A saga do Aedo de Copas

Entre versos e intensidade, a poesia sensível de Léo Abreu

A saga do Aedo de Copas
A saga do Aedo de Copas

Após a estreia com o envolvente “Ouro, Prata e Silêncio”, em que misturou aventura, mistério e relações humanas, o autor baiano Leonardo Abreu Amorim Neves apresenta agora um novo lado de sua escrita: mais íntimo, mais denso e profundamente poético.

Léo Abreu
Léo Abreu

Formado em Comunicação Social, músico, compositor e poeta, Léo Abreu carrega em sua trajetória uma forte ligação com a arte em suas diversas formas.

Natural de Paramirim, no interior da Bahia, construiu um caminho marcado pela música, pela literatura e pela participação em coletivos artísticos, experiências que ecoam diretamente em sua escrita.

Em A Saga do Aedo de Copas, essa multiplicidade se revela de forma ainda mais intensa.

O livro é um mergulho na poesia, ora mais rebuscada, exigindo atenção e contemplação do leitor, ora mais contemporânea, direta e pulsante.

Os poemas se organizam por temas, formando capítulos que conduzem o leitor por diferentes estados emocionais, quase como uma travessia interna.

É uma leitura que desafia e acolhe ao mesmo tempo.

Se, por um lado, a linguagem mais elaborada convida a uma leitura cuidadosa, por outro, o conteúdo é profundamente humano, sensível e bem definido, tocando em sentimentos universais e experiências que ecoam em quem lê.

O prefácio, por si só, já prepara o leitor para essa jornada, com uma força e uma beleza que antecipam o que está por vir.

Mais do que uma coletânea de poemas, a obra se apresenta como uma construção artística consistente, em que cada palavra parece escolhida com intenção, ritmo e emoção.

A Saga do Aedo de Copas é um convite.

Um convite a sentir, a refletir e a se permitir mergulhar em uma escrita que não tem pressa, mas tem profundidade.

Um livro para ser lido com o coração aberto, em que a poesia não apenas se apresenta…
Mas permanece.

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OBRAS DO AUTOR

Ouro, Prata e silencio
Ouro, Prata e Silêncio

A saga do Aedo de Copas
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Luciana Fisher

Escrever para existir

Luciana Fisher
Luciana Fisher

Você se lembra do que queria ser antes que o mundo começasse a opinar?

Luciana Fisher lembra.

Antes da economia, antes de Nova York, antes dos diagnósticos médicos, havia uma menina que organizava lançamentos de livros imaginários no próprio quarto.

Assinava autógrafos para leitores invisíveis e acreditava, com convicção infantil, que seria escritora.

A dislexia tornava o sonho improvável. Ler exigia esforço redobrado. Escrever, paciência. Ainda assim, o desejo permaneceu.

hospitalidade, longas jornadas e resultados concretos.

Mais tarde, a economia entrou em cena como campo de estudo e reflexão, oferecendo espaço para uma mente analítica.

Surgiam em guardanapos, cadernos, anotações soltas.

Sempre havia um fio puxando de volta para a escrita.

O adiamento virou hábito. “Depois” tornou-se resposta automática.

Até que o mundo parou.

A pandemia interrompeu a rotina e abriu uma brecha.

No silêncio global, Luciana voltou a escrever, não como projeto, mas como prática.

Não para provar algo, mas para existir com mais inteireza.

Meses depois, aos 38 anos, veio um diagnóstico avassalador de câncer de mama.

A experiência alterou a percepção do tempo, não como fim, mas como ponto de decisão, urgência e partida.

Em junho de 2025, aos 43 anos, nasceu Sob a Superfície (Beneath the Surface).

Mais do que uma coletânea de poemas, o livro convida o leitor a atravessar uma narrativa que entrelaça versos e memória.

Cada página conduz a uma travessia emocional que revela camadas com delicadeza.

Embora parta da história da autora, a experiência nunca é idêntica. Cada leitura é singular. Cada leitor encontra as próprias perguntas, lembranças e respostas.


“O livro se autoescreveu ao longo da minha vida, conforme eu refletia em prosa e poema as dores, os amores, as perdas, as vitórias e as alegrias através dos anos.”

Luciana Fisher


Hoje, estudante de Ciências Sociais com concentração em Economia na NYU, Luciana divide a trajetória entre pesquisa, performance poética e novos projetos literários e artísticos.

Já se apresentou em espaços icônicos da cena literária nova-iorquina, como o Nuyorican Poets Café e o Bowery Poetry Club.

A escritora que um dia imaginou leitores invisíveis agora escreve para leitores reais, mas a essência permanece a mesma: compreender e ser compreendida.

