico hacerlo, pero si por un momento tomásemos el tratado de Nietzsche en cuanto a lo Dionisiaco y Apolíneo y pudiésemos ubicar en lo Dionisiaco a Sabines y en lo Apolíneo a Octavio Paz, ¿a cuál estilo te acercarías más con tu poesía, o buscarías un punto medio?

Octavio Paz, él tiende a construir el poema como una forma de conocimiento, sus imágenes son meticulosamente cuidadas, su reflexión filosófica es constante, Se interesa por el tiempo el lenguaje, la conciencia; hace parecer que piensa mientras escribe. 

6- ¿Cuál libro tuyo nos recomiendas para un lector primerizo y cuál es más apropiado para un lector ávido y amante de la lectura de la Poesía?

1.- Ad Libitum: estrategias de poesía: largo aliento, poemas visuales, poemas trabajados como flash o instantánea. Vida y muerte están presentes.

  2.- Poesía en fuga: lenguaje directo, busco rescatar palabras que han llegado a convertirse en mercancía sin idealizar el pasado, sino para impedir que desaparezcan de la experiencia humana al convertirse  extremadamente sensibles o románticas.

7- Finalmente déjanos unas dos estrofas de un mismo poema o de diferentes poemas para el público lector que podamos degustar.

EVA

Aborrezco tu nombre
Cargo la indignación de convertir en polvo
el azar que anhelo
y no enfrascarme en la rutina de cargar
con lo que no quiero ser.

No hay existencia que mw aloje,
no perdurarán mis vísceras en la nada.

Creada para ser perfecta, desplazándose con laxitud,
el hombre aprueba tu proporción

Abres la mano para atrapar el fruto
Sin saber de tu sometimiento.

Aquí estoy,
cuando el corazón engaña y niega la muerte que desea.

¿Qué temor esconde la serpiente?
¿Eres la que se desliza y rezume en su semblante
los miedos que anteceden a su imagen?

¿Soy yo la que atestigua tu ingenuidad,
la que sonríe y miente,
la cobarde que te cree ajena
y te siente junto al alma?

¿Somos todas?”
¿<<Aquellas<< las de <<ahora<<, las arrinconadas
somos tú?

Me cuesta encontrarme, extravié la perspectiva,
no alcanzo a distinguir más allá de los edificios
que frente a mí persisten,
no encuentro la luna que desde el tragaluz,
con una mirada acortaba su distancia.

Pesa tu nombre, Eva.
Me asfixia tu manzana.

LEVIATÁN

¿Cómo le explico al obstinado árbol de la vida
que comparto cautiverio con la serpiente?
¿Que mi temblor es la corazonada
que eterniza en el cerebro el vuelo de la mariposa?

La sal trago para reparar mi abatimiento.
Sibarita mi cerebro, escucha el zumbido de la arteria
que persiste en su prontuario imaginado.

El diablo, que está a punto de atraparme,
dudo que me conozca,
es ceniza de otro fuego.

Mi suerte tiene el olor del mar,
es la roca que la tendencia del cangrejo elige.

Imposible huir, soy
la serpiente
la mariposa
la sal
el miedo

Es mi código,
el argumento guardo para que nadie me rodee.
Estoy excluida del rumor y no encuentro enigma en el silencio.
Confieso que toda ciudad me cautiva. Estimula su lengua,
no me sorprende su falta de misterio.

Cada espacio acicala la realidad que salta o se sumerge en un escombro,
en un claro.
Al mismo tiempo que el miedo grita en su guarida.

Que el diablo deje en libertad mi confundido paraíso.

Alexander Anchia

Voltar

Facebook




L’eucarestia della storia

Maria Teresa Liuzzo: ‘L’eucarestia della storia’

Maria Teresa Liuzzo
Maria Teresa Liuzzo
Imagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/53818f283c05a708?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all

Un altro anno è passato, nel mormorìo assordante dei media, che ci riempie la testa di vuoto e inutili parole, nell’ignoranza concettuale e formale, tra la galassia frustrante delle tante case editrici, che ostacolano la vera cultura, la vera letteratura, proponendo libri squallidi, da quattro soldi, prodotti solo per ottenere il lauto compenso.

Intanto l’ignoranza collettiva cresce: si legge sempre meno poesia. Non si capisce più il linguaggio aulico, e molto spesso si scambia la prosa per lirica. Sono cambiati i tempi, sono cambiati i valori e i giudizi: è cambiato il modo di rapportarsi a questi valori.

