O Guarda-Vidas

Paulo Antônio de Azevedo lança o romance ‘O Guarda-Vidas, no qual mergulha no cotidiano dos profissionais de Itapemirim e celebra a cultura litorânea em uma narrativa de forte identidade brasileira.

O Guarda-Vidas. Enre a ficção e a rotina de que salva vidas
Capa do livro O Guarda-Vidas

O escritor mineiro Paulo Antônio de Azevedo acaba de lançar o seu mais novo romance, O Guarda-Vidas (Editora Dialética).

Paulo Antônio de Azevedo.
Paulo Antônio de Azevedo

Nascido em Paineiras (MG) e residente em Belo Horizonte, o autor, que é formado em Administração e Ciências Contábeis com pós-graduação em Auditoria pela PUC Minas, há anos mantém uma estreita ligação com o litoral do Espírito Santo, em especial com a comunidade pesqueira de Itaipava.

É desse convívio com o mar e com as pessoas simples da região que nasce a inspiração para as suas narrativas.

Azevedo já é conhecido do público leitor por obras como Onde o Mar Aprende a Amar e Onde o Mar Não Descansa, títulos que consolidaram sua trajetória voltada para histórias de forte identidade brasileira e sensível observação do cotidiano.

Em O Guarda-Vidas, ele volta a colocar o oceano no centro da trama, desta vez conduzindo o leitor para o universo desafiador das praias de Itapemirim.

O mar como elemento vivo

Mais do que traçar um perfil técnico da profissão de salvamento, o romance busca revelar os valores humanos que cercam esses profissionais.

Entre treinamentos, resgates e conflitos pessoais, a obra destaca temas como disciplina, companheirismo, superação e pertencimento.

Um dos grandes destaques do livro é a sua rica ambientação litorânea.

A dinâmica das comunidades costeiras, a praia e o próprio mar não funcionam apenas como pano de fundo estático, mas ganham contornos de “personagens vivos” que influenciam as escolhas e transformam o destino dos envolvidos.

Segundo o autor, a ideia nasceu da observação da força silenciosa das pessoas comuns que demonstram grandeza através de gestos cotidianos longe dos holofotes.


“A inspiração veio da convivência com amigos, de relatos ouvidos ao longo da vida e de cenários que conheço de perto. Procurei retratar valores universais. O mar surge como elemento transformador, capaz de aproximar pessoas e revelar fragilidades”,

Paulo Antônio de Azevedo.


Literatura de conexão humana

Com uma escrita voltada para a sensibilidade narrativa e valorização da vida comum, O Guarda-Vidas equilibra a responsabilidade e o risco da profissão com a calmaria e os silêncios do convívio simples, como as pedaladas de fim de semana.

O romance se apresenta como um convite para o leitor desacelerar e conhecer de perto o universo litorâneo capixaba, reafirmando o compromisso do autor com uma literatura humana, acessível e focada na empatia e no ato de cuidar do outro.

O livro já está disponível nas principais plataformas digitais e livrarias do país.

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O GUARDA-VIDAS

SINOPSE

Em “O Guarda-Vidas”, Paulo Antônio de Azevedo convida o leitor a mergulhar no cotidiano intenso e pouco visível dos profissionais que vigiam o mar nas praias de Itapemirim.

Entre o sol inclemente, o vento salgado e a vigilância constante das ondas, a narrativa revela uma rotina marcada por disciplina, risco e humanidade.

Misturando ficção e realidade, o livro percorre salvamentos, treinamentos, histórias transmitidas pela memória coletiva e encontros humanos que deixam marcas profundas.

Mas vai além do ambiente de trabalho: acompanha também os momentos de descanso, as pedaladas de fim de semana, o convívio simples, o lazer e os silêncios que ajudam a recompor o corpo e o espírito de quem vive sob constante estado de alerta.

Cada episódio expõe não apenas os desafios técnicos da profissão, mas também os dilemas éticos, o companheirismo, a empatia e o esforço diário para equilibrar responsabilidade e vida pessoal.

Com descrições vívidas da paisagem litorânea e uma escrita sensível, “O Guarda-Vidas” constrói um retrato emocionante de homens e mulheres que protegem vidas no mar, e aprendem, fora dele, a cuidar da própria.

