Marc T.

Entre a filosofia, as incertezas e as histórias para as netas

Marc T.
Marc T.

Engenheiro, filósofo e escritor, Marcio Takimoto encontrou na literatura uma maneira de expressar suas inquietações, questionar preconceitos e compartilhar o amor pelos livros com as novas gerações.

Marcio Takimoto, ou simplesmente Marc T., tem 60 anos, é engenheiro eletrônico, PhD em Filosofia, orientador de mestrado e mergulhador.

Brasileiro de nascimento e norte-americano por naturalização, tem uma trajetória e tanto.

Mas, quando fala de si, deixa claro que ser avô já seria uma ótima apresentação.

E foi justamente a vontade de se expressar que o levou à escrita.

Marc conta que nunca teve muita facilidade com a oratória.

Como sentia necessidade de falar sobre determinados assuntos, encontrou na caneta sua melhor maneira de fazer isso.

Começou escrevendo sobre suas inquietações, passou pelas reflexões filosóficas e também criou histórias infantis para as netas.

E, pelo jeito, gostou da experiência: hoje admite, entre risos, que está tomando gosto pela escrita.

Diario Das Minhas Incertezas: Fragmentos de Uma conversa que ainda nao terminou

SINOPSE

Em Diário das Minhas Incertezas, Marc T. percorre cidades, aeroportos, estações, cafés e lugares marcados pela memória enquanto observa aquilo que talvez seja mais difícil de compreender: nós mesmos.

Ao lado da esposa, encontros aparentemente cotidianos tornam-se pretexto para perguntas sobre tempo, pertencimento, fé, intolerância, amor, memória, conhecimento e nossas pequenas certezas.

Espinosa, Sócrates, Kant, Marco Aurélio e outros pensadores aparecem pelo caminho, não para oferecer respostas definitivas, mas para ampliar as perguntas.

Este não é um livro sobre como pensar.

É um convite para continuar pensando.

Porque talvez amadurecer não seja acumular certezas, mas aprender a desconfiar, inclusive das nossas.

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Diário das Minhas Incertezas: quando as certezas afastam as pessoas

O primeiro livro não acadêmico de Marc T., Diário das Minhas Incertezas, nasceu de uma experiência que muitos leitores provavelmente reconhecerão.

O escritor percebeu que estava perdendo amigos.

Não necessariamente por falta de carinho ou de afinidade, mas porque algumas conversas haviam se tornado praticamente impossíveis.

As certezas absolutas de cada um pareciam não deixar espaço para perguntas, dúvidas ou opiniões diferentes.

Essa inquietação deu origem ao livro, no qual o autor se volta para a importância de questionar aquilo que acreditamos saber.

Afinal, quantas relações acabam desgastadas porque ninguém está disposto a ouvir?

Quantas discussões deixam de ser oportunidades de aprendizado e se transformam em disputas nas quais cada pessoa deseja apenas provar que está certa?

Ao colocar suas próprias incertezas no centro da escrita, Marc chama atenção para algo que costuma ser visto como fraqueza, mas que também pode representar maturidade: reconhecer que não sabemos tudo.

A dúvida, nesse contexto, abre espaço para o diálogo.

E dialogar exige admitir que o outro talvez

A repercussão da obra acabou estimulando o autor a continuar escrevendo e abriu caminho para seu trabalho seguinte. tenha algo a nos ensinar.

O Direito ao Sagrado do Outro: Intolerancia, Liberdade Religiosa e Pluralismo a Luz de Espinosa

SINOPSE

Até onde vai o direito de acreditar e onde começa o direito do outro de acreditar de maneira diferente?

Em O Direito ao Sagrado do Outro, Marc T parte do pensamento de Baruch de Espinosa para enfrentar uma questão antiga e ainda profundamente atual: como conviver com uma fé que não é a nossa sem transformá-la em ameaça, erro ou inimigo?

O ensaio percorre a história do Candomblé e da Umbanda no Brasil, suas raízes africanas, a diáspora, a perseguição religiosa e a construção histórica do preconceito.