Eppure la cultura va avanti, tra stili prosastici e prosodici, sobri e antipoetici, tra poesia d’élite e popolare, tra stile di qualità e i retrobottega dei correlativi oggettivi, tra vera e falsa poesia. E dietro e dentro tutto questo, l’inefficienza dei critici, sempre di più votati all’oscuro, deboli nel valutare o di parte.

Eppure la mia scrittura va avanti, con la grinta e la qualità che possiede, credendo nei valori di quei molti autori che la sostengono e, soprattutto, ancora, nonostante i tempi, in quel ‘ concetto universale di letteratura romantica” improntata sull’amore, sulla ”rinascenza umana” e sulla qualità dello stile.

Forse è chiedere troppo a questo tempo votato al ”consumismo” e all’incivilimento: ma decisamente, siamo convinti che nonostante il perdurare dell’imbarbarimento, il nostro messaggio andrà avanti e non passerà con gli anni!

Ogni arte parla dell’umanità all’umanità e come la poesia, la Fede e l’Amore, non si possono spiegare. Si possono soltanto vivere. E’ il pellegrinaggio della parola che simboleggia la povertà di un mondo nella ricchezza del cuore, perché nell’umiltà della stessa c’è il punto di partenza che ci avvicina a Dio e l’equilibrio tra Natura e Arte.
La presenza di un respiro che non si impone a cambiare le regole del sapere per prevaricare sugli altri. Sia un alfabeto di ”voci ” l’Eucarestia della Storia ”. Ai posteri l’ardua sentenza!

Maria Teresa Liuzzo

Voltar

Facebook




Cidadania do amor

Conheça Elias Farias, o escritor que transformou seu amor em um livro

Cidadania do Amor
Cidadania do Amor

Quem disse que o romance saiu de moda?

O escritor e poeta Elias Farias está aí para provar o contrário.

Paranaense de nascimento, mas morador de Limeira, no interior de São Paulo, ele transformou o seu próprio casamento em inspiração literária.

Elias Farias
Elias Farias

Tudo começou de um jeito muito bonito e simples: Elias escrevia poesias românticas para a sua esposa, dona Maria das Dores Farias.

Ele colocava no papel aquele ditado que todo mundo conhece, mas invertido: escrevia exatamente “o que os olhos não veem, mas o coração sente”.

Com o tempo, essas declarações de amor guardadas em casa foram crescendo, e foi aí que surgiu a ideia de juntar tudo e publicar o seu primeiro livro, o emocionante “Cidadania do Amor”.

Sempre escrevendo com o coração e falando sobre os sentimentos mais sinceros, o autor não planeja parar tão cedo.

Para a alegria dos leitores, Elias Farias já avisou que vem muita novidade por aí: em breve, ele vai lançar um livro de romance novinho e, além disso, já está preparando uma história infantil.

Vale a pena acompanhar de perto os próximos passos desse escritor que usa a literatura para espalhar o amor verdadeiro pelo mundo!

REDES SOCIAIS DO AUTOR

CIDADANIA DO AMOR

SINOPSE

Cidadania do Amor nasceu para gritar o que a cidade esconde.
Mostrar que o amor é maior que todas as coisas.
Maior que o prédio que arranha o céu.
Maior que o hospital que não cura o coração.
Maior que a delegacia que não prende a saudade.
Maior que o supermercado que não mata a fome da alma.
Maior que a joalheria vendendo joias que não brilham mais que o corpo da mulher amada.
Mistura conto e poesia para cumprir a missão: te ensinar o amor verdadeiro.
A lei que não está no papel. Está no DNA. Código do coração.
A única que te liberta desta prisão com trancas abertas
E transforma, como um ipê se despindo das folhas para ser flor.
Que prova que quem vive de amor nunca morre.
Porque no fim tudo se acaba.
Mas quem ama permanece para sempre.
Porque o amor suporta todas as coisas e ultrapassa o infinito.
Se você já entendeu que ter a cidade toda não vale nada sem ter a si mesmo, sua cidadania está pronta.
amor é maior. E te espera na página 1.
Neste livro você vai aprender:

  1. A sair da cela com trancas abertas onde ego ferido e coração partido te prendem.
  2. A lei do DNA: o amor verdadeiro que não está no código penal, mas cura o que a cidade adoece.
  3. Como virar ipê: perder todas as folhas da dor e florescer em amor que nunca morre

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

Cidadania do Amor
CIDADANIA DO AMOR

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




J. H. Martins

A Magnitude de um Imortal que traduz o Mundo em Palavras

J.H.Martins
J.H.Martins

No universo das letras, existem trajetórias que se constroem por décadas no silêncio da alma até explodirem em uma produtividade fenomenal.