Um romance contemporâneo sobre pertencimento, coragem e a força silenciosa de quem permanece atento, dentro e fora da água.

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OBRA DO AUTOR

O Guarda-Vidas
O Guarda-Vidas

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




A Jornada de Kaíke Nanne

O olhar de quem reporta e a alma de quem sente

Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

Antes de nos levar para dançar com o invisível, Kaíke Nanne já dominava a arte de traduzir o mundo visível. Jornalista de fôlego e editor de trajetória impecável, sua assinatura passou pelas redações de algumas das revistas mais influentes do Brasil, como Veja, Época e Vip.

Nelas, Kaíke lapidou um olhar aguçado, capaz de enxergar a notícia onde outros viam apenas o cotidiano, consolidando-se como um profissional excepcional que entende o peso e a responsabilidade da palavra.

No entanto, sua escrita não é fruto apenas de redações fervilhantes. Kaíke é filho de Olinda, um território onde a poesia brota do chão e a história respira pelas ladeiras.

Nascido em um berço de poetas e escritores fundamentais da nossa cultura, ele carrega em seu DNA a naturalidade de quem convive com o texto como se fosse extensão do próprio corpo.

É essa fusão entre o rigor do jornalismo investigativo e a sensibilidade do herdeiro das letras que o permite transitar por temas complexos com uma fluidez rara.

A Expedição Antropológica da Alma

É com toda essa bagagem que ele nos entrega sua obra mais recente e provocativa: “Como Dançar com os Mortos” (Editora Maquinaria).

Kaike Nanne
Kaíke Nanne

No livro, o Kaíke repórter cede lugar ao Kaíke explorador.

Ele atravessa cinco continentes e mergulha em onze culturas distintas para investigar uma questão que o Ocidente moderno tenta, a todo custo, silenciar: a nossa relação com a morte.

Mais do que um relato de viagens, a obra é uma investigação sobre a vida.

Ao visitar povos como os Toraja na Indonésia ou os oráculos dos Dogon na África, o autor nos mostra que a morte pode ser integrada à existência com uma naturalidade espantosa.

Nanne não faz proselitismo; ele testemunha.

Ele nos mostra como a consciência da finitude pode ser, na verdade, um catalisador para uma vida mais plena e vibrante.

Ao ler “Como Dançar com os Mortos”, percebemos que a técnica do jornalista excepcional serviu de base para que o poeta pudesse, enfim, nos guiar em uma valsa com o mistério. É um convite à humildade e à expansão da consciência, escrito por alguém que aprendeu a ler o mundo antes mesmo de decidir contá-lo.

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COMO DANÇAR COM OS MORTOS

SINOPSE

Um convite à escuta cuidadosa de vozes antigas, e ainda vivas, que nos ensinam outras formas de existir, celebrar e partir.

Neste livro, o autor cruza desertos e cordilheiras, glaciares e vales vulcânicos para encontrar povos que nunca romperam o vínculo com as forças invisíveis.

Testemunha um encontro místico Sámi na noite sem fim do Ártico.

Acompanha a peregrinação de um feiticeiro Dogon em busca do oráculo sagrado.

Participa de rituais com os Toraja, que convivem com os mortos dentro de casa.

Aprende lições da floresta com os Akuntsú e os Pemon, da Amazônia, e com os Batwa de Uganda e conta o que viu, o que ouviu, o que pressentiu.

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Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




Alexandre Cardoso

O intelecto multifacetado que dá vida à cadeira 19 da Academia de Letras de Indaiatuba

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso

Na intersecção entre o rigor administrativo, a docência e a explosão criativa, encontramos Alexandre Cardoso.

Servidor Público Federal (INSS) e membro efetivo da Academia de Letras de Indaiatuba (ALI), Alexandre ocupa com distinção a cadeira n.º 19, sob o patronato de José de Alencar.

Sua presença na Academia não é apenas um título, mas o reflexo de uma mente que não aceita gavetas e transita, com naturalidade, entre as artes e as ciências humanas.

Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, Alexandre possui uma formação que impressiona pela diversidade e profundidade.

Com MBA em Administração Pública, ele é especialista em áreas tão distintas quanto Design de Interfaces, Teologia Comparada e História em Quadrinhos.

