Sonho ou paixão?

Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Sonho ou paixão?’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Imagem criada por IA do Grok - 02 de fevereiro de 2026, às 10:02 PM - https://grok.com/imagine/post/f65b3207-47e3-4c1e-8ad8-61c93a948db8
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Sonho ou paixão, 

só sei que mexe com o meu coração. 

Revestir-me-ei de desejos

e cobrir-te-ei com os meus beijos.

Navegar pelo luar

à luz das estrelas douradas 

a brilhar ;

ouvir palavras adocicadas

como quem tem a certeza dos passos.

Amar-te-ei em ninho de felicidade. 

Quero adormecer ao teu lado,

perder-me no teu abraço. 

Um querer de alma 

que aquece e floresce. 

Eliana Hoenhe Pereira

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O Sonho Louco dos Sensatos

Quando empatia e coragem decidem mudar um mundo

Há livros que chegam até nós como leitura.

Outros chegam como encontro.

O sonho louco dos sensatos pertence, sem dúvida, ao segundo grupo.

Uma obra que fala de empatia, resiliência, amadurecimento e descobertas, daquelas que não acontecem de repente, mas se constroem no caminhar.

Fernanda Sanson Durand, paulista de Santa Cruz do Rio Pardo, hoje radicada em Santos, tem 49 anos, é advogada e servidora pública da Advocacia-Geral da União.

Fernanda Sanson Durand
Fernanda Sanson Durand

Casada, mãe, corinthiana assumida, “maloqueira e sofredora, graças a Deus”, como ela mesma brinca, encontra na escrita de ficção um espaço de reflexão profunda, com forte viés psicológico e filosófico, alimentado também por seus estudos de filosofia clássica, cultivados como hobby.

A semente da história nasceu de um pensamento aparentemente simples, mas poderoso: se existem tantas crianças sem pais, por que a adoção não poderia ser sustentada por uma rede de apoio verdadeira?

Amigos que ajudam financeiramente, que dividem tarefas, que estendem a mão no cotidiano, desde o cuidado emocional até gestos práticos, como passar uma roupa ou segurar a barra quando o cansaço chega.

Mas essa ideia exige algo essencial: confiança.

A certeza de que essas pessoas não abandonarão o barco no meio da travessia.

É a partir desse ponto que O sonho louco dos sensatos se constrói.

O livro fala de sonhadores e, como todo sonhador que quer mudar o mundo, seus personagens decidem começar mudando ao menos um mundo possível.

Ao longo desse processo difícil, delicado e profundamente humano, as dores, memórias e histórias pessoais vão emergindo aos poucos, “como nhoques subindo na panela de água fervente”: inevitáveis, reveladoras, transformadoras.

A narrativa avança mostrando que amadurecer não é chegar a um destino final, mas aceitar os caminhos, os tropeços e as escolhas feitas em conjunto.

É uma história que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a repensar vínculos, responsabilidades e afetos.

A obra ganha ainda uma camada especial de emoção fora das páginas, quando fui convidada por Fernanda, minha primeira seguidora conhecida pessoalmente, para escrever a apresentação do livro, antes mesmo do prefácio.

Um gesto simbólico e potente, que transformou o lançamento em um momento de profunda gratidão e reconhecimento.

Apresentar uma história tão forte, escrita por alguém que acreditou em mim desde o início, tornou a experiência ainda mais marcante.

O sonho louco dos sensatos é, acima de tudo, um livro sobre pessoas comuns fazendo escolhas extraordinárias.

Um convite delicado, e corajoso, para acreditar que empatia, quando compartilhada, pode sustentar até os sonhos mais ousados.

REDE SOCIAL DA AUTORA

O SONHO LOUCO DOS SENSATOS

SINOPSE

Cinco jovens. Um professor. Um encontro que mudará tudo.

No coração de uma universidade, um grupo improvável se reúne para falar sobre a vida, a humanidade e os dilemas que raramente cabem nas salas de aula.

Entre debates sobre filosofia, ciência e valores atemporais, eles descobrem que o maior desafio não está nas respostas, mas nas perguntas que ousam fazer.

Antonia, Clara, Roberto, Yago e Luigi não sabiam que se tornariam os Sensatos e que, juntos, seriam confrontados com histórias reais capazes de abalar certezas, despertar empatia e transformar a maneira como enxergam a si mesmos e ao mundo.