Sob a Superfície está disponível em português e inglês, com edições em francês e espanhol previstas para fevereiro e março de 2026.

E a jornada continua.

No momento, Luciana trabalha em três novos livros, além de uma nova coletânea de poesias.

Este é apenas o começo.

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SOB A SUPERFÍCIE

SINOPSE

Em Sob a Superfície, Luciana Fisher convida o leitor a uma jornada íntima através do amor, da perda, da identidade e do renascimento.

Com uma honestidade cortante e uma graça lírica, esta coletânea de poemas dá voz às lutas silenciosas que todos enfrentamos, e às verdades que nos conectam.

Os poemas de Luciana exploram temas como o luto, a transformação e o amor em suas múltiplas formas.

Cada texto é um convite à pausa, à reflexão, à busca pela própria história dentro das palavras.

Seja navegando as complexidades dos relacionamentos, lidando com a dor da perda ou redescobrindo quem se é, esses poemas oferecem acolhimento e inspiração para quem procura sentido nos momentos mais vulneráveis da vida.

A voz de Luciana Fisher é autêntica, profunda, empática e ferozmente honesta, com um ritmo que é ao mesmo tempo pessoal e universal.

Entre nesta exploração sincera da experiência humana, e descubra o que vive Sob a Superfície e Por Trás das Linhas.

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OBRA DA AUTORA

Sob a superfície
Sob a superfície

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Tapete de capim no asfalto

Luan Aversa: poesia que floresce entre o campo e o asfalto

Tapete de Capim no Asfalto
Tapete de Capim no Asfalto

O jovem poeta Luan Cristiano Aversa, conhecido como Luan Aversa, carrega em seus versos a doçura da saudade e o encanto das pequenas coisas.

Luan Aversa

Nascido em Piracicaba (SP), o autor soube desde cedo transformar em palavras a delicadeza do que o rodeava: o barulho da cidade, o movimento das ruas, o cheiro de terra molhada que ainda mora na lembrança do campo.

Formado como Tecnólogo em Alimentos e Técnico em Publicidade e Propaganda, Luan une sensibilidade e observação apurada em cada poema.

Seu olhar poético começou a se revelar ainda na adolescência, por volta de 2012 e 2013, quando percorria os caminhos da cidade durante seus cursos.

Foi nesse cotidiano urbano que nasceu a inspiração para sua primeira obra publicada, Tapete de Capim no Asfalto.

Mais do que um título, o livro é uma metáfora que traduz o espírito de suas poesias, o encontro entre o verde da natureza e o cinza da cidade, entre a lembrança do campo e a correria do urbano.

Em cada verso, Luan Aversa costura sentimentos e imagens com simplicidade e lirismo, criando um tapete onde o leitor caminha entre memórias, sonhos e reflexões sobre o viver contemporâneo.

Com apenas 28 anos, o poeta revela maturidade e ternura em sua escrita, oferecendo ao leitor um respiro poético em meio ao cotidiano.


“Escrevi boa parte da obra na adolescência, inspirado pela urbanidade que observava. Hoje percebo o elo entre aquelas poesias, nascidas dos trajetos que eu fazia pela cidade”

LUAN AVERSA


Tapete de Capim no Asfalto marca o início de uma jornada literária promissora.

E Luan Aversa já sonha alto: novos projetos, outros gêneros e públicos o aguardam.

Sua poesia, no entanto, permanece fiel à essência, olhar o mundo com calma, sentir o vento, ouvir o silêncio entre os ruídos da cidade.

Um poeta jovem, mas de alma antiga, que faz da palavra um abrigo entre o asfalto e o capim.

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TAPETE DE CAPIM NO ASFALTO

SINOPSE

Como um tapete de capim brotando no asfalto, se inspirando em temas como a cidade e a natureza e esse contraste, a primeira parte desta antologia predomina essa temática.

Esse projeto vem dos trajetos a pé que o autor presenciava nesse entorno com um olhar único durante o caminho para os vários cursos, como os de idiomas que fazia na época.

Reunir a obra foi um trabalho de curadoria própria em olhar os temas e definir a seleção que a comporia.

A antologia ainda conta com uma crônica inédita que mostra a habilidade em prosa além das poesias do autor.

Colocar no papel o que o engenho e a tinta na arte lhe possibilitam é tarefa árdua, mas que faz com gosto, gosto de café quentinho e passado agora pouco…

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OBRA DO AUTOR

Tapete de Capim no Asfalto
Tapete de Capim no Asfalto

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Giovani Miguez

Giovani Miguez: Poeta, Pensador e Analista de Ciência e Tecnologia

Giovani Miguez
Giovani Miguez

Nascido em Volta Redonda, no interior do Rio de Janeiro, Giovani Miguez atualmente reside na capital e atua como analista de ciência e tecnologia no serviço público federal.