Suas extensões universitárias que vão da Ilustração de Livros Infantis até a Investigação e Inteligência Privada, revelam o DNA de um pesquisador nato e um observador atento do comportamento humano.

Do Traço à Palavra: O Nascimento de “LUQ” e “Nina e Jolie”

A produção literária de Alexandre Cardoso é indissociável de sua visão artística visual.

Seu livro “LUQ” é o exemplo perfeito dessa metamorfose: concebido inicialmente como uma história em quadrinhos, o projeto evoluiu para o formato literário, carregando as vivências e as respostas que Alexandre, um pensador inquieto desde a infância, foi colhendo pelo caminho.

Já em “Nina e Jolie” (Editora UICLAP), o autor nos prova que a realidade é, muitas vezes, mais encantadora que a ficção.

As personagens são reais e as situações narradas aconteceram de fato.

Com sensibilidade, Alexandre usou a escrita para registrar um “amor incomum”, criando apenas o necessário para emoldurar o que a vida já havia desenhado de forma extraordinária.

Para ele, o mundo está repleto de grandes histórias; o papel do autor é apenas ter a coragem de contá-las.

Um Artista Pleno

Além da literatura e da docência, Alexandre é um artista de múltiplos suportes.

Ilustrador, cartunista, músico e compositor, ele imprime em tudo o que faz uma cadência única.

Essa versatilidade também pode ser conferida em sua participação na coletânea “A Magia do Natal em Contos, Versos e Lembranças” (Editora Scienza).

Ao acompanharmos a obra de Alexandre Cardoso, percebemos que a cadeira n.o 19 da ALI está ocupada por um autor que, assim como seu patrono Alencar, busca entender as nuances da alma e do cotidiano.

Ele transforma o “viver” em um constante e belo exercício de registrar o extraordinário.

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LUQ

SINOPSE

LUQ conta a história de um garoto sonhador que possui uma capacidade incomum para sua idade, perceber o real sentimento das pessoas e que gosta de filosofar, refletir sobre a vida.

Passa por um momento decisivo de autoconhecimento.

LUQ é o nosso lado puro e sincero, que se permite sonhar.

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NINA E JOLIE

SINOPSE

Nina e Jolie é sobre a amizade, cumplicidade e amor entre duas espécies com diferentes características, que terão que aprender a conviver e a se respeitar para superarem juntas os desafios do dia a dia.

OBRAS DO AUTOR

LUQ
LUQ

Nina e Jolie
Nina e Jole

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Israel Pinheiro

A Poética das Fronteiras Invisíveis em “Todo o Resto é Poesia”

Israel Pinheiro
Israel Pinheiro

Existem livros que não apenas se leem, mas que se sentem com aquele “quentinho no coração”.

É assim que descrevo minha experiência com “Todo o Resto é Poesia” (Editora LiteraluX), o novo livro do pernambucano Israel Pinheiro da Silva.

Todo Resto é Poesia
Todo Resto é poesia

Aos 41 anos e em seu quarto livro, Israel nos presenteia com uma obra que é, ao mesmo tempo, um diário de viagem e um manifesto de descoberta mútua.

Inspirado por suas andanças pela Argentina, Israel divide a obra em duas partes fundamentais: Ida e Volta.

É um movimento pendular que celebra a fortuna de descobrir um novo país e, no processo, permitir-se ser descoberto por ele.

O autor utiliza o cotidiano de Buenos Aires como tela para versos que buscam o essencial.

O que mais impressiona em Israel é sua escolha pelo minimalismo.

Em tempos de excessos, ele opta pela economia: versos curtos, precisos, onde o silêncio entre as palavras carrega tanto significado quanto o que está escrito.

Outro recurso estilístico brilhante é o uso do portunhol. Longe de ser um erro, aqui ele surge como uma “língua de ponte”, um território comum construído para que leitores brasileiros e argentinos se encontrem em um abraço literário que ignora as fronteiras geográficas.

Como destaquei em minha resenha em vídeo para o canal @o.que.li, “Todo o Resto é Poesia” é um livro que te faz sorrir do início ao fim.

Ele escancara um amor sublime pela vida, pelas descobertas e pelo “outro”.

É uma leitura obrigatória para quem busca reconexão, consigo mesmo e com a beleza das pequenas coisas.

