Eliana Hoenhe PereiraImagem criada por IA do Grok – 02 de fevereiro de 2026, às 10:02 PM – https://grok.com/imagine/post/f65b3207-47e3-4c1e-8ad8-61c93a948db8
O sonho louco dos sensatos pertence, sem dúvida, ao segundo grupo.
Uma obra que fala de empatia, resiliência, amadurecimento e descobertas, daquelas que não acontecem de repente, mas se constroem no caminhar.
Fernanda Sanson Durand, paulista de Santa Cruz do Rio Pardo, hoje radicada em Santos, tem 49 anos, é advogada e servidora pública da Advocacia-Geral da União.
Fernanda Sanson Durand
Casada, mãe, corinthiana assumida, “maloqueira e sofredora, graças a Deus”, como ela mesma brinca, encontra na escrita de ficção um espaço de reflexão profunda, com forte viés psicológico e filosófico, alimentado também por seus estudos de filosofia clássica, cultivados como hobby.
A semente da história nasceu de um pensamento aparentemente simples, mas poderoso: se existem tantas crianças sem pais, por que a adoção não poderia ser sustentada por uma rede de apoio verdadeira?
Amigos que ajudam financeiramente, que dividem tarefas, que estendem a mão no cotidiano, desde o cuidado emocional até gestos práticos, como passar uma roupa ou segurar a barra quando o cansaço chega.
Mas essa ideia exige algo essencial: confiança.
A certeza de que essas pessoas não abandonarão o barco no meio da travessia.
É a partir desse ponto que O sonho louco dos sensatos se constrói.
O livro fala de sonhadores e, como todo sonhador que quer mudar o mundo, seus personagens decidem começar mudando ao menos um mundo possível.
Ao longo desse processo difícil, delicado e profundamente humano, as dores, memórias e histórias pessoais vão emergindo aos poucos, “como nhoques subindo na panela de água fervente”: inevitáveis, reveladoras, transformadoras.
A narrativa avança mostrando que amadurecer não é chegar a um destino final, mas aceitar os caminhos, os tropeços e as escolhas feitas em conjunto.
É uma história que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a repensar vínculos, responsabilidades e afetos.
A obra ganha ainda uma camada especial de emoção fora das páginas, quando fui convidada por Fernanda, minha primeira seguidora conhecida pessoalmente, para escrever a apresentação do livro, antes mesmo do prefácio.
Um gesto simbólico e potente, que transformou o lançamento em um momento de profunda gratidão e reconhecimento.
Apresentar uma história tão forte, escrita por alguém que acreditou em mim desde o início, tornou a experiência ainda mais marcante.
O sonho louco dos sensatos é, acima de tudo, um livro sobre pessoas comuns fazendo escolhas extraordinárias.
Um convite delicado, e corajoso, para acreditar que empatia, quando compartilhada, pode sustentar até os sonhos mais ousados.
Cinco jovens. Um professor. Um encontro que mudará tudo.
No coração de uma universidade, um grupo improvável se reúne para falar sobre a vida, a humanidade e os dilemas que raramente cabem nas salas de aula.
Entre debates sobre filosofia, ciência e valores atemporais, eles descobrem que o maior desafio não está nas respostas, mas nas perguntas que ousam fazer.
Antonia, Clara, Roberto, Yago e Luigi não sabiam que se tornariam os Sensatos e que, juntos, seriam confrontados com histórias reais capazes de abalar certezas, despertar empatia e transformar a maneira como enxergam a si mesmos e ao mundo.
Com diálogos instigantes, situações comoventes e personagens que poderiam estar na sua vida, O Sonho Louco dos Sensatos é um romance que mistura drama, humor e reflexão, convidando o leitor a desacelerar, olhar para dentro e redescobrir o poder de ser humano.
E você?
O que faria se tivesse nas mãos a chance de mudar, ou salvar, o mundo de alguém?
Irene da RochaImagem criada por IA do Bing – 05 de junho de 2025, às 00:42 AM
Sonhar contigo, mesmo além do oceano, Imaginar tua pele, quente e morena, Te ouvir como eco de uma voz serena, Desejar teus beijos em meu rosto insano.
Respirar ofegante, o coração em declínio, Seus braços entrelaçados, dúvida e desejo, Apenas tua presença faz o tempo enlevo, E transforma o silêncio em ritmo divino.
Aguardo esse instante, sonho e esperança, Tão vívido, quase utopia que encanta, Vida segue seu rumo, com esperança,
Mas minha razão insiste em que vale a pena, Crer nesse amor que o coração revela, Um sonho verdadeiro, pura e serena.
Joelson MoraImagem criada pelo Bing – 04 de julho de 2025, às 16:49 PM
Na noite passada, tive um sonho diferente de todos que já vivi. Não apenas pela nitidez das imagens, mas pelo que senti: um chamado. Um portal se abriu dentro de mim e me levou a um lugar onde o tempo não tem pressa e onde o espaço se curva diante do mistério.
No sonho, eu estava num quarto de hotel — símbolo de um momento transitório, talvez um trecho da vida em que me encontro. Dormia… até que acordei. O som da água correndo me puxou para fora do sono. Mas, ao me levantar, o quarto não era mais o mesmo: em seu lugar, um multiverso espelhado, com um corredor infinito, paredes luxuosas e uma torneira de prata jorrando sem parar.
Ao tentar fechar o fluxo, uma mão tocou a minha. Um senhor de olhos azuis, expressão serena e presença ancestral disse apenas:
“Como tudo começou, Joelson.”
E então acordei.
Esse breve momento abriu um espaço poderoso de reflexão: Como tudo começou? E o que isso diz sobre quem somos?
O ponto de partida está dentro
A pergunta do sonho ressoa como uma chave para o autoconhecimento. Muitas vezes buscamos respostas no mundo exterior, mas o verdadeiro “começo de tudo” está dentro de nós — no silêncio, nas memórias mais profundas, nos traumas que moldaram crenças, e nos sonhos que esquecemos de sonhar acordados.
A jornada do autoconhecimento é justamente esse retorno ao ponto de origem, onde deixamos de ser apenas o que nos disseram e passamos a lembrar de quem sempre fomos.
Sonhos como esse funcionam como gatilhos de consciência. Uma “mudança de chave” não acontece apenas com grandes eventos, mas com pequenos despertares: uma leitura, um toque, uma pausa, uma pergunta.
Despertar é isso: lembrar-se de que há algo mais.
A boa notícia é que não estamos sozinhos. Hoje temos acesso a ferramentas poderosas de transformação:
Cada uma dessas práticas nos ajuda a limpar a torneira aberta dentro de nós, por onde escorrem memórias antigas, emoções represadas e energias estagnadas.
Para trilhar esse caminho, é preciso abrir mão das velhas verdades que nos ensinaram a carregar:
– “Você não é capaz.”
– “Precisa agradar a todos.”
– “Sentir é fraqueza.”
– “Não mude, é perigoso.”
Essas vozes não são nossas. Elas foram semeadas por histórias passadas, por medos herdados e por modelos que já não nos servem. Desapegar-se é libertar-se.
Vivemos em um campo vibracional. Tudo emite frequência: nossos pensamentos, palavras, atitudes. Quando nos alinhamos com a essência, atraímos o que vibra na mesma sintonia: pessoas, oportunidades, milagres.
Se você sente que está em um momento de despertar, preste atenção aos sinais. A vida sussurra nos detalhes: na água da pia, no espelho do corredor, no toque de um ancião. Tudo está se conectando — mesmo aquilo que ainda não entendemos.
Talvez o homem do sonho represente a parte mais antiga e sábia de mim — ou de nós. Talvez ele seja o “eu superior”, o espírito guardião, ou uma lembrança de que somos feitos de algo eterno.
E talvez tudo comece, de fato, quando paramos e escutamos.
Como tudo começou?
Talvez com um sonho.
Talvez com um toque.
Talvez com essa leitura.
Mas o mais importante é: você está pronto para continuar.
Verônica MoreiraDaniel, Abraão e Isabele – Foto por Verônica Moreira
Mesmo acordada, sonhei E pedi a Deus em oração: Pai, dê-nos o amor que nos falta E Deus nos deu o Abraão.
Ah, quanta emoção nós sentimos Quando anunciaram que viria Nossos sorrisos iluminados Transbordavam o amor que sentíamos.
Mesmo antes de o conhecer Olhar seus olhinhos serenos Sentir seu cheirinho gostoso Pegar seus pezinhos pequenos
Ouvir seu chorinho a nos falar Sentir seus dedinhos pequeninos Tocar nossos rostos felizes Enquanto o ninamos no colo.
Você nem havia nascido E já nos fazia tão feliz! Confesso, antes de tê-lo nos braços Já o amava de toda minha alma.
Se hoje, com Jesus eu me encontrasse Di-lo-ia somente: gratidão! Por ser o meu netinho querido Pela felicidade estampada no rosto do papai Daniel e mamãe Isabele.
Eu prometo, irei amá-lo Com toda força do meu coração Cuidarei com afeto e zelo Orarei por você, com devoção.
Abraão, que o amor de Deus lhe alcance. Seja bem-vindo bebê Que papai do céu o abençoe Sinta o nosso amor por você.