Mulheres que sonham mudar o mundo

Sesc Sorocaba destaca o espetáculo ‘Mulheres que sonham mudar o mundo’ e show do ‘Coletivo Mulheres do Choro’
 no final de semana 

Cena do espetáculo 'Mulheres que sonham mudar o mundo' - Foto de Ricardo Oba
Cena do espetáculo ‘Mulheres que sonham mudar o mundo’ – Foto de Ricardo Oba

Link de fotos 
Vídeo A menina pássara 

A programação do final de semana no Sesc Sorocaba reúne atividades para diferentes públicos, com destaque para as ações do Festival da Cultura Surda, o espetáculo Mulheres que sonham mudar o mundo e o show do Coletivo Mulheres do Choro de São Paulo, dentro do projeto Chorandinho. As atividades valorizam a diversidade de linguagens artísticas, promovendo encontros que ampliam a acessibilidade, o protagonismo da comunidade surda e a riqueza da música brasileira. 

O Festival da Cultura Surda propõe uma imersão em experiências que articulam espetáculos, vivências e ações formativas, em parceria com instituições de Sorocaba ligadas à comunidade surda. Já o projeto Chorandinho celebra um dos gêneros mais tradicionais do país, apresentando o choro em diferentes abordagens, do repertório clássico a releituras contemporâneas. 

Em paralelo à programação realizada na unidade, o Sesc Sorocaba também estará presente nas cidades de Itapetininga (sábado, 11/4) e Capão Bonito (domingo, 12/4) com o Circuito Sesc de Artes 2026

No sábado, das 10h às 15h, a área de convivência recebe a Feira de Alimentos Agroecológicos e Artesanato, comprodutos cultivados e produzidos por trabalhadores da região de Sorocaba. A iniciativa valoriza práticas sustentáveis, sem o uso de agrotóxicos, e incentiva o consumo consciente. Gratuita e aberta a todas as idades. Neste mês, a feira integra a programação do Festival da Cultura Surda e contará com a presença de tradutor-intérprete de Libras. Não se esqueça de trazer sua sacola retornável. 

Ainda no sábado, às 16h, acontece a contação de histórias Contos pá-pum, com o Grupo ÊBA!. A atividade reúne narrativas curtas, dinâmicas e bem-humoradas, com personagens inusitados e finais surpreendentes, estimulando a imaginação das crianças e a participação do público. A atividade é gratuita e tem classificação livre. Para assistir, é só chegar. 

Encerrando o sábado, às 20h, o teatro recebe o espetáculo Mulheres que sonham mudar o mundo, com o Núcleo de Teatro IGESC, como parte da programação do Festival da Cultura Surda. 

A montagem aborda questões como assédio, patriarcado e sororidade, propondo uma reflexão crítica sobre as violências estruturais e seus impactos sociais. Por meio de cenas que dialogam com o cotidiano e com experiências coletivas, o espetáculo aponta caminhos de transformação baseados na união entre mulheres. 

Com Libras integrada à encenação, a obra amplia o acesso e potencializa o discurso em cena.  

Com classificação de 18 anos, a atividade é gratuita, com lugares limitados. Os ingressos devem ser retirados com 1 hora de antecedência. 

No domingo, às 16h, o público confere o espetáculo A menina pássara, com o Grupo ÊBA!, como parte da programação do Festival da Cultura Surda. 

A montagem acompanha a trajetória de uma personagem que, em busca de identidade e pertencimento, percorre caminhos poéticos e simbólicos, encontrando diferentes formas de existir e se expressar. Nascida menina-pássara, sem asas, sem bico, sem penas, ela não canta nem voa e permanece em silêncio em seu canto. Diferente de todos, parte em busca de um lugar que seja seu, de um nome que lhe pertença e de uma identidade para sua língua. 

Com classificação livre e lugares limitados. Vendas disponíveis em centralrelacionamento.sescsp.org.br ou aplicativo Credencial Sesc SP. E presencialmente na Central de Atendimento. 

Os valores dos ingressos são R$ 12,00 (credencial plena), R$ 20,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, estudante, servidor de escola pública com comprovante, pessoas com deficiências e seu acompanhante) e R$ 40,00 (inteira). Grátis para crianças até 12 anos (necessário apresentar ingresso). 

Logo depois, às 17h, a convivência recebe o show do Coletivo Mulheres do Choro de São Paulo, dentro do projeto Chorandinho. Formado por instrumentistas de diferentes trajetórias, o grupo apresenta choros clássicos e autorais, reafirmando a força e a presença feminina na música instrumental brasileira. A apresentação é gratuita e tem classificação livre. Para assistir, é só chegar. 

O Sesc Sorocaba também conta, até o dia 16/8, com a exposição Frestas – Trienal de Artes: do caminho um rezo, com curadoria de Khadyg Fares, Luciara Ribeiro e Naine Terena. 

O projeto é apresentado ao público a partir de exposição, intervenções, performances, ocupações artísticas em espaços internos e externos à unidade do Sesc, programas públicos, ações educativas e outras atividades de diversos formatos. A 4ª edição dá continuidade às pesquisas iniciadas nas edições anteriores, reconhecendo a região de Sorocaba, bem como os interiores, como um território em que confluem as relações artísticas e comunitárias. 

Terças a sextas, das 9h às 21h30; sábados, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 18h30. Classificação 12 anos. Grátis.  

Em paralelo com as atividades que acontecem na unidade, o Sesc Sorocaba também estará presente nas cidades de Itapetininga (sábado, dia 11/4) e Capão Bonito (domingo, 12/4), com o Circuito Sesc de Artes 2026.  

Com atividades nas áreas de música, dança, circo, teatro, cinema, literatura, artes visuais e tecnologias, levando uma programação gratuita com espetáculos, intervenções, mediações de leitura e oficinas. Confira em sescsp.org.br/circuitosescdeartes 

Confira mais sobre essas e outras atividades da programação do Sesc Sorocaba em sescsp.org.br/sorocaba.     

SERVIÇO 

FEIRA – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

Feira de alimentos agroecológicos e artesanatos 

Sábado, dia 11/4, das 10h às 15h. 

Classificação livre.  Com intérprete de Libras. 

Trazer sacolas reutilizáveis 

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

Contos pá-pum 

Sábado, dia 11/4, às 16h. 

Classificação livre. Grátis. 

Para assistir é só chegar. 

TEATRO – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

Mulheres que sonham mudar o mundo 

Sábado, dia 11/4, às 20h. 