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TODO RESTO É POESIA

SINOPSE

Todo o resto é poesia, de Israel Pinheiro, é um livro que transforma a experiência amorosa em travessia geográfica, linguística e existencial.

Dividida em Ida e Volta, a obra acompanha um vínculo entre Brasil e Argentina que se constrói entre encontros, distâncias e retornos.

Os poemas exploram o portunhol como território afetivo, onde o erro de tradução vira intimidade.

O amor surge como força que atravessa fronteiras culturais, políticas e emocionais.

Há lirismo no cotidiano, nas pequenas cenas, nos gestos e nos desencontros.

A escrita alterna leveza, humor e densidade, revelando um eu lírico em constante deslocamento.

Temas como identidade, pertencimento e memória se entrelaçam com crítica social e histórica.

A linguagem é direta, mas carregada de imagens sensíveis e invenções expressivas.

O livro constrói uma cartografia afetiva da América Latina.

No fim, afirma a poesia como aquilo que resta e que sustenta tudo o mais.

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OBRAS DO AUTOR

Um Deus que não passei sobre as águas
Um Deus que não passei sobre as águas

3 Natais Recifenses
3 Natais Recifenses

As Histórias que Contei
As Histórias que Contei

Todo Resto é Poesia
Todo o Resto é Poesia

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O codigo de Lilith

Entre fé, mistério e despertar

O Código de Lilith

Há histórias que nascem da imaginação.

Outras… nascem da vida.

E, no caso de Dilvar da Silva Teixeira, sua escrita é exatamente o encontro entre essas duas forças.

Natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, Dilvar carrega em sua trajetória a força de quem aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da família e da resiliência.

Segundo de seis irmãos, cresceu em um ambiente simples, mas profundamente marcado por amor, dedicação e ensinamentos que moldaram não apenas o homem que se tornou, mas também o escritor que hoje emociona e provoca reflexões.

Ainda na infância, conciliando estudos e trabalho ao lado do pai na construção civil, aprendeu lições que ultrapassam qualquer profissão: dignidade, esforço e respeito pela vida.

Ao longo dos anos, transitou por diferentes áreas, da tecnologia à marcenaria, da fotografia ao empreendedorismo, experiências que ampliaram seu olhar sobre o mundo e, principalmente, sobre as pessoas.

Mas foi durante um dos períodos mais desafiadores da humanidade que algo dentro dele floresceu.

Durante a pandemia, em meio ao silêncio e às incertezas, Dilvar viveu um profundo despertar espiritual.

Foi nesse momento que encontrou, na introspecção e na conexão com o divino, um novo propósito: compreender a essência da existência e compartilhar esse caminho com outras pessoas.

Sua jornada como escritor começou justamente por aí, com obras voltadas ao autoconhecimento, como “Semeando a Paz Interior” e “Florescer na Jornada”, livros que convidam o leitor a olhar para dentro, com sensibilidade, acolhimento e verdade.

Mas, em “O Código de Lilith”, sua escrita ganha novos contornos.

Sem abandonar a espiritualidade, Dilvar mergulha na ficção mística para conduzir o leitor por uma narrativa intensa, repleta de simbolismos, mistérios e questionamentos que atravessam séculos.

Dilvar Teixeira
Dilvar Teixeira

Inspirado por obras como O Código Da Vinci, o autor utiliza a ficção como ferramenta para instigar, não para impor respostas, mas para despertar perguntas.

A história nasce de sua curiosidade pelos textos apócrifos, pelos manuscritos antigos e pelos conhecimentos que, ao longo da história, foram ocultados ou esquecidos.

E é nesse cenário que surge Lilith, uma figura envolta em mistério, força e liberdade.

Mais do que contar uma história, “O Código de Lilith” propõe uma experiência.

Uma jornada que transita entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, entre aquilo que nos foi ensinado… e aquilo que ainda ousamos questionar.

E talvez seja justamente esse o maior diferencial da obra.

Dilvar não escreve para convencer.

Escreve para provocar.

Ele escreve para acender no leitor a chama da busca interior.

Para lembrar que, muitas vezes, as respostas não estão prontas, elas nascem das perguntas que temos coragem de fazer.

Com uma escrita que une sensibilidade, espiritualidade e imaginação, o autor dá um novo passo em sua trajetória literária, mostrando que a ficção pode ser, também, um caminho profundo de conexão e transformação.

