Ismaél Wandalika: ‘Teu sorriso combina com a vida’
Soldado Wandalika Imagem crfiada por IA do Grok – 23 de janeiro de 2026, às 06:13 PM – https://grok.com/imagine/post/f07334c5-7ece-41be-b76d-649b2ef02f26
Entoa poesia melódica, celebra mais um dia A vida inspira poetas na via, tira da linha toda malícia Agulha afia o som que consome a fome dos homens No imo das mulheres, acelera a palavra dá a luz ao prazer
Viver Fazer To live, to see A vida ensina aos pobres, versos que enriquecem o dinheiro que embriaga a caneta da dança!
Teu sorriso combina com a vida Teu sorriso combina com o amor Teu sorriso é perfeito para o livro na capa Teu sorriso humilha a dor.
O músico, historiador e guardião das lembranças que viram literatura
Renan Hart
Natural de Niterói, RJ, Renan cresceu entre música, histórias e um quintal que se tornou o primeiro palco da sua imaginação.
Hoje, ele é músico e historiador, com especialização em Cultura e Literatura.
Sua carreira se divide entre a pesquisa histórica, a educação musical e a construção de projetos artísticos que unem arte, filosofia e memória.
Ele já formou corais, orquestras, grupos performáticos e segue transitando com a mesma naturalidade entre partituras e arquivos antigos.
Renan pertence grupo de autores que escrevem para registrar sentimentos.
Daqueles que entendem que a memória não é só uma lembrança: é território vivo, que pulsa, que atravessa gerações e que merece ser contado.
Mas sua sensibilidade vai além da sala de aula e dos registros acadêmicos.
É na força das lembranças da infância, vividas com o irmão e o primo, todos criados no mesmo quintal que Renan encontrou a matéria-prima para sua obra literária, a “República dos Primos”.
Desse período simples, afetivo e cheio de descobertas nasceram histórias que, embora transformadas em ficção, carregam a verdade essencial da vida: a inocência, a amizade e o olhar encantado da criança que enxerga o mundo pela primeira vez.
Renan costuma dizer que seu livro é uma ficção inspirada em fatos reais.
Mas basta ler algumas páginas para perceber que a ficção ali é só uma forma mais bonita de preservar o que não cabe apenas em palavras: o quintal compartilhado, as aventuras inventadas, o vínculo inabalável, e tudo aquilo que nos forma antes mesmo de sabermos quem somos.
A obra emociona porque é sincera.
Porque nasce de um lugar onde todos já estivemos um dia, mesmo que nossas histórias sejam diferentes: a infância, com sua força poética e sua capacidade de marcar para sempre quem nos tornamos.
Além deste livro, Renan tem outra obra em andamento: Notas do Invisível, atualmente em avaliação pela Ipê das Letras.
Renan Hart, transita entre diferentes linguagens sem perder a delicadeza.
Um músico que entende o silêncio.
Um historiador que valoriza o imaterial.
Um escritor que transforma lembranças em literatura.
E isso, no fim das contas, é o que faz sua obra tocar tão fundo: ela vem de um quintal pequeno, mas de um coração enorme.
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REPÚBLICA DOS PRIMOS
SINOPSE
República dos Primos é uma coletânea de crônicas afetivas, engraçadas e cheias de memória sobre três primos crescendo juntos entre os anos 80 e 90.
Entre a casa da avó, o quintal com rede de barbante, o Natal com salada de frutas e o Telejogo com dois botões, o livro resgata uma infância brasileira comum, mas inesquecível daquelas feitas de bolha no pé, cafifa no céu e fita VHS que precisava rebobinar.
Com humor, leveza e emoção, o autor narra episódios vividos (e talvez inventados) que celebram a amizade, os vínculos familiares e a beleza das coisas simples.
Perfeito para quem viveu o tempo das locadoras, dos videogames 8-bits, do MSN, das orações na sala e dos medos noturnos como o disco da Xuxa ao contrário e o Fofão no escuro.
Mais do que nostalgia, República dos Primos é um abraço em forma de livro – para quem cresceu no mesmo terreno, só com nomes e calçadas diferentes.
Entre cicatrizes, poesia e coragem, a mulher que transformou sobrevivência em legado
Sob a superfície
Há pessoas que escrevem para existir.
E há pessoas que existem para escrever, porque a vida, tão intensa e imprevisível, exige delas palavras que salvam, resgatam e iluminam.
Luciana Fisher é desse segundo tipo: uma mulher de 43 anos, brasileira naturalizada americana, que há 26 anos transforma Nova York no cenário onde reinventa a própria história.
Associada em Economia pela BMCC, estudante de Ciências Sociais com concentração em Economia na NYU, Luciana carrega uma mente inquieta e complexa, mas é no coração que tudo começa.
Disléxica desde criança e sobrevivente de um câncer de mama agressivo, ela aprendeu a conviver com desafios que tentaram silenciar sua voz, mas nunca conseguiram.
Quando não está mergulhada nos estudos, ela ocupa palcos que respiram literatura e intensidade: o lendário Nuyorican Poets Café, o Bowery Poetry Club, o tradicional The Lambs Club.
Luciana declama poesia como quem costura feridas, com coragem, vulnerabilidade e uma beleza crua que só quem já caminhou por territórios difíceis consegue traduzir.
Nos intervalos entre uma performance e outra, divide a vida com seus dois companheiros inseparáveis, Stitch e Spidey, seus “caolhotes”, como ela gosta de chamar, e com a rotina de tratamentos mensais contra o câncer.