Com diálogos instigantes, situações comoventes e personagens que poderiam estar na sua vida, O Sonho Louco dos Sensatos é um romance que mistura drama, humor e reflexão, convidando o leitor a desacelerar, olhar para dentro e redescobrir o poder de ser humano.

E você?

O que faria se tivesse nas mãos a chance de mudar, ou salvar, o mundo de alguém?

Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRAS DA AUTORA

Suicidas
Suicidas

O espelho de José
O espelho de José

O sonho louco dos sensatos
O sonho louco dos sensatos

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




Genuíno pensamento

Irene da Rocha: Poema ‘Genuíno pensamento’

Irene da Rocha
Irene da Rocha
Imagem criada por IA do Bing - 05 de junho de 2025, às 00:42 AM
Imagem criada por IA do Bing – 05 de junho de 2025,
às 00:42 AM

Sonhar contigo, mesmo além do oceano,
Imaginar tua pele, quente e morena,
Te ouvir como eco de uma voz serena,
Desejar teus beijos em meu rosto insano.

Respirar ofegante, o coração em declínio,
Seus braços entrelaçados, dúvida e desejo,
Apenas tua presença faz o tempo enlevo,
E transforma o silêncio em ritmo divino.

Aguardo esse instante, sonho e esperança,
Tão vívido, quase utopia que encanta,
Vida segue seu rumo, com esperança,

Mas minha razão insiste em que vale a pena,
Crer nesse amor que o coração revela,
Um sonho verdadeiro, pura e serena.

Irene da Rocha

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O despertar no espelho da alma

SAÚDE INTEGRAL

Joelson Mora
‘O despertar no espelho da alma’

Joelson Mora
Joelson Mora
Imagem criada pelo Bing – 04 de julho de 2025,
às 16:49 PM

Na noite passada, tive um sonho diferente de todos que já vivi. Não apenas pela nitidez das imagens, mas pelo que senti: um chamado. Um portal se abriu dentro de mim e me levou a um lugar onde o tempo não tem pressa e onde o espaço se curva diante do mistério.

No sonho, eu estava num quarto de hotel — símbolo de um momento transitório, talvez um trecho da vida em que me encontro. Dormia… até que acordei. O som da água correndo me puxou para fora do sono. Mas, ao me levantar, o quarto não era mais o mesmo: em seu lugar, um multiverso espelhado, com um corredor infinito, paredes luxuosas e uma torneira de prata jorrando sem parar.

Ao tentar fechar o fluxo, uma mão tocou a minha. Um senhor de olhos azuis, expressão serena e presença ancestral disse apenas:

“Como tudo começou, Joelson.”

E então acordei.

Esse breve momento abriu um espaço poderoso de reflexão: Como tudo começou? E o que isso diz sobre quem somos?

O ponto de partida está dentro

A pergunta do sonho ressoa como uma chave para o autoconhecimento. Muitas vezes buscamos respostas no mundo exterior, mas o verdadeiro “começo de tudo” está dentro de nós — no silêncio, nas memórias mais profundas, nos traumas que moldaram crenças, e nos sonhos que esquecemos de sonhar acordados.

A jornada do autoconhecimento é justamente esse retorno ao ponto de origem, onde deixamos de ser apenas o que nos disseram e passamos a lembrar de quem sempre fomos.

Sonhos como esse funcionam como gatilhos de consciência. Uma “mudança de chave” não acontece apenas com grandes eventos, mas com pequenos despertares: uma leitura, um toque, uma pausa, uma pergunta.

Despertar é isso: lembrar-se de que há algo mais.

A boa notícia é que não estamos sozinhos. Hoje temos acesso a ferramentas poderosas de transformação:

Meditação e respiração consciente

Terapias integrativas (como constelação familiar, reiki, acupuntura)

Escrita terapêutica e diários emocionais

Mentorias e círculos de escuta

Exercícios físicos e movimentação energética

Espiritualidade ativa e oração

Cada uma dessas práticas nos ajuda a limpar a torneira aberta dentro de nós, por onde escorrem memórias antigas, emoções represadas e energias estagnadas.

Para trilhar esse caminho, é preciso abrir mão das velhas verdades que nos ensinaram a carregar:

– “Você não é capaz.”

– “Precisa agradar a todos.”

– “Sentir é fraqueza.”