J.H. Martins (José Henriques Martins) é a personificação dessa força.

Carioca, com cidadania Portuguesa, casado com a colunista que voz escreve.

Tem 3 filhos: Myriam, Raphael e Hannah, e dois netos incríveis Mariah e Miguel.

Presidente e membro fundador da Academia de Letras de Indaiatuba (ALI), ocupante da Cadeira nº 1, tendo como Patrono Machado de Assis.

Membro vital do Conselho Editorial do Jornal ROL, Martins não apenas ocupa espaços; ele os transforma.

Em apenas quatro anos de carreira editorial, consolidou um legado que o coloca como uma das figuras mais premiadas e essenciais da literatura contemporânea.

O Pilar do Jornal ROL e a Visão Tecnológica

Antes de mergulharmos em sua vasta bibliografia, é preciso destacar o papel de J.H. Martins nos bastidores da cultura.

Além de sua sensibilidade literária, ele exerce uma função estratégica como Editor Setorial de TI, unindo sua expertise de Engenheiro de Software à comunicação jornalística.

No Conselho Editorial do ROL, sua voz ajuda a nortear os rumos deste veículo que há 31 anos é baluarte das artes no Brasil.

Sua atuação é a síntese perfeita do homem renascentista: aquele que domina a ciência exata e a arte profunda.

Uma Bibliografia de Impacto: A Jornada de um Autor Prolífico

A produção de J.H. Martins é um mosaico de experiências vividas em três continentes.

Abaixo, percorremos sua bibliografia solo, onde cada obra é um capítulo de sua própria metamorfose:

  • Nath: A Jornada do Despertar (Vol. 1): O marco inicial de sua carreira pública em 2022. *
  • Fragmentos, Pedaços de mim: Poesia, pensamento, desabafo, amor, esperança e tudo o que há em um coração cheio de sentimentos.
  • Poemas de Mim Mesmo: Um mergulho introspectivo e revelador.
  • P.E.R.D.O.A.R. O Caminho para a Evolução Espiritual: Um guia leve e inspirador sobre evolução espiritual, autoconhecimento e transformação pessoal.
  • CNV. Comunicação não violenta: Um guia prático de Comunicação Não Violenta que ensina a expressar-se com empatia, escutar com clareza e transformar conflitos em diálogos construtivos.
  • Emergência. Onde o tempo não passa (Baseado em Fatos Reais): Onde o realismo e a urgência da vida se encontram.
  • Aspergir Versos: Sua voz lírica em forma de poesia
  • O que li este ano: Planner literário para auxiliar a organizar leituras e opiniões sobre leituras.
  • Leve, Livre e Solta. A sensualidade em poesia e prosa: Uma celebração da sensualidade madura, unindo poesia e prosa para exaltar o desejo, o respeito e a liberdade após os cinquenta.
  • Libélula da Esperança: A sensibilidade que acolhe o leitor em momentos de reflexão.
  • Névoa Fatal: O thriller psicológico que o consagrou como Best Seller e mestre do suspense.
  • Prompt – A Arte de Pensar para a IA: Sua obra mais vanguardista, onde apresenta o inovador método PODCE, unindo tecnologia e escrita.

Também tendo participações em importantes antologias e coletâneas, sendo 20 obras até o momento.

A Consagração Internacional e o Legado de um Imortal

O reconhecimento de J.H. Martins é um fenômeno sem fronteiras.

Sua atuação em instituições como a NALAP (Portugal), a AILB (EUA) e como Chanceler Honorário no Reino Unido reflete seu papel como embaixador da cultura.

As honrarias, como o Prix Parisien de Littérature e a Comenda Nelson Rodrigues, são apenas reflexos de uma vida dedicada à excelência.

Escrever sobre ele é falar de um homem que, ao lado desta colunista que vos escreve, constrói uma parceria de vida e arte há dez anos.

Ver sua obra ser estudada e premiada é a confirmação de que a literatura brasileira encontrou em J.H.Martins um de seus mais competentes operários.

REDES SOCIAIS DO AUTOR

RESENHAS

Nath- A Jornada do Despertar

Sinopse

O contexto geral deste livro se passa na Zona Norte de São Paulo, onde a protagonista Nath mora e estuda.