A doença ainda bate à porta, mas não dita mais as regras. Luciana, sim, escolheu viver com toda a intensidade possível.
“Sob a Superfície”: quando a escrita vira sobrevivência
Sua primeira obra, Sob a Superfície, nasceu como um gesto urgente, a necessidade de processar a vida, de deixar um legado, de transformar o medo em arte.
O câncer era agressivo e o futuro incerto.
Guardar seus poemas na gaveta seria quase um desperdício da própria existência.
Então ela fez o oposto: abriu o peito e ofereceu sua verdade ao mundo.
O livro carrega duas causas que acompanham Luciana desde sempre: o câncer de mama e a dislexia.
Publicar não foi apenas um ato criativo, foi um ato político, humano, emocional.
Um sopro de força para quem luta, tropeça, recomeça e insiste em ficar.
Hoje, Sob a Superfície já está disponível na Amazon Kindle, Uiclap e Books.by, com mais lojas entrando no circuito em breve.
As versões em inglês e espanhol também estão chegando, expandindo ainda mais o impacto dessa voz que se recusa a ser limitada por fronteiras.
E o mais bonito? Luciana está só começando.
Ela tem outras três obras em andamento, um novo livro de poesia e dois romances de suspense.
A mulher que quase perdeu a vida agora a multiplica em histórias, versos, personagens e mundos inteiros.
Em Sob a Superfície, Luciana Fisher convida o leitor a uma jornada íntima através do amor, da perda, da identidade e do renascimento.
Com uma honestidade cortante e uma graça lírica, esta coletânea de poemas dá voz às lutas silenciosas que todos enfrentamos, e às verdades que nos conectam.
Os poemas de Luciana exploram temas como o luto, a transformação e o amor em suas múltiplas formas.
Cada texto é um convite à pausa, à reflexão, à busca pela própria história dentro das palavras.
Seja navegando as complexidades dos relacionamentos, lidando com a dor da perda ou redescobrindo quem se é, esses poemas oferecem acolhimento e inspiração para quem procura sentido nos momentos mais vulneráveis da vida.
A voz de Luciana Fisher é autêntica, profunda, empática e ferozmente honesta, com um ritmo que é ao mesmo tempo pessoal e universal.
Entre nesta exploração sincera da experiência humana, e descubra o que vive Sob a Superfície e Por Trás das Linhas.
O sol desperta em manso tom de alegria, Beija a terra em doce encanto que irradia; O orvalho sobe, e a névoa, vaga, se esvazia, Enquanto a vida abre as portas do seu dia.
Nasce o abraço em lume puro e verdadeiro, Risos bordando o ar num brilho alvissareiro; Corações pulsam juntos, num só candeeiro, Sagrado o tempo de amar no mundo inteiro.
A luz derrama sua dança abençoada, Folhas cintilam pela trilha iluminada, E os pássaros cantam na manhã dourada.
O céu se abre num gesto amplo e divino, Sopro de Deus embala o sonho peregrino; E a alma floresce ao teu calor, destino.
Há linhas que costuram mais do que tecidos — costuram histórias, memórias e destinos.
É assim que a escritora Sandra Lugli define “Uma Tênue Linha”, sua obra de estreia: um livro de 17 contos que mergulha nas relações humanas e no delicado elo que conecta cada pessoa à sua própria origem.
Ítalo-brasileira, nascida em São Paulo e moldada entre Portugal e a Itália, Sandra carrega em si o mosaico de duas culturas e a curiosidade de quem busca entender de onde veio para compreender quem é.
Sandra Lugli
Química de formação, empresária, mãe e esposa, ela sempre manteve a arte e a literatura como refúgios de expressão e pertencimento.
“A partir da pesquisa sobre minha ancestralidade genética, tudo começou a fazer sentido — os gostos, as escolhas, até as emoções. Foi como se eu finalmente reconhecesse a linha que me liga aos meus ancestrais.”
Sandra Lugli
Essa descoberta foi o ponto de partida para “Uma Tênue Linha”, uma coletânea de contos sobre amizade, família e os laços invisíveis que nos moldam mesmo quando não percebemos.
Cada história nasce de vivências ou observações, transformadas em reflexões sobre o tempo, a herança emocional e o que permanece em nós, mesmo depois das gerações passarem.
Mais do que uma obra literária, o livro é um convite à introspecção, a olhar para dentro e para trás, e perceber que talvez nada seja por acaso.
Com escrita sensível e olhar maduro, Sandra Lugli celebra, em palavras, o poder da memória e o mistério da continuidade.
Porque, afinal, a vida também é isso: uma tênue linha que nos atravessa e nos conecta, de ontem até sempre.
Narrativa detalhada, sensível e fluida, leva o leitor a refletir sobre identidade e laços interpessoais e a procurar beleza e esperança, mesmo nos momentos mais desafiadores.
Dorilda AlmeidaImagem criada por IA do Bing – 09 de agosto de 2025, às 22:39 PM
Ah! Como é bom Ter um pai Os pulmões enchem de ar O peito quer se arrebentar Só de pensar em meu pai. Meu coração enche de paz! Meu pai Não deu brinquedos do mundo Mas deu colo e amor profundo Liberdade me ensinou a conquistar Amoroso ele era Feliz com a vida e com a família Amor era o que mais sentia Por isso tudo fazia na vida Era só alegria
Como é bom ter um pai Para ensinar a andar A falar e a amar!