Com uma formação acadêmica sólida, é doutor e mestre em Ciência da Informação, área em que se dedica com profundidade, abordando temas como filosofia da ciência, inteligência e realidade.

Sua tese de doutorado, intitulada O humano, o documento e a Filosofia da Ciência da Informação: bases para pensar uma antropologia filosófica a partir da teoria da inteligência e da realidade em Xavier Zubiri (2024), e sua dissertação de mestrado, As Relações entre Informação, Linguagem e Símbolo: A Filosofia da Ciência da Informação entre A Realidade e a Idealidade (2016), refletem sua vasta investigação acadêmica.

Além de sua formação em Ciência da Informação, Miguez possui especializações em Sociologia e Psicanálise, com uma abordagem voltada para a sociologia pública e o ativismo sociológico.

Também é gestor público com extensão em Jornalismo de Políticas Públicas, com forte interesse por governabilidade, ética e biblioterapia, tendo se formado em mediação de leitura.

SUA ESCRITA

A escrita de Giovani Miguez é caracterizada por uma poesia existencial, visceral e social, frequentemente antilírica, com uma crueza que, ao mesmo tempo, impacta e comove.

O autor descreve sua prática literária como um imperativo existencial e uma necessidade terapêutica, mantendo um compromisso com a autenticidade de seus textos.

Em sua jornada literária, Miguez tem acumulado cerca de 50 cadernos, contendo mais de 500 textos, incluindo poemas, aforismos, crônicas e contos.

A obra do autor não segue um plano editorial tradicional; ao invés disso, ele vê sua escrita como um projeto de memória e uma cartografia sincera de sua existencialidade.


“Eu não planejo a escrita. Simplesmente respeito a poesia do mundo que me atravessa e tento registrá-la, como uma fotografia imperfeita da realidade que percebo. Meus livros não seguem um projeto, eu simplesmente inicio um caderno e vou depositando ali as poesias que me atravessam, os pensamentos que me visitam e as angústias que me perturbam”.

Giovani Miguez


SUAS OBRAS

A literatura, no entanto, tem sido sua principal paixão nos últimos anos.

Em 2017, durante o início de seu doutorado, Miguez reencontrou a poesia, um encontro que resultou na criação de seu primeiro livro, Quase História, publicado no final de 2019.

A obra, composta por textos escritos entre 2017 e 2018, marcou o começo de sua produção poética.

No mesmo ano, escreveu 486 poemas que formaram seu segundo livro, Animal Poético.

Entre 2020 e 2021, em meio à pandemia, o autor se dedicou intensamente à escrita, resultando em 20 cadernos e quatro livros publicados.

Em 2022, lançou dois volumes de Na Escuridão da Travessia. Poesia, uma continuação de sua produção durante o período pandêmico.

Atualmente, Miguez tem 15 livros publicados, incluindo quatro disponíveis exclusivamente na plataforma Uiclap e também na Amazon.

Elogio à Preguiça e outras lavras preguiçosas

Em um período de 30 dias, enquanto fazia uma pausa em meio ao rigor de seu doutorado, o autor criou uma série de poesias provocativas, escritas de forma deliberadamente preguiçosa. Esse intervalo criativo, longe das exigências acadêmicas, tornou-se uma oportunidade para explorar novas dimensões da escrita, onde o autor permitiu-se o luxo do descanso mental, transformando-o em um espaço fértil para o surgimento de versos instigantes e profundos.

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Documento poético e outros poemas de transição

Os poemas desta obra oferecem ao leitor um convite poderoso para uma reconexão com a essência da vida, inspirando uma busca por uma existência mais autêntica e rica de significados. Com versos que exploram as profundezas da alma humana, a obra é uma reflexão sensível sobre o que realmente importa, incentivando o leitor a se desvincular das superficialidades cotidianas e a abraçar uma jornada de autodescoberta e plenitude.

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Amor Fati e outros poemas dionisíacos

Os poemas desta obra encantam e convidam à reflexão profunda sobre tudo o que encontramos em nosso caminho e destino. Com uma beleza que transcende as palavras, o autor cria versos que tocam o coração, provocando uma introspecção sobre os rumos que a vida nos leva. Cada poema é uma oportunidade de olhar para o nosso próprio percurso, questionando e celebrando as escolhas, os desafios e os encontros ao longo da jornada.

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As poesias de uma pensante II

Resenha sobre o livro ‘As poesias de uma pensante II’, de Júlia Vicente Machado, pela Editora Uiclap.

As poesias de uma pensante II
As poesias de uma pensante !!

RESENHA

Este livro de poesias é um manifesto da sensibilidade e do compromisso de Júlia com a humanidade.

Suas palavras nos convidam a refletir, questionar e lutar por um mundo melhor.

A obra de Júlia é um espelho das nossas próprias esperanças e desafios.

Sua poesia nos inspira a sonhar, a lutar e a criar um futuro mais luminoso.

Lindo demais!!!

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    SINOPSE

    Uma pensante nunca para de pensar,e uma verdadeira pensante pensa em tudo e mais um pouco.

    “As Poesias de uma Pensante II” traz uma visão de uma menina que não ignora os problemas do mundo e nem as próprias inseguranças.

    Cada poesia traz uma visão ativista sobre situações que não devem ser ignoradas, desde inseguranças, situações de desilusão, até momentos de preconceito.

    A cada página, o leitor se prende em uma reflexão profunda sobre a vida e a humanidade, um verdadeiro desabafo em versos.

    SOBRE O LIVRO

    Sempre apaixonada por escrever, ela começou explorando temas positivos e familiares, como evidencia sua primeira obra, As Poesias de uma Pensante: A Beleza da Vida em Rimas.

    No entanto, durante a pandemia, sua visão de mundo começou a mudar. Entre acompanhar as notícias com mais atenção e vivenciar as transformações da puberdade, ela experimentou uma explosão de emoções e reflexões críticas que deram origem a um novo capítulo em sua carreira: a poesia ativista.

    Sua segunda obra, As Poesias de uma Pensante II: Um Desabafo em Versos, nasceu desse amadurecimento e da necessidade de expressar suas inquietações pessoais e sociais.

    A ideia central do livro foi criar um espaço de desabafo, abordando tanto questões íntimas quanto problemas do mundo contemporâneo. A pandemia trouxe à autora um olhar mais crítico e maduro, que se reflete intensamente nos versos dessa obra.

    Cada poesia do livro é carregada de propósito, seja fruto de uma experiência pessoal ou de algo extraído das manchetes dos jornais.

    A autora assumiu a missão de dar voz a quem não é ouvido, trazendo à tona questões que deveriam ser óbvias, mas que muitas vezes passam despercebidas.

    Com uma linguagem acessível e letras grandes, ela faz questão de tornar a poesia inclusiva, acreditando que o verdadeiro poder das palavras está em atingir todos os públicos.

    As Poesias de uma Pensante II é uma obra impactante, crítica e reflexiva, que desafia o leitor a encarar a realidade de forma mais ampla.

    Para a autora, foi um ato de libertação e uma oportunidade de “destruir bolhas”.

    Ela espera que seu trabalho ajude outras pessoas a expandirem suas mentes, encontrarem pontos de identificação em suas inseguranças e, acima de tudo, se libertarem ao perceberem que não estão sozinhas.

    SOBRE A AUTORA

    Júlia Vicente Machado
    Julia Vicente Machado

    Julia Vicente Machado, nascida em São Paulo – SP no dia 29 de agosto de 2007, tem 17 anos e está se preparando para ingressar no terceiro ano do Ensino Médio.

    Apesar da pouca idade, já demonstra maturidade e sensibilidade em sua escrita, abordando temas que vão desde questões pessoais até reflexões sociais e políticas, sempre com profundidade e autenticidade.

    OBRA DA AUTORA

    As poesias de uma pensante II
    As poesias de uma pensante II

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    Translação

    Resenha do livro ‘Translação’, de Bianca Guimarães, pela Editora Ases da Literatura

    TRANSLAÇÃO

    RESENHA

    Um livro com 12 capítulos, representando os meses do ano, onde as poesias falam sobre as datas comemorativas de cada mês.

    Um copilado de poesias que enaltecem as datas, com palavras doces, muito sentimento e carinho.

    Um livro sobre mudanças, vivências e vida!

    Uma escrita cheia de sentimentos e maturidade.

    Maravilhoso!

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    SINOPSE

    Apelidado carinhosamente de Panorama 2, ‘Translação’ é um copilado de poesias que perspassam os meses durante todo um ano. Cada mês é marcado por singelas poesias que aconteceram com personagens diferentes, vivendo em locais distintos suas delicadas vidas. O passo inicial é dado quando um desses personagens está motivado a recomeçar o ano de sua vida não interessando o tempo em que se encontra.

