Eu amo falar dos seus lábios nos caracóis que levam o mar para todo lado na solidão que deixa o silêncio escapar por um instante no silêncio escapou que toca ternamente a solidão.
Eu amo falar dos seus lábios nas mangas que estremecem sua nudez açucarada na solidão o bicar silencioso dos pássaros que transborda a suprema solidão.
Eu amo falar dos seus lábios em alegria. que transpira verões no inverno na solidão das estrelas quando olham no silêncio da pele mais próxima das cinzas.
LÁBIOS COMO UMA PORTA PARA A BRISA ENTRAR. LÁBIOS DOCES LÁBIOS DE POLPA
José Antonio TorresImagem criada por IA do Bing – 24 de março de 2025, às 07:42 PM
O sentimento não se explica, sente-se. Quanto mais nos doamos, mais o sentimos. É uma sensação de intensa felicidade, Inigualável sob todos os aspectos.
O sentimento é ternura, carinho, cuidado. No ápice do seu significado, o amor. Ele é a forma mais expressiva da evolução humana. Elo sublime de conexão com o divino.
O sentimento é o aprimoramento das percepções. É resultado do constante lapidar das imperfeições; É a interação de almas que se buscam E vêm realizar o encontro marcado no etéreo.
O sentimento não tem forma, odor ou som. Mas em todas essas coisas podemos encontrá-lo, Pois ele é a conjugação dos outros sentimentos. Ele não é único, ele é múltiplo.
O sentimento está no olhar, no falar, no calar. Em cada instante ele estará presente. A forma de percepção da sua presença Dependerá do momento poético que vivemos.
AFLAS divulga classificados do I Concurso de Poesias
O I Concurso de Poesia da Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe foi lançado em homenagem à professora ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe
Logo da AFLAS
AFLAS – Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe lançou o I Concurso de Poesia em homenagem à Profª. Dra. ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe.
As avaliações dos poemas foram feitas às cegas, ou seja, seus avaliadores receberam os poemas, sem saberem os nomes dos autores para que a integridade do concurso fosse mantida, sendo eles: a Prof.ª Dr.ª Marleide Cunha; Prof.ª Dra. Advanuzia Santos; a Prof.ª Ma. Geovana de Oliveira Lima, e os acadêmicos da ASL – Academia Sergipana de Letras, Dr. Domingos Pascoal de Melo e Dr. Paulo Amado Oliveira.
Todos os participantes terão seus poemas publicados nesta coluna do Jornal Cultural ROL, que há 30 anos leva cultura para todo o mundo, e fará conhecer os talentos literários do pequeno grande Estado de Sergipe.
AFLAS divulga classificados do I Concurso de Poesias
O I Concurso de Poesia da Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe foi lançado em homenagem à professora ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe
Logo da AFLAS
AFLAS – Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe lançou o I Concurso de Poesia em homenagem à Profª. Dra. ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe.
As avaliações dos poemas foram feitas às cegas, ou seja, seus avaliadores receberam os poemas, sem saberem os nomes dos autores para que a integridade do concurso fosse mantida, sendo eles: a Prof.ª Dr.ª Marleide Cunha; Prof.ª Dra. Advanuzia Santos; a Prof.ª Ma. Geovana de Oliveira Lima, e os acadêmicos da ASL – Academia Sergipana de Letras, Dr. Domingos Pascoal de Melo e Dr. Paulo Amado Oliveira.
Todos os participantes terão seus poemas publicados nesta coluna do Jornal Cultural ROL, que há 30 anos leva cultura para todo o mundo, e fará conhecer os talentos literários do pequeno grande Estado de Sergipe.
Irene da Rocha Amor perene Microsoft Bing – Imagem criada pelo Designer
Nas trilhas do tempo, amor floresce, Perene laço que o destino tece. Em cada olhar, um universo sereno, Amor perene, como o céu mais ameno.
No crepúsculo dourado, juras de ternura, Entre suspiros, a alma se aventura. Como estrelas dançando em céu noturno, Amor perene, em cada segundo taciturno.
Nos dias de sol, radiante como aurora, Teu calor aquece, amor que não descora. Na calmaria dos momentos incertos, Amor perene, como versos descobertos.
Nas noites silenciosas, sob um manto estelar, Onde a paixão se faz constante a brilhar. Em cada batida, o coração é testemunha, Amor perene, na eternidade se junta.
Em cada promessa, a fala é silente, Entre juras mudas, o laço é persistente. Como o rio que abraça a margem com doçura, Amor perene, na corrente da vida perdura.
Assim, em oito estrofes de doce melodia, Verso a verso, celebro esta sinfonia. Entre nós, amor é perenidade e poesia, Em cada linha, o afeto se materializa.
Vem chegando,
devagar,
exalando perfumes,
e num espaço de tempo,
vai tomando formas,
algumas transitórias,
outras definitivas,
que afagam rostos ansiosos,
instalando ali moradia serena.
É leve o seu pulsar,
de toques, afagos macios,
sem pressa, quase um deslize,
que mãos ansiosas quase trêmulas,
vão buscando espaços,
em rostos sedentos,
almejando delicias que se anunciam.
Um aroma de rosa perfumada,
vai aos poucos se instalando,
estimulando sensações,
que pareciam antes adormecidas,
e dois corações pulsam apressados,
sabendo que deliciosas ternuras,
vão se consolidar em beijos suaves.
tímidos à princípio, apaixonados depois.