E essa história… ainda não termina aqui.

Desde as últimas páginas, o leitor percebe que há mais por vir, novos caminhos, novos mistérios e novas descobertas aguardam aqueles que decidirem continuar essa jornada.

Porque, no fim, talvez a maior verdade não esteja nas respostas reveladas…
mas na coragem de buscá-las.

O CODIGO DE LILITH

SINOPSE

Entre segredos enterrados há milênios e uma verdade capaz de abalar os alicerces da fé, uma descoberta pode mudar tudo.

Quando Davi, um jovem e brilhante pesquisador de teologia em Roma, encontra um fragmento oculto dentro de um antigo códice, ele acredita ter descoberto apenas mais uma peça esquecida da história.

Mas o que está escrito naquele pergaminho vai muito além de uma simples variação das Escrituras.

O texto revela uma versão proibida da Criação, uma verdade apagada deliberadamente pela Igreja: antes de Eva, existiu outra mulher.

Uma mulher que não se curvou.

Uma mulher que escolheu a liberdade ao invés da submissão.

Seu nome: Lilith.

A partir desse momento, Davi deixa de ser apenas um estudioso e passa a ser um alvo.

Perseguido por uma sociedade secreta conhecida como os Guardiões do Silêncio, ele mergulha em uma conspiração que atravessa séculos, envolvendo manuscritos proibidos, códigos ancestrais e segredos que jamais deveriam ser revelados.

Ao lado da enigmática Helena e sob a orientação de um mentor que teme pelo pior, Davi precisa decifrar o verdadeiro significado do chamado “Nome Inefável”, uma chave que pode libertar uma verdade esquecida… ou desencadear consequências irreversíveis.

Entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, uma pergunta ecoa:
E se a maior mentira da humanidade estiver escondida na própria origem da criação?

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OBRAS DO AUTOR

Semeando a paz interior
Semeando a paz interior

Florescer na Jornada
Florescer na jornada

O Código de Lilith de Dilvar Teixeira
O Código de Lilith

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Mediocridade

Entre incomodos e reflexões, um mergulho nas contradições humanas

Mediocridade e outros contos reflexivos.
Mediocridade e outros contos reflexivos

Em sua coletânea de contos, Victor de Almeida Daud, ou somente Vc Daud, propõe uma leitura intensa, marcada por um olhar profundo sobre o comportamento e as relações humanas.

Nem toda leitura chega para confortar.

Algumas vêm para provocar, questionar… e até causar um certo desconcerto.

Mediocridade, de Vc Daud, pela Editora Coerência, habita exatamente esse lugar.

Nascido em São Paulo, o autor construiu uma trajetória diversa, passando pela comunicação, pela engenharia civil e pela área financeira, até se dedicar à escrita, às artes e ao ensino.

E talvez seja justamente essa vivência múltipla que dê à sua escrita esse olhar atento, quase inquieto, sobre as pessoas e suas relações.

Vc Daud
Vc Daud

Nascido em São Paulo, o autor construiu uma trajetória diversa, passando pela comunicação, pela engenharia civil e pela área financeira, até se dedicar à escrita, às artes e ao ensino.

E talvez seja justamente essa vivência múltipla que dê à sua escrita esse olhar atento, quase inquieto, sobre as pessoas e suas relações.

A construção da obra também chama atenção.

O primeiro conto, mais longo, nasce de experiências do autor em viagens.

Os textos seguintes vêm de uma tentativa de romance que acabou se transformando em histórias independentes.

Já o último conto surge como um experimento, com uma estrutura mais fragmentada e reflexões curtas.

Essa mistura dá ao livro um ritmo próprio, quase como se cada parte revelasse uma faceta diferente do mesmo olhar.

Mais do que contar histórias, Vc Daud parece interessado em olhar para dentro de seus personagens, entender suas motivações, seus medos, suas fragilidades.

Em muitos momentos, o que importa não é o que acontece, mas o que se sente.

E é justamente aí que a leitura pode causar estranhamento.

Porque Mediocridade não suaviza.

Não busca agradar.

E não tem receio de expor aquilo que, muitas vezes, preferimos não encarar.

Mas talvez seja exatamente essa a sua proposta.