Ela é uma adolescente que está prestes a ingressar no primeiro ano do ensino médio.

E tem somente uma coisa em mente: encontrar o primeiro amor e dar o primeiro beijo.

Já no primeiro dia de aula, entre abraços e boas vindas dos colegas e amigas, ela conhece dois novos alunos, Greg e Lucas, que mudarão seu destino e a fará entender muito sobre si mesma.

No primeiro momento Nath se encanta por Lucas, o moreno skatista e pelo encanto de Greg, o loiro mais cobiçado da escola.

Acontece o primeiro beijo e ela tem um namorado. Está em êxtase! Chama suas amigas nas redes sociais como de costume para desabafar e pedir conselhos.

Por que apesar de estar feliz com seu namorado, não consegue parar de pensar nos sentimentos que o outro faz ela ter.

Nath é uma adolescente espiritualizada e acaba tendo sonhos estranhos e encontros astrais com seres de outra dimensão que será de suma importância no decorrer da estória.

Larissa, uma colega de Nath na escola, passa ser a sua arquirrival, após ela descobrir que sua colega mexe com o coração de seu namorado.

Muitas coisas estranhas acontecem com Nath, Lucas e Greg. Acontecimentos graves se dão, envolvendo esses personagens. Muitas emoções envolvem esse livro.

O livro é o primeiro da trilogia Nath, que traz uma mensagem de amor, espiritualidade, resiliência e empatia.

Um romance adolescente, com uma pegada, cômica, policial, dramática e esotérica.

Um livro que vai te prender, tenha você 13 ou 130 anos.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

Fragmentos – Pedaços de Mim

Sinopse

Fragmentos

Poesia, pensamento, desabafo, amor, esperança e tudo o que há em um coração cheio de sentimentos.

Fragmentos é assim.

A essência de uma alma cheia de virtudes e defeitos como todas, mas com a pura vontade de ser feliz.

Fragmentos é ele, nu de preconceitos e medos.

É ele, atento ao mundo, e mostrando a que veio.

Fragmentos são pedaços dele, que se somam ao mundo para fazer a humanidade mais feliz.

É uma obra escrita através de Poema, Poetrix e Aldravia.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

Poemas de mim mesmo

Sinopse

Em um mundo conturbado, cheio de muitas inconsistências , um sopro de alívio em forma de poemas, pode nos encher de animo e esperança.

Aplaque as dores, reforce sua esperança e entenda que, à vezes, a única forma de descansar é se refugiar em um cantinho, ler uma bela poesia e se deixar levar nas asas da imaginação.

Viaje nestes versos e descanse sua alma.

P.E.R.D.O.A.R – O Caminho para a Evolução Espiritual

Sinopse

P.E.R.D.O.A.R. em síntese, é um caminho na busca da evolução espiritual e a elevação da consciência humana.

A transformação para se tornar um ser humano melhor através de um processo contínuo de crescimento pessoal e desenvolvimento visando melhorar aspectos da sua personalidade, comportamento e valores para se transformar em uma pessoa mais compassiva, ética, responsável e realizada.

P.E.R.D.O.A.R. apresenta as oito áreas a serem consideradas durante esse processo de evolução espiritual.

Lembre-se de que essa transformação é um processo único e pessoal, e não há um caminho único que funcione para todos.

É importante acomodar essas áreas às suas próprias circunstâncias e objetivos pessoais.

A jornada de autoconhecimento pode ser desafiadora, mas também pode ser incrivelmente gratificante à medida que você se torna uma versão mais autêntica e melhorada de si mesmo.

Diferente de tudo que você já leu, J.H.Martins nos proporciona uma busca maravilhosa e delicada no caminho da espiritualidade.

Um livro leve, simples e muito inspirador.

CNV- Guia Rápido sobre Comunicção não Violenta

Sinopse

Em um mundo cada vez mais marcado por julgamentos e reações impulsivas, J.H. Martins apresenta o Guia Rápido para a Comunicação Não Violenta, uma introdução prática e objetiva à arte de comunicar-se com empatia e clareza.

Inspirado nos princípios da CNV, desenvolvida por Marshall Rosenberg, este guia mostra que é possível transformar a maneira como nos expressamos e ouvimos, abrindo espaço para diálogos mais significativos e conexões verdadeiras.