Nesse caminho, vozes como Mãe Stella de Oxóssi, Beatriz Nascimento, Muniz Sodré, Vivaldo da Costa Lima e Nei Lopes entram em diálogo com Espinosa, Montaigne e John Stuart Mill.

O resultado não é uma defesa de que todas as religiões sejam iguais, porque não são, nem uma tentativa de decidir qual delas possui a verdade.

A proposta é mais difícil: defender o direito do outro ao sagrado mesmo quando não reconhecemos aquele sagrado como nosso.

Por que Exu foi tantas vezes identificado com o Diabo cristão?

O que o medo produz quando encontra aquilo que não compreende?

Tolerar é suficiente ou existe uma diferença fundamental entre tolerância e respeito?

E pode alguém defender profundamente sua própria fé sem desejar governar a consciência alheia?

Entre filosofia, história e religião, O Direito ao Sagrado do Outro propõe uma reflexão sobre liberdade de consciência, intolerância religiosa e pluralismo, sem exigir do leitor fé, descrença ou concordância.

Porque talvez o verdadeiro teste da liberdade religiosa não aconteça diante do altar onde gostaríamos de ajoelhar.

Acontece diante daquele onde jamais nos ajoelharíamos.

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O Direito ao Sagrado do Outro: compreender antes de julgar

Em O Direito ao Sagrado do Outro, Marc T. aprofunda suas reflexões sobre a convivência entre pessoas que pensam de maneiras diferentes.

Desta vez, o tema é a liberdade religiosa, especialmente o preconceito dirigido às religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda.

O ensaio aproxima a filosofia de Baruch de Espinosa da história dessas tradições religiosas no Brasil, discutindo liberdade de consciência, intolerância e respeito.

O livro também nasceu do trabalho acadêmico do autor.

Parte de sua tese de doutorado foi reescrita em linguagem mais acessível, permitindo que essas discussões alcançassem leitores fora do ambiente universitário.

Mas há uma motivação pessoal por trás da obra.

Marc reconhece que o livro representa uma espécie de acerto de contas com sua própria falta de conhecimento sobre as religiões africanas.

Em vez de ignorar essa lacuna, decidiu estudar, compreender e escrever sobre o assunto.

Essa postura dá ao ensaio uma característica importante: o autor não se apresenta como alguém que possui todas as respostas.

Ao contrário, procura mostrar como o desconhecimento pode alimentar julgamentos injustos.

Um dos exemplos abordados é a associação equivocada de Exu à figura do diabo, feita a partir de interpretações externas às tradições religiosas nas quais essa entidade possui significado próprio.

O escritor também percorre aspectos históricos do Candomblé e da Umbanda, lembrando que essas religiões possuem trajetórias, práticas e referências que não podem ser reduzidas a estereótipos.

Sua reflexão alcança uma questão fundamental para a convivência humana: ninguém precisa compartilhar a religião de outra pessoa para respeitar seu direito de praticá-la.

Frequentar um terreiro não determina o caráter de alguém, assim como pertencer a qualquer outra religião não garante boas atitudes.

O respeito, portanto, não depende de concordância.

Depende do reconhecimento de que outras pessoas possuem a mesma liberdade de consciência que desejamos para nós.

É interessante perceber como os dois livros se aproximam.

Em Diário das Minhas Incertezas, Marc questiona as convicções que impedem o diálogo entre amigos.

Em O Direito ao Sagrado do Outro, amplia essa preocupação para o campo religioso, no qual as certezas absolutas podem produzir preconceito, exclusão e perseguição.

São assuntos diferentes, mas unidos por uma mesma inquietação: nossa dificuldade de conviver com aquilo que não corresponde à nossa maneira de pensar.

Clarinha e as histórias que nasceram do amor de avô

Se a filosofia ocupa um lugar importante na vida de Marc T., são as netas que despertam nele uma inspiração especialmente afetuosa.

O escritor conta que fica fascinado quando as meninas pegam livros e começam a brincar de ler, mesmo sem ainda dominar as palavras.

Elas folheiam, observam, inventam e, com a segurança de quem tem um livro nas mãos, acabam ensinando alguma coisa ao próprio avô.

É uma experiência que ele considera gratificante.