Ao fugir do óbvio e abraçar o desconforto, o livro convida o leitor à reflexão, mesmo que isso venha acompanhado de incômodo.

Mediocridade é o tipo de obra que não passa despercebida.

Que provoca reações diferentes em cada leitor.

E que, de alguma forma, permanece.

Uma leitura para quem se permite ir além do conforto, e se abrir para aquilo que provoca, questiona e faz pensar.

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MEDIOCRIDADE

SINOPSE

Sete histórias, o mesmo narrador: um homem que insiste em enxergar o mundo pelas frestas, misturando desejo e frustração até que cada episódio banal se transforme numa autópsia emocional.

É aí que um supermercado vira palco de pequenos desastres íntimos, uma balconista desperta um entusiasmo tão improvável quanto breve, um cruzeiro revela tudo aquilo que ele fingiu não notar sobre si mesmo e sobre quem escolheu amar…

Com ironia ferina, autoconsciência incômoda e zero paciência para os jogos afetivos da vida adulta, esse narrador-personagem revisita momentos que não deveria ter vivido, mas viveu, assim como sentimentos que tentou ignorar, mas o perseguem.

Ao expor suas contradições com brutal honestidade, ele acaba revelando algo inquietante: talvez seja impossível rir das próprias misérias sem, no fundo, reconhecer o quanto elas nos moldam.

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OBRAS DO AUTOR

Mediocridade e outros contos reflexivos.

Carta de um anarquista de Vc Daud

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Diário de um Bobo

Entre risos e verdades, Koringa transforma o cotidiano em arte e reflexão

Diário de um Bobo. Entre risos e reflexões Crônicas do cotidiano
Diário de um bobo

Radialista, artista e eterno bobo da corte, Hilton Rufino reúne em livro um olhar bem-humorado e sensível sobre o dia a dia.

Há quem transforme histórias da vida em espetáculo.

Hilton Luiz Rufino, conhecido pelo público como Koringa, o Bobo da Corte, é desses artistas que fazem do riso uma ponte… e do humor, uma forma de dizer verdades.

Hilton Ruffino , o Koringa
Hilton Ruffino, o Koringa

Com uma trajetória que atravessa décadas, Hilton Rufino construiu sua carreira levando alegria por onde passa.

Radialista formado em Comunicação Social, palhaço, mágico e animador de palco, ele atua desde 1989 encantando públicos de todas as idades com apresentações que misturam música, brincadeira, interação e, claro, muito humor.

Radicado em Indaiatuba desde 1997, Koringa se tornou uma figura conhecida e querida na cidade e região, participando de eventos, projetos culturais e ações sociais que marcaram gerações.

De festas infantis a eventos corporativos, de programas de rádio e televisão a festivais internacionais, como sua participação em Cuba, em 2023, sua arte sempre esteve presente, levando leveza e conexão.

Mas, para além dos palcos, existe também o olhar observador.

A ideia do livro nasce justamente desse outro espaço: das palavras.

A partir de colunas semanais escritas para jornais da região, Hilton reuniu textos que, juntos, formam uma obra que reflete o cotidiano com humor e sensibilidade.

Inspirado na figura medieval do bobo da corte, aquele que, por meio da leveza, conseguia dizer verdades desafiadoras, o autor constrói uma narrativa que diverte, mas também faz pensar.

É um humor que não é vazio.

É um humor que observa, traduz e, muitas vezes, revela.

Com linguagem acessível e um olhar atento aos detalhes do dia a dia, o livro se torna um convite para enxergar a vida por outra perspectiva mais leve, mais humana e, quem sabe, até mais verdadeira.

Entre risadas e reflexões, Koringa nos lembra de algo essencial: Às vezes, é no riso que encontramos as verdades mais profundas.

E talvez seja justamente essa a maior arte, transformar o cotidiano em algo que toca, diverte… e permanece.

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DIÁRIO DE UM BOBO

SINOPSE

Mais do que um registro de época, a obra é um mosaico de instantes vividos entre 2019 e 2021, onde humor e crítica caminham juntos, revelando que, às vezes, rir é a forma mais lúcida de compreender a realidade.

Um livro leve, humano e provocador, que mostra que o bom humor pode ser também uma forma de sabedoria.

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Diário de um bobo. Entre risos e reflexões Cronicas do cotiadiano
Diário de um bobo

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