Com uma abordagem direta, o livro oferece ferramentas simples para lidar com conflitos do dia a dia, abordando tópicos como a distinção entre observação e julgamento, a prática da escuta empática e a importância de expressar sentimentos e necessidades de forma clara e sem acusações.

Ideal para quem busca melhorar a comunicação em ambientes pessoais, familiares ou profissionais, este guia apresenta exemplos práticos e dicas para aplicar a CNV com facilidade.

Este é um convite para pausar, refletir e escolher conscientemente palavras e ações que fortalecem vínculos e evitam desgastes emocionais.

Seja para mediar conflitos ou melhorar relacionamentos, o Guia Rápido para a Comunicação Não Violenta é uma leitura essencial para quem deseja promover a empatia e construir um mundo mais colaborativo.

Emergencia- Onde o tempo não passa

Sinopse

Esta é uma história baseada em fatos reais. “EMERGÊNCIA: Onde o Tempo Não Passa” acompanha a jornada de Mauro, que, após uma cirurgia de tireoidectomia total, é internado na emergência com complicações severas de hipocalcemia.

Preso a drenos, monitores e exames invasivos, ele encara o caos e a solidão desse ambiente, onde o tempo parece não passar e cada minuto se arrasta como uma eternidade.

Entre pacientes que chegam e partem, gritos de dor, e momentos de silêncio sufocante, Mauro não luta apenas para recuperar seu corpo, mas também para preservar sua sanidade emocional.

O amor e a presença constante de sua esposa, Isabel, tornam-se a âncora emocional que o mantém firme diante da incerteza e do desespero.

Durante essas longas horas, ele reflete sobre a fragilidade da vida e o quanto a fé e a esperança podem ser essenciais em momentos de crise.

Esta é uma história comovente e intensa, que nos faz questionar como pequenos gestos de amor e resistência silenciosa podem nos levar além do sofrimento.

No limite entre a espera e a recuperação, Mauro descobre que, mesmo quando o tempo não passa, o amor nos conduz para frente.

Aspergir Versos

Sinopse

Aspergir Versos é um convite a quem busca nas palavras o bálsamo das emoções sublimes.

Neste livro, cada poema emerge como uma gota de luz, borrifada sobre a alma com a suavidade do amor, a fortaleza da esperança e a ternura da empatia.

J.H.Martins tece, com sensibilidade, um manto de resiliência e aceitação, costurando com delicadeza a felicidade que permeia os desafios da vida.

Através de versos delicados, que ecoam como uma chuva serena, o autor transforma sentimentos universais em poesia atemporal, inspirando leitores a encontrar beleza no cotidiano e na jornada interior.

O que li este ano

Sinopse

“O que li este ano” é o companheiro ideal para todo amante da leitura.

Com espaço para registrar até 50 livros lidos, este livro é um diário literário personalizado, onde você pode anotar suas leituras, atribuir uma nota e escrever suas impressões sobre cada obra.

Se você já teve aquele momento em que não se lembrava exatamente do que achou de um livro lido há meses, este é o lugar perfeito para organizar suas reflexões e ter fácil acesso às suas opiniões.

Mais do que um simples registro, “O que li este ano” é uma ferramenta prática para acompanhar sua evolução literária, revisitar suas análises e até mesmo recomendar livros com base nas suas próprias notas.

Ideal para quem gosta de ter suas leituras sempre à mão, este diário será o seu guia pessoal para lembrar e reviver cada página que te marcou ao longo do ano.

Leve, Livre e Solta- A Sensualidade em Verso e Prosa

Sinopse

Em Leve, Livre e Solta, J.H. Martins explora a sensualidade com delicadeza e profundidade, celebrando a maturidade como um campo fértil para o desejo, o respeito e o amor.

Este livro é um convite a despir-se, não apenas das roupas, mas das convenções, inseguranças e velhas expectativas, revelando a essência de uma sensualidade refinada pelo tempo.

Nas páginas desta obra, poesia e prosa se entrelaçam para homenagear homens e mulheres que descobriram, após os cinquenta anos, que o prazer não está na pressa, mas na entrega sincera e cuidadosa.

Os versos exaltam o toque como um diálogo que acolhe e cura, onde o corpo é visto como um templo a ser admirado, não como um território a ser conquistado.

Aqui, a mulher madura assume o protagonismo de seus próprios desejos, conduzindo com segurança e convidando o parceiro ou parceira a compartilhar uma jornada de cumplicidade e respeito mútuo.

Leve, Livre e Solta transcende a juventude física, celebrando o erotismo que nasce do olhar vivido, do toque paciente e do amor que floresce com a experiência.