Desse encantamento nasceu uma pequena série de livros infantis protagonizada por Clarinha, escrita em português e inglês.

As histórias foram criadas para as netas, aproximando o universo da imaginação daquele homem acostumado a lidar com a engenharia, a filosofia e as questões acadêmicas.

E existe algo especialmente bonito nessa passagem de um gênero para outro.

O escritor que se preocupa com a dificuldade dos adultos de ouvir opiniões diferentes também encontra inspiração em crianças que ainda estão descobrindo o mundo.

Para elas, um livro pode ser uma aventura, uma brincadeira, uma oportunidade de experimentar palavras e imaginar situações que ainda não conhecem.

Marc encontrou nessa relação familiar um motivo para escrever de outra maneira, com outra linguagem e para um público muito especial.

Assim, sua produção literária não fica restrita aos ensaios filosóficos.

Ela também alcança a infância, o afeto e a alegria de compartilhar histórias.

Um escritor que ainda está descobrindo a própria escrita

Há uma espontaneidade interessante na maneira como Marcio Takimoto fala sobre sua trajetória literária.

Ele não se apresenta como alguém que sempre sonhou em ser escritor.

A escrita surgiu porque havia pensamentos que precisavam encontrar uma forma de expressão.

Primeiro vieram as inquietações sobre as relações humanas e as certezas que dificultam o diálogo.

Depois, a necessidade de compreender melhor as diferenças religiosas.

Paralelamente, o carinho pelas netas encontrou espaço nas histórias de Clarinha.

O resultado é uma produção que reúne assuntos bastante distintos, mas que revela um autor atento às relações humanas.

E, embora ainda se considere um escritor amador, Marc admite, com bom humor, que está tomando gosto pela atividade.

Talvez seja justamente essa disposição para continuar aprendendo que torne sua trajetória tão interessante.

O filósofo reconhece o que desconhece. O escritor transforma dúvidas em livros.

O avô aprende com as netas que ainda estão descobrindo as primeiras palavras.

E o leitor encontra, nessas diferentes facetas, um homem que escolheu a escrita para continuar conversando com o mundo.

Marcio Takimoto pode até dizer que não nasceu com o dom da oratória.

Mas, ao que tudo indica, encontrou na literatura uma maneira muito própria de fazer sua voz chegar às pessoas.

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Diário das minhas incertezas
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Juca, o sapinho bom de conta

Fernando Dias mostra que matemática também é diversão

Fernando Dias
Fernando Dias

Para algumas crianças, basta ouvir a palavra matemática para surgir aquele pensamento: “Isso é difícil!”.

Mas e se os números chegassem acompanhados de histórias, personagens, descobertas e brincadeiras?

É justamente essa aproximação que o professor e escritor Fernando Dias busca criar em sua literatura infantil.

Aos 28 anos, Fernando é professor, pedagogo, escritor e pesquisador.

Licenciado em Matemática e Pedagogia e mestre em Educação, possui ainda especializações em diferentes áreas da educação, gestão e comunicação.

Atua na Educação Básica, no Ensino Técnico e no Ensino Superior, além de desenvolver trabalhos relacionados à formação de professores, metodologias ativas e inovação educacional.

Toda essa experiência ajuda a explicar por que seus livros infantis seguem um caminho tão próximo da sala de aula: Fernando acredita que a matemática não precisa ser apresentada às crianças como algo distante, complicado ou assustador.

E foi justamente desse desejo que nasceu “Juca, o sapinho bom de conta“.

Quando a matemática entra na história

Juca é um sapinho curioso e carismático que vive experiências nas quais os números e os desafios matemáticos aparecem naturalmente.

Em vez de separar história e aprendizagem, Fernando aproxima as duas coisas e convida a criança a descobrir a matemática enquanto acompanha as aventuras do personagem.

A ideia nasceu da própria experiência do autor como professor.

Ao perceber o envolvimento das crianças quando o aprendizado acontece por meio de personagens, aventuras e situações próximas do cotidiano, Fernando encontrou na literatura uma ponte entre imaginação e conhecimento.

A proposta, portanto, não está apenas em ensinar conceitos.

O livro busca estimular o raciocínio, despertar a curiosidade e ajudar a criança a perceber que aprender também pode ser divertido.

