Taciturn

Surendra Nagaraju: Poem ‘Taciturn’

Surendra Nagaraju - Elanaaga
Surendra Nagaraju – Elanaaga
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Taciturn men are disdained by all –
they’re always mum; that is their fall.
Shrouded in silence, seized by diffidence,
they languish in despondence.

Verbosity is a virtue
in the eyes of this banal world,
but poor taciturn men are mute and cold;
So, to many, they’re off-putting a hundredfold.

Many a tight-lipped man
may be going through the torture of
a thousand knife-thrusts every minute,
or tasting the havoc of raging storms
within, each moment.

Poor taciturn men are misinterpreted souls,
for they are closed books, subterranean dens,
unerupted volcanoes in oceans.
They need to be assessed with utmost caution;
compassion is what cures their desperation.

Surendra Nagaraju – Elanaaga

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Despertar

Mario Antonio Rosa: Poema ‘Despertar’

Mario Antonio Rosa
Mario Antonio Rosa
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Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69c2d78f-0590-83e9-b818-d61410ebfcf7

Desde un día arrodillado, en el agua, el árbol,
la presa verde, todavía grande de quietud,
y los latidos de las aves ausentes, aguacero madre, arrecia
llena en turbonadas el sendero parido de sequía,
y yo llevo un astro pesado de sueño, duermo siglos,
y el ruido polar del agua cayendo; yo he caído diluvios
el amor partido como un delta inalcanzable de soles
torpe dormir, pobre, con varios hogares desiertos.
Quisiera que alguien me llame, ¿quién?
Tener un beso en la proa de este nadar tan mío y roto.
Hacer poesía de peces en arena rediviva
yo soy otro nombre en las anclas y las noches cortas
otro nombre más, en el ahogado que arde en mariposas.
Despierto, sí, de viejas tempestades heridas con luz.
Buscando algo, amado en mi ceguera, al fin de pie,
mirando el ahogo del sol, quizá tener dos alas,
he inventarme el aire suelo, y el aire grande,
con ese niño viejo que palpita olas para las huellas.

Quizá este hombre que soy,
escrito a sangre en lejanía.

Mario Antonio Rosa

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O caminho

José Antonio Torres: Poema ‘O caminho’

José Antonio Torres
José Antonio Torres
Imagem criada por IA da Meta

A estrada é longa e demanda esforços.
Subidas íngremes e escorregadias.
O equilíbrio se faz necessário.
Encontramos desertos de sentimentos,
mas também jardins de graciosa beleza,
assim como acolhimento.

Os talos espinhosos de algumas flores nos ferem.
Outras nos ajudam a embelezar o caminho e a perfumá-lo.
As tempestades são inevitáveis,
mas logo após, vem o sol,
radiante e terno a nos alegrar.

A sede de justiça nos queima as entranhas,
mas a saciamos em fontes cristalinas de amor.
Algumas vezes nos deparamos com areia movediça que ameaça nos tragar.
Buscamos algo em que nos agarrar.
O desespero toma conta de nós.
Muitos afundam.
Outros, mais determinados, sobrevivem.

Precisamos focar na chegada, mas não podemos descuidar do caminho.
O objetivo ainda está longe.
A cada passo dado, mais próximos estaremos.
De tempos em tempos, precisamos algumas vezes repensar o trajeto.
Refeitas as forças, novos planos elaborados, seguimos confiantes!

Não cometeremos os mesmos erros.
Evitaremos os desvios que escondem perigos.
Em muitos trechos do caminho, seguiremos sozinhos.
Em outros, companheiros de caminhada se juntarão a nós.
Estejamos atentos para não nos desviarmos do caminho.
Sigamos com a bússola da luz e do amor.

José Antonio Torres

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Pumar de vida

Ismaél Wandalika: Poema ‘Pumar da vida’

Soldado Wandalika
Soldado Wandalika
Imagem gerada por IA do Bing - 13 de dezembro de 2024 
às 2:49 PM
Imagem gerada por IA do Bing – 13 de dezembro de 2024
às 2:49 PM

A vida nasce
Em casa esquina cruzada
Deus ilumina a jornada
Busca-se esperança entre véu
Que inala a palma de cada ser
Entre decidir a trilha junta-se a partida.

É assim que se deu abertura
Cantaram as letras nas alturas
A arte nasceu suas tempestades
Dia de tristeza a lágrimas cinzentas
A Lua aplaudiu aquela alma pura
Dia de água entre o pumar de vidas.

Pumar de vida.

Soldado Wandalika

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Penedo ou espuma?

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Penedo ou espuma?’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
‘Penedo é coragem; espuma é indecisão’
Imagem gerada por IA do Bing –  5 de novembro de 2024
às 1:45 AM

Penedo ou espuma?
Vaporosa formação granítica
Rocha para correntes espumantes
Espuma ao contato das tempestades.

Quem és na essência
Se flutuas como tênues flocos
Se envergas trajes de matéria densa?

Na noite de teus mistérios
Ao esvoaçar de asas
Ensombrece o penhasco
Em enigmático mutismo.

Nos escaninhos de teu ser
Procuro espuma
Encontro penedo
Esculpo rochas
Desfaço espumas.

Que porta se abrirá
Ao chamado da dúvida?

Penedo e espuma
Dois estados do mesmo elemento
Encontro a ambos
No mesmo cenário:
Penedo é coragem
Espuma é indecisão.

Sergio Diniz da Costa

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Viver

Valdina Augusto de Souza: Poema ‘Viver’

Valdina Augusto de Souza
Valdina Augusto de Souza
Imagem gerada por IA do Bing -  24 de outubro de 2024 às 11:01 PM
Imagem gerada por IA do Bing –  24 de outubro de 2024 às 11:01 PM

Viver…
Fazer da vida
Um arco colorido
De flores
Perfumes
De cantos
Encantos
Rodopios
Viver…
A vida
Semeando
Flores
Distribuindo
Perfumes
Em meio
Às tempestades
Fazer dos
Ventos fortes
O apogeu
Da calmaria
Onde a alma
Dança
Em cambalhotas
Exalando
O perfume
Das flores
Viver…
A vida
Disseminando
Alegria
Viver…
Rodopiando
Em meio
Ventanias
Da vida
Viver…

Valdina Augusto de Souza

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Grandeza da alma

Irene da Rocha: ‘Poema Grandeza da Alma’

Irene da Rocha
Irene da Rocha
"A grandeza de tua alma doce reflete o amor que em ti floresce..."
Imagem gerada pela IA do Bing - 24 de setembro de 2024 às 4:12 PM
“A grandeza de tua alma doce reflete o amor que em ti floresce…”
Imagem gerada pela IA do Bing – 24 de setembro de 2024 às 4:12 PM

A grandeza da tua alma doce,
Reflete o amor que em ti floresce.
Como vasto oceano a resplandecer,
Profundo e sereno, a acolher.

Tempestades chegam e passam,
Ainda assim, a calma é a palavra.
O mundo, espelho dessa essência,
Guarda em silêncio tua presença.

É no imenso coração,
Que repousa a vastidão.
Na paz que em ti reside,
O amor se expande e divide.

Assim segue a tua jornada,
Acolhendo a vida, de alma lavada.
Com serenidade a cada passo,
Um universo em teu abraço.

Irene da Rocha

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