– “Não mude, é perigoso.”

Essas vozes não são nossas. Elas foram semeadas por histórias passadas, por medos herdados e por modelos que já não nos servem. Desapegar-se é libertar-se.

Vivemos em um campo vibracional. Tudo emite frequência: nossos pensamentos, palavras, atitudes. Quando nos alinhamos com a essência, atraímos o que vibra na mesma sintonia: pessoas, oportunidades, milagres.

Se você sente que está em um momento de despertar, preste atenção aos sinais. A vida sussurra nos detalhes: na água da pia, no espelho do corredor, no toque de um ancião. Tudo está se conectando — mesmo aquilo que ainda não entendemos.

Talvez o homem do sonho represente a parte mais antiga e sábia de mim — ou de nós. Talvez ele seja o “eu superior”, o espírito guardião, ou uma lembrança de que somos feitos de algo eterno.

E talvez tudo comece, de fato, quando paramos e escutamos.

Como tudo começou?

Talvez com um sonho.

Talvez com um toque.

Talvez com essa leitura.

Mas o mais importante é: você está pronto para continuar.

Joelson Mora

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A vida e suas nuances

Eliana Hoenhe Pereira: ‘A vida e suas nuances’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Um beija-flor enfeitiçado por sua flor
Um beija-flor enfeitiçado por sua flor
Imagem gerada por IA do Bing – 18 de novembro de 2024
às 5:53 PM

Há dias em que canto por todos os cantos, 

Declamo minhas poesias com louvor, 

Pauso para apreciar o beija-flor enfeitiçado pela sua flor. 

Danço ao luar 

E me ponho a sonhar. 

Abro um sorriso  

E faço do dia um paraíso.  

Em outros, 

A esperança fica distante,  

Pensamento inconstante 

Sentimentos oscilantes  

tais como um rio e suas correntezas, 

Sujeito às incertezas 

Então, Busco o alto. 

Pois bem sei  

que é de lá que tudo vem.

Eliana Hoenhe Pereira

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Meu netinho Abraão

Verônica Moreira: Poema ‘Meu netinho Abraão’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
Daniel, Abraão e Isabele - Foto por Verônica Moreira
Daniel, Abraão e Isabele – Foto por Verônica Moreira

Mesmo acordada, sonhei
E pedi a Deus em oração:
Pai, dê-nos o amor que nos falta
E Deus nos deu o Abraão.

Ah, quanta emoção nós sentimos
Quando anunciaram que viria
Nossos sorrisos iluminados
Transbordavam o amor que sentíamos.

Mesmo antes de o conhecer
Olhar seus olhinhos serenos
Sentir seu cheirinho gostoso
Pegar seus pezinhos pequenos

Ouvir seu chorinho a nos falar
Sentir seus dedinhos pequeninos
Tocar nossos rostos felizes
Enquanto o ninamos no colo.

Você nem havia nascido
E já nos fazia tão feliz!
Confesso, antes de tê-lo nos braços
Já o amava de toda minha alma.

Se hoje, com Jesus eu me encontrasse
Di-lo-ia somente: gratidão!
Por ser o meu netinho querido
Pela felicidade estampada no rosto do papai Daniel e mamãe Isabele.

Eu prometo, irei amá-lo
Com toda força do meu coração
Cuidarei com afeto e zelo
Orarei por você, com devoção.

Abraão, que o amor de Deus lhe alcance.
Seja bem-vindo bebê
Que papai do céu o abençoe
Sinta o nosso amor por você.

Verônica Moreira

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Sonho que floriu

Irene da Rocha: Poema ‘Sonho que floriu’

Irene da Rocha
Irene da Rocha
“No sonho que um dia floriu, descobri o encanto de voar
Imagem criada pela IA do Bing

No sonho que um dia floriu,
Descobri o encanto de voar,
Nas alturas, me rendi e sorri,
E pelo céu, aprendi a amar.

Hoje, meu desejo é teu beijo,
Teus lábios são o meu querer,
És o anseio que minha alma sente,
Que ama e não para de viver.

Sentir teu sabor inebriante,
Único, me faz levitar,
Só de pensar, és uma magia,
Que minha paixão vem encantar.

Nos meus sonhos, onde te busco,
Te amo em cada pensar,
Tu és minha alegria eterna,
Que nunca deixarei de sonhar.

Irene da Rocha

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