    Translação também conta com poesias baseadas em datas festivas que ocorrem durante o ano, como Dias das Mães e a Páscoa.

    SOBRE A OBRA

    Translação veio de inspirações de datas comemorativas, como a Páscoa ou o Dia das Mães.

    Bianca acredita ser importante abordar este tema. Além disso, retratar um pouco da importância de recomeçar sempre que ocorre uma data dessas, seja qualquer mês do ano.

    Translação é um copilado de poesias que perpassam o ano todo. A cada mês que a autora acrescentou outras obras. Por exemplo: maio sempre é lembrado como mês das mães, assim , encontraremos poesias dedicadas ao nascimento, já em setembro, marca o início da primavera, então encontraremos poesias relacionadas a isso e assim por diante.

    Um livro com poesias para todas as ocasiões.

    SOBRE A AUTORA

    Bianca Guimarães

    Carla Bianca da Silva Guimarães tem 31 anos de idade. Nasceu em Humaitá, interior do estado de Amazonas.

    Formada em Biologia e Pedagogia.

    Mora em Sumaré, interior de São Paulo, onde leciona Ciências para adolescentes, jovens e adultos.

    Sua primeira obra se chama Panorama, um livro de poesias delicadas e cheias de emoção.

    OBRAS DA AUTORA

    Capa do livro Panorama, de Bianca Guimarães.
    Panorama

    Capa do livro Translação de Bianca Guimarães
    Translação

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    Diário Poético

    Resenha do livro “Diário Poético”, de Luana Leites, pela Editora Uiclap.

    Capa do livro "Diário Poético" de Luana Leites, pela Editora Uiclap.

    RESENHA

    Esta obra nasceu de um projeto da Secretaria da Educação e Cultura e da Fundação Marcopolo.

    E se transformou em um livro lindo, com várias poesias profundas e maduras, onde Luana Leites nos fala de seus sentimentos no período da pandemia.

    De uma forma clara, vibrante e muito sensível, a autora nos leva a profundas reflexões, com sua escrita madura e concreta.

    Lindo!

    Super recomendo!

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    SINOPSE

    Reflexão com profundidade, verdades e dramas de uma adolescente.

    “Não sintam saudade, sejam poesia!”

    Diário Poético é um livro de poesias.

    Esse livro quer te fazer refletir a partir do questionamento “o quanto de poesia existe no dia a dia das pessoas?”

    Neste livro você vai descobrir, a partir das visões e emoções da autora Lulu Leites, quanto a vida pode ser poética e inspiradora!

    Está preparado para todos as reflexões e sentimentos que este Diário pode te despertar?!

    SOBRE A OBRA

    Este é um projeto que a autora idealizou inicialmente sozinha, no dia 8 de novembro de 2014, e isso faz dele algo inédito!

    Nesta mesma data, participou do concurso literário de prosa da extinta CORAG, no livro “Tecendo Palavras, construindo ideias” com o tema “Como construir uma cultura de paz”.

    Seu texto foi destaque, nas palavras do diretor, mas por estar focada em outras prioridades o livro foi ficando para outra oportunidade.

    Então a oportunidade surgiu com o projeto da Secretaria de Educação e Cultura e Fundação Marcopolo, nascendo assim “O diário Poético”.

    SOBRE A AUTORA

    Luana Vitória Mariano Leites, natural de Porto Alegre, tem 23 anos.

    Imagem de Luana Leites, autora de "Diário Poético", pela Editora Uiclap.

    Seus pais Neri Leites e Iracilda Rigol, que desde cedo notaram que Luana mostrava interesse por assuntos literários.

    Luana começou a escrever aos 11 anos de idade, por puro hobby.

    Cursou ensino médio na escola Dr. Glicério Alves, estudou linguagem e comunicação, introdução e fundamentos à biblioteconomia.

    Cursou sistema para internet na escola técnica QI.

    Dedicada à leitura e escrita, participou do projeto ‘Galera Curtição’ e do livro ‘Tecendo Palavras Construindo Ideias’.

    Membro da Confraria Poetas Livres de Bagé.

    Trabalhou na Produtora FênixArt durante alguns meses.

    Concedeu matéria ao Jornal Zenger News pelo seu projeto internacional Diário Poético.

    Atualmente, participa da coletânea Internacional Mulheres Notáveis , promovido pelo Institute Cultive e participa da Antologia Internacional Uni-Verso Poético!

    OBRAS DA AUTORA

    Capa do livro "Diário Poético" de Luana Leites, pela Editora Uiclap

    Capa do livro "Entre cruzes e rosas" de Luana Leites e Michelle Jardim, pela Editora Uiclap

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