Esse olhar é especialmente importante quando se trata da matemática.

Muitas vezes, antes mesmo de compreender determinado conteúdo, a criança já chega acreditando que não será capaz.

Aproximar os números de um universo afetivo e lúdico pode ajudar a construir outra relação com a aprendizagem.

Professor por escolha e por afeto

A educação ocupa um espaço central na trajetória de Fernando Dias.

Professor dedicado e apaixonado pelo que faz, ele entende que ensinar ultrapassa a transmissão de conteúdos.

Para o autor, educar também significa criar possibilidades, despertar sonhos e contribuir para transformar vidas.

A literatura tornou-se mais uma maneira de colocar essa ideia em prática.

Por meio dos livros infantis, Fernando procura despertar nas crianças o interesse pelo universo matemático e mostrar que os números podem fazer parte da vida de maneira muito mais amigável do que elas imaginam.

Membro da Academia de Letras de Indaiatuba, ele une em sua trajetória duas paixões que, à primeira vista, algumas pessoas podem imaginar distantes: literatura e matemática.

Mas “Juca, o sapinho bom de conta” mostra justamente o contrário.

Quando conhecimento e imaginação caminham juntos, uma conta pode virar descoberta, um desafio pode virar brincadeira e a matemática pode finalmente deixar de parecer um bicho de sete cabeças.

E eu confesso: se tivesse encontrado um professor como Fernando na infância, talvez minha história com a matemática tivesse sido outra.

Quem sabe eu até teria aprendido a gostar dela?

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JUCA, O SAPINHO BOM DE CONTA

SINOPSE

Prepare-se para uma aventura encantadora com Juca, o sapinho mais curioso do jardim.

cansado de pukar sem rumo, JUca descobre a magia dos números ao observar crianças brincando de amarelinha.

Com a ajuda dos seu amigos, a formiga Zezé e a lagarta Lili, ele embarca em uma jornada divertida para desvendar os segredos da matemática.

Juca prova que a matemática pode ser leve, alegre e cheia de movimento, inspirando pequenosleitores a se tornarem protagonistas de seu próprio apendizado.

Uma leitura essencial para despertar a paixão pelos números e a alegria de aprender.

Feito para crianças que ama explorar e pais que buscam uma forma lúdica de induzir os conceitosmatemáticos.

Uma história que vaia encantar e educar, mostrando que aprender pode ser a maior diversão.

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1, 2, 3... outro mundo
1,2,3…outro mundo

Juca, o sapinho bom de conta
Juca, o sapinho bom de conta

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Palavras que curam ou adoecem

A Estreia Literária de Edelweiss Assis

Palavras que curam ou adoecem
Palavras que curam ou adoecem

O panorama literário nacional ganha um capítulo luminoso com a chegada da escritora Edelweiss Nascimento Assis Ribeiro de Souza.

Em sua estreia no universo dos livros, a autora traz uma bagagem que une a sensibilidade das memórias de infância à profundidade de uma sólida trajetória acadêmica.

Edelweiss Assis
Edelweiss Assis

Nascida no Rio de Janeiro, Edelweiss construiu seu amor pelas palavras nos almoços de domingo na casa dos avós maternos, o comendador Denizard’Leon e Magnólia.

Ali, entre música e conversas sobre ciência e o invisível, ela descobriu que a palavra é afeto e presença.

Na outra ponta de suas raízes, na fazenda mineira dos avós paternos, Vicente e Judith, ela aprendeu o valor do silêncio e o encanto dos causos ao pé do fogão.

Essa união entre a mente curiosa e a sabedoria da terra moldou uma profissional plural: formada em Comunicação Social, especialista em Arteterapia, Naturopatia e Psicanálise, mestre em Hipnose pela Espanha e doutoranda em Psicologia na Argentina.

Toda essa dedicação busca responder a uma pergunta que a acompanha desde menina: “Para onde vão as palavras?”.

Hoje, a autora compreende que o destino final de cada letra é o corpo, o nosso e o do outro.

Após anos dedicados à escrita acadêmica, Edelweiss faz sua transição para a literatura trazendo uma escrita acolhedora, humana e profundamente profissional.

Seu fazer literário é, como ela mesma define, um modo delicado de continuar tocando o piano invisível que ressoava nos domingos de sua infância, transformando palavras em pontes vivas de cura e conexão.

REDES SOCIAIS DA AUTORA

PALAVRAS QUE CURAM OU ADOECEM

SINOPSE

Mais do que sons ou traços no papel, as palavras são sementes.

Algumas florescem como acolhimento, pertencimento e cuidado; outras, silenciosas e invisíveis, conseguem se fixar como dores emocionais persistentes, influenciando pensamentos, sentimentos, vínculos e a forma como cada pessoa se relaciona consigo e com o mundo.

A partir de uma trajetória que integra comunicação, psicanálise, arteterapia, naturopatia, hipnose e psicologia, a autora tece reflexões sobre o poder construtivo ou feridor da linguagem que habita cada sujeito.

Revela como falas aparentemente inofensivas acabam porcristalizar crenças limitantes e favorecer sofrimentos emocionais, ao mesmo tempo em que a ressignificação das palavras permite converter dor emocional em potência, silêncio em escuta e ruptura em reconexão.

Este livro é um convite delicado e corajoso para revisitar as palavras recebidas, repetidas e internalizadas ao longo da vida e para reconhecer que, muitas vezes, o cuidado emocional começa no verbo.

OBRA DA AUTORA

Palavras que curam ou adoecem
Palavras que curam ou adoecem

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Além do espelho: Como Deus nos vê!

A jornada de fé e escuta que deu origem ao novo livro do pastor e psicanalista Cleiton Santos

Além do espelho: Como Deus nos vê. 
Cleiton Santos
Além do Espelho: Como Deus nos vê!

Unindo teologia, psicanálise e uma experiência pessoal marcante em sala de aula, o autor lança obra focada na cura interior e na transformação de relacionamentos.

Olhar-se no espelho e não gostar do que vê é uma experiência humana universal.

Muitas vezes, esse reflexo insatisfatório não está no vidro, mas no interior, uma coleção de falhas, erros e cobranças que carregamos ao longo da vida.

Cleiton Santos
Cleiton Santos

É justamente nesse ponto sensível que o pastor, psicanalista e escritor Cleiton Santos, de 55 anos, ancora sua nova obra literária: “Além do espelho: Como Deus nos vê”.

Casado, pai de dois filhos e servidor público aposentado, Cleiton construiu uma trajetória inteiramente dedicada ao cuidado com o próximo.

Unindo sua formação teológica à escuta sensível da psicanálise, ele atua há anos no aconselhamento de indivíduos e casais, ajudando-os a restaurar vínculos e a encontrar equilíbrio emocional e espiritual.

Agora, essa rica bagagem prática ganha as páginas de um livreto que promete ser um bálsamo para os dias atuais.

O choro em sala de aula e o nascimento de um propósito

A história por trás da obra, no entanto, não começou agora.

Ela teve início há mais de duas décadas, em 2002, durante uma manhã de sábado que o autor lembra com precisão.

Na época, cursando o segundo ano de Teologia, Cleiton viveu um momento de profunda crise pessoal.

“Eu me desmanchava em choro sobre a minha mesa dizendo para mim mesmo que iria ‘desistir’”, relembra o autor

Foi naquele instante de extrema vulnerabilidade que ele relata ter recebido uma direção espiritual que mudaria seu destino.

O tema do livro nasceu ali, como uma resposta imediata à sua dor.

“Comecei a escrever algumas palavras e, quando me dei conta, já tinha várias linhas e páginas escritas. Este livreto nasceu primeiro no coração de Deus para hoje abençoar outras vidas”, pontua.

Um convite para enxergar a essência, não o erro

Em um mundo hiper conectado, ditado por padrões estéticos e cobranças implacáveis de redes sociais, “Além do espelho: Como Deus nos vê!” surge como um contraponto necessário.

Segundo o autor, a sociedade contemporânea nos treina para acreditar que Deus nos enxerga com a mesma distância e decepção com que muitas vezes olhamos para nós mesmos.

O livro desconstrói essa visão.