É uma obra para ser sentida, vivida e compartilhada, uma dança de palavras e emoções que abraça o leitor em sua humanidade mais pura.

Um tributo à beleza da maturidade e à liberdade de se ser, simplesmente, humano.

Libélula da Esperança

Sinopse

“Até um haiku de três linhas pode carregar o voo de um pássaro milenar.” – J.H.Martins

Neste livro, cada poema é um instante suspenso: a tristeza que se dissolve como neve ao sol, o amor que persiste mesmo quando mudo, a esperança que pousa frágil como asas de libélula.

São versos que falam de mudança, estações da alma, cicatrizes que viram flores e de redenção, não como um fim, mas como o rio que, depois da queda, aprende a ser mar.

“Entre a sombra e o voo, um haiku pode ser asas ou lágrima — ou ambos.” – J.H.Martins

Névoa Fatal

Sinopse

Em uma cidade onde a névoa parece respirar e guardar segredos, o silêncio é mais perigoso que a verdade.

Monte Escuro sempre foi um lugar onde nada acontece, até que um corpo é encontrado na porta da igreja, com um bilhete enigmático nas mãos: “Ele sabe.”

A morte de Rafael, aparentemente sem explicação, desperta a atenção da jornalista Isabel Martins, uma mulher movida por instinto, memória e uma inquietação que vai além do dever profissional.

Ao investigar o caso, Isabel descobre que aquela não é a primeira história mal resolvida da cidade. Sete anos antes, um jovem chamado Fabrício desapareceu sem deixar rastros.

Conforme pistas fragmentadas surgem, um caderno cheio de anotações, uma medalha marcada com iniciais misteriosas, um diário escondido e lembranças que ninguém quer revisitar, Isabel percebe que as duas histórias estão perigosamente conectadas.

Quanto mais ela avança, mais a cidade se fecha.

A fé, o poder, os silêncios coletivos e a própria névoa parecem proteger algo que não deve ser revelado.

Em Monte Escuro, perguntar demais pode ser fatal.

Entre segredos enterrados, memórias distorcidas e uma atmosfera psicológica sufocante, Isabel se vê presa em uma investigação que deixa de ser apenas jornalística e se torna pessoal.

Porque o desaparecido não é apenas parte da história.

Névoa Fatal é um thriller psicológico denso e hipnotizante, onde realidade e paranoia caminham lado a lado, e cada página conduz o leitor por uma trama de suspense, mistério e tensão crescente.

Um romance que questiona: até onde vai a verdade quando uma cidade inteira decide protegê-la… ou escondê-la?

Prompt- A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial.Como transformar ideias em resultados com clareza, estrutura e direção

Sinopse

Vivemos uma nova era.

A inteligência artificial está acessível a todos, mas poucos realmente sabem usá-la com eficiência.

A maioria pede… poucos direcionam.

E essa diferença muda tudo.

Neste livro, você vai descobrir que o verdadeiro problema não está na IA, mas na forma como pensamos e nos comunicamos.

deias confusas geram respostas genéricas.

Pensamentos estruturados geram resultados poderosos.

Por meio do método PODCE (Papel, Objetivo, Detalhe, Contexto e Estrutura), você aprenderá a transformar qualquer pedido em uma instrução clara, precisa e executável.

Mais do que ensinar prompts, este livro ensina algo muito mais profundo:
— Como organizar o pensamento;
— Como eliminar ambiguidade;
— Como comunicar com precisão;
— Como transformar intenção em resultado.

Você não vai apenas aprender a usar inteligência artificial.

Você vai aprender a pensar de uma forma que ela possa executar.

Porque, no fim, quem domina a clareza… domina os resultados.

OBRAS DO AUTOR

Nath- A Jornada do Despertar
Nath- A Jornada do Despertar

Fragmentos Pedaços de Mim
Fragmentos- Pedaços de Mim

Poemas de Mim Mesmo
Poemas de Mim Mesmo

P.E.R.D.O.A.R
P.E.R.D.O.A.R

C.N.V
C.N.V

Emergência
Emergência

Aspergir Versos
Aspergir Versos

O Que Li Este Ano
O Que Li Este Ano

Leve, Livre e Solta
Leve, Livre e Solta

Libélula da Esperança
Libélula da Esperança

Névoa Fatal
Névoa Fatal

Prompt- A arte de Pensar para a Inteligência Artificial
Prompt- A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira