A poem is a nest

Rita Odeh: ‘A poem is a nest’

Rita Odeh
Rita Odeh
Imagem gerada pelo ChatGPT - https://chatgpt.com/c/69cfaf09-bb0c-83e9-b10a-0d114ee16699
Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69cfaf09-bb0c-83e9-b10a-0d114ee16699

​Poetry is but
a seed
in a soil exhausted by conflicts,
we plant it..
and it buds into brotherly warmth
and peace.
​Poetry is but
the last attempt
to make this world
a safe place
for doves.
​Poetry is but
a universal language
that builds bridges
between people;
its medium is sensation,
and its goal is harmony.
​Poetry is but
a warm nest,
gathering us in the lap of
Mother Earth,
far from the roar of wars
and strife.

Rita Odeh

Voltar

Facebook




Dia do Educador

Zé Franco: ‘Dia do Educador’

Zé Franco - Arquivo pessoal
Zé Franco Arquivo pessoal
Arquivo pessoal do autor

“Educar é deixar-se um pouco no outro…”

Educar é deixar-se um pouco no outro… E importa, ao estimado educador, perceber como é que tem ficado em cada outro que educa. É para um mundo melhor que se quer? Vale a pena continuar? Perguntas que também me atravessam.

Se a terra está seca de pão, de sonhos, de futuro, e a educação parece uma semente teimosa, que a coragem seja um rio. Que a esperança respire. Que o amor permaneça. Não custa pouco arrancar um sorriso à fome, e não é simples cultivar valores de cultura, de vida humana, e o sentido de pátria, para que esta Terra, e este mundo, sejam um pouco aliviados de tantos fardos que hoje suportam.

FELIZ DIA DO EDUCADOR (22 de novembro, Angola)!

Com esse texto especial, Zé Franco homenageia os educadores, partilha pensamento sobre o ato de ensinar nos dias de hoje, particularmente em seu país natal, e comemora o dia do educador por meio da escrita.

Zé Franco

Voltar

Facebook




Vaticínio

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Vaticínio’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
Imagem criada por IA da Meta

Enquanto o belo

For estandarte;

O ideal

Profissão,

O canto do poeta

Será semente

Fecundando

A escuridão!

Sergio Diniz da Costa

Voltar

Facebook




Já fui semente

Irene da Rocha: Poema ‘Já fui semente’

Irene da Rocha
Irene da rocha
Imagem criada por IA do Grok - 16 de setebro de 2025, às 14:36 PM
Imagem criada por IA do Grok – 16 de setembro de 2025, às 14:36 PM

Já fui semente ao pó desamparada,
sem luz, sem água, à terra me entreguei;
na luta agreste, em dor desesperada,
ergui-me ao sol, no fogo me encontrei.

Do seio escuro, em força revelada,
criei raiz, no chão firme fiquei;
tornei-me tronco e sombra consagrada,
frutifiquei na vida que sonhei.

E quando o vento em fúria me despoja,
chorando quedo ao pó que me devora,
mas minha fé maior jamais se deixou.

Pois sei que a vida em flor se restaura,
e a primavera em mim tudo reboja:
renasço em luz, mais forte a cada aurora.

Irene da Rocha

Voltar

Facebook




Soneto para Paulo

Virgínia Assunção: ‘Soneto para Paulo’

Virgínia Assunção
Virgínia Assunção
O médico, acadêmico e querido amigo Paulo Amado Oliveira

Paulo, amado amigo e tão querido,
Neste dia, meu coração declama,
Este poema, pois celebra contigo
Mais um ano da tua bela trama.

Nossa amizade em nós se fez alento,
Fez-se laço forte, doce e verdadeiro,
Nosso afeto é mais que um simples vento,
É semente; flores nas mãos do jardineiro.

Neste teu dia, te desejo alegria, alegria…
Que o amor te envolva em cada instante,
E a felicidade seja sempre tua guia.

Feliz aniversário, amigo constante,
Que a vida te sorria em harmonia,
E a luz do teu ser sempre nos encante.

Virgínia Assunção

Contatos com a autora