Com uma linguagem simples, acolhedora e livre de julgamentos ou termos técnicos complexos, Cleiton propõe um diálogo direto com o leitor.

A obra não ignora as falhas humanas, mas convida a entender que o olhar divino não começa no erro, mas sim na essência de cada indivíduo.

Para o autor, o impacto dessa mudança de perspectiva é prático e profundo: “A forma como você acredita que Deus te vê muda completamente a forma como você vive”.

Mais do que uma leitura rápida, “Além do espelho: Como Deus nos vê” se apresenta como um convite delicado para o leitor silenciar as próprias acusações e se reconciliar com a própria identidade.

Uma leitura essencial para quem busca cura interior, crescimento emocional e um reencontro com a fé.

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ALÉM DO ESPELHO: COMO DEUS NOS VÊ!

SINOPSE

Além do Espelho: Como Deus nos vê

Em um mundo onde somos constantemente pressionados a corresponder a padrões externos, Além do Espelho: Como Deus nos vê, de Cleiton Santos, surge como um convite profundo à reflexão e à cura interior.

O livreto conduz o leitor por uma jornada de autoconhecimento à luz da fé, confrontando as distorções que muitas vezes carregamos sobre nossa própria identidade.

Através de uma linguagem simples, direta e sensível, o autor revela uma verdade poderosa: não somos definidos pelas nossas falhas, traumas ou pela forma como nos vemos no espelho, mas sim pela maneira como Deus nos enxerga.

Com base em princípios bíblicos, a obra traz conforto, restauração e esperança, ajudando o leitor a compreender seu verdadeiro valor e propósito.

Cada página é um lembrete de que há graça, amor e uma nova perspectiva disponível para aqueles que estão dispostos a olhar além das aparências.

Mais do que uma leitura, este livreto é uma experiência espiritual, um chamado para abandonar velhas crenças e abraçar uma identidade firmada no olhar de Deus.

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OBRA DO AUTOR

Além do espelho- Como Deus nos vê!
Além do esoelho: Como Deus nos vê!!

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Cidadania do amor

Conheça Elias Farias, o escritor que transformou seu amor em um livro

Cidadania do Amor
Cidadania do Amor

Quem disse que o romance saiu de moda?

O escritor e poeta Elias Farias está aí para provar o contrário.

Paranaense de nascimento, mas morador de Limeira, no interior de São Paulo, ele transformou o seu próprio casamento em inspiração literária.

Elias Farias
Elias Farias

Tudo começou de um jeito muito bonito e simples: Elias escrevia poesias românticas para a sua esposa, dona Maria das Dores Farias.

Ele colocava no papel aquele ditado que todo mundo conhece, mas invertido: escrevia exatamente “o que os olhos não veem, mas o coração sente”.

Com o tempo, essas declarações de amor guardadas em casa foram crescendo, e foi aí que surgiu a ideia de juntar tudo e publicar o seu primeiro livro, o emocionante “Cidadania do Amor”.

Sempre escrevendo com o coração e falando sobre os sentimentos mais sinceros, o autor não planeja parar tão cedo.

Para a alegria dos leitores, Elias Farias já avisou que vem muita novidade por aí: em breve, ele vai lançar um livro de romance novinho e, além disso, já está preparando uma história infantil.

Vale a pena acompanhar de perto os próximos passos desse escritor que usa a literatura para espalhar o amor verdadeiro pelo mundo!

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CIDADANIA DO AMOR

SINOPSE

Cidadania do Amor nasceu para gritar o que a cidade esconde.
Mostrar que o amor é maior que todas as coisas.
Maior que o prédio que arranha o céu.
Maior que o hospital que não cura o coração.
Maior que a delegacia que não prende a saudade.
Maior que o supermercado que não mata a fome da alma.
Maior que a joalheria vendendo joias que não brilham mais que o corpo da mulher amada.
Mistura conto e poesia para cumprir a missão: te ensinar o amor verdadeiro.
A lei que não está no papel. Está no DNA. Código do coração.
A única que te liberta desta prisão com trancas abertas
E transforma, como um ipê se despindo das folhas para ser flor.
Que prova que quem vive de amor nunca morre.
Porque no fim tudo se acaba.
Mas quem ama permanece para sempre.
Porque o amor suporta todas as coisas e ultrapassa o infinito.
Se você já entendeu que ter a cidade toda não vale nada sem ter a si mesmo, sua cidadania está pronta.
O amor é maior. E te espera na página 1.
Neste livro você vai aprender:

  1. A sair da cela com trancas abertas onde ego ferido e coração partido te prendem.
  2. A lei do DNA: o amor verdadeiro que não está no código penal, mas cura o que a cidade adoece.
  3. Como virar ipê: perder todas as folhas da dor e florescer em amor que nunca morre

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Cidadania do Amor
CIDADANIA DO AMOR

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O Guarda-Vidas

Paulo Antônio de Azevedo lança o romance ‘O Guarda-Vidas, no qual mergulha no cotidiano dos profissionais de Itapemirim e celebra a cultura litorânea em uma narrativa de forte identidade brasileira.

O Guarda-Vidas. Enre a ficção e a rotina de que salva vidas
Capa do livro O Guarda-Vidas

O escritor mineiro Paulo Antônio de Azevedo acaba de lançar o seu mais novo romance, O Guarda-Vidas (Editora Dialética).

Paulo Antônio de Azevedo.
Paulo Antônio de Azevedo

Nascido em Paineiras (MG) e residente em Belo Horizonte, o autor, que é formado em Administração e Ciências Contábeis com pós-graduação em Auditoria pela PUC Minas, há anos mantém uma estreita ligação com o litoral do Espírito Santo, em especial com a comunidade pesqueira de Itaipava.

É desse convívio com o mar e com as pessoas simples da região que nasce a inspiração para as suas narrativas.

Azevedo já é conhecido do público leitor por obras como Onde o Mar Aprende a Amar e Onde o Mar Não Descansa, títulos que consolidaram sua trajetória voltada para histórias de forte identidade brasileira e sensível observação do cotidiano.

Em O Guarda-Vidas, ele volta a colocar o oceano no centro da trama, desta vez conduzindo o leitor para o universo desafiador das praias de Itapemirim.

O mar como elemento vivo

Mais do que traçar um perfil técnico da profissão de salvamento, o romance busca revelar os valores humanos que cercam esses profissionais.

Entre treinamentos, resgates e conflitos pessoais, a obra destaca temas como disciplina, companheirismo, superação e pertencimento.

Um dos grandes destaques do livro é a sua rica ambientação litorânea.

A dinâmica das comunidades costeiras, a praia e o próprio mar não funcionam apenas como pano de fundo estático, mas ganham contornos de “personagens vivos” que influenciam as escolhas e transformam o destino dos envolvidos.

Segundo o autor, a ideia nasceu da observação da força silenciosa das pessoas comuns que demonstram grandeza através de gestos cotidianos longe dos holofotes.


“A inspiração veio da convivência com amigos, de relatos ouvidos ao longo da vida e de cenários que conheço de perto. Procurei retratar valores universais. O mar surge como elemento transformador, capaz de aproximar pessoas e revelar fragilidades”,

Paulo Antônio de Azevedo.


Literatura de conexão humana

Com uma escrita voltada para a sensibilidade narrativa e valorização da vida comum, O Guarda-Vidas equilibra a responsabilidade e o risco da profissão com a calmaria e os silêncios do convívio simples, como as pedaladas de fim de semana.

O romance se apresenta como um convite para o leitor desacelerar e conhecer de perto o universo litorâneo capixaba, reafirmando o compromisso do autor com uma literatura humana, acessível e focada na empatia e no ato de cuidar do outro.

O livro já está disponível nas principais plataformas digitais e livrarias do país.

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O GUARDA-VIDAS

SINOPSE

Em “O Guarda-Vidas”, Paulo Antônio de Azevedo convida o leitor a mergulhar no cotidiano intenso e pouco visível dos profissionais que vigiam o mar nas praias de Itapemirim.

Entre o sol inclemente, o vento salgado e a vigilância constante das ondas, a narrativa revela uma rotina marcada por disciplina, risco e humanidade.

Misturando ficção e realidade, o livro percorre salvamentos, treinamentos, histórias transmitidas pela memória coletiva e encontros humanos que deixam marcas profundas.

Mas vai além do ambiente de trabalho: acompanha também os momentos de descanso, as pedaladas de fim de semana, o convívio simples, o lazer e os silêncios que ajudam a recompor o corpo e o espírito de quem vive sob constante estado de alerta.

Cada episódio expõe não apenas os desafios técnicos da profissão, mas também os dilemas éticos, o companheirismo, a empatia e o esforço diário para equilibrar responsabilidade e vida pessoal.

Com descrições vívidas da paisagem litorânea e uma escrita sensível, “O Guarda-Vidas” constrói um retrato emocionante de homens e mulheres que protegem vidas no mar, e aprendem, fora dele, a cuidar da própria.

Um romance contemporâneo sobre pertencimento, coragem e a força silenciosa de quem permanece atento, dentro e fora da água.

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O Guarda-Vidas
O Guarda-Vidas

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A Jornada de Kaíke Nanne

O olhar de quem reporta e a alma de quem sente

Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

Antes de nos levar para dançar com o invisível, Kaíke Nanne já dominava a arte de traduzir o mundo visível. Jornalista de fôlego e editor de trajetória impecável, sua assinatura passou pelas redações de algumas das revistas mais influentes do Brasil, como Veja, Época e Vip.

Nelas, Kaíke lapidou um olhar aguçado, capaz de enxergar a notícia onde outros viam apenas o cotidiano, consolidando-se como um profissional excepcional que entende o peso e a responsabilidade da palavra.

No entanto, sua escrita não é fruto apenas de redações fervilhantes. Kaíke é filho de Olinda, um território onde a poesia brota do chão e a história respira pelas ladeiras.

Nascido em um berço de poetas e escritores fundamentais da nossa cultura, ele carrega em seu DNA a naturalidade de quem convive com o texto como se fosse extensão do próprio corpo.

É essa fusão entre o rigor do jornalismo investigativo e a sensibilidade do herdeiro das letras que o permite transitar por temas complexos com uma fluidez rara.

A Expedição Antropológica da Alma

É com toda essa bagagem que ele nos entrega sua obra mais recente e provocativa: “Como Dançar com os Mortos” (Editora Maquinaria).

Kaike Nanne
Kaíke Nanne

No livro, o Kaíke repórter cede lugar ao Kaíke explorador.

Ele atravessa cinco continentes e mergulha em onze culturas distintas para investigar uma questão que o Ocidente moderno tenta, a todo custo, silenciar: a nossa relação com a morte.

Mais do que um relato de viagens, a obra é uma investigação sobre a vida.

Ao visitar povos como os Toraja na Indonésia ou os oráculos dos Dogon na África, o autor nos mostra que a morte pode ser integrada à existência com uma naturalidade espantosa.

Nanne não faz proselitismo; ele testemunha.

Ele nos mostra como a consciência da finitude pode ser, na verdade, um catalisador para uma vida mais plena e vibrante.

Ao ler “Como Dançar com os Mortos”, percebemos que a técnica do jornalista excepcional serviu de base para que o poeta pudesse, enfim, nos guiar em uma valsa com o mistério. É um convite à humildade e à expansão da consciência, escrito por alguém que aprendeu a ler o mundo antes mesmo de decidir contá-lo.

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COMO DANÇAR COM OS MORTOS

SINOPSE

Um convite à escuta cuidadosa de vozes antigas, e ainda vivas, que nos ensinam outras formas de existir, celebrar e partir.

Neste livro, o autor cruza desertos e cordilheiras, glaciares e vales vulcânicos para encontrar povos que nunca romperam o vínculo com as forças invisíveis.

Testemunha um encontro místico Sámi na noite sem fim do Ártico.

Acompanha a peregrinação de um feiticeiro Dogon em busca do oráculo sagrado.

Participa de rituais com os Toraja, que convivem com os mortos dentro de casa.

Aprende lições da floresta com os Akuntsú e os Pemon, da Amazônia, e com os Batwa de Uganda e conta o que viu, o que ouviu, o que pressentiu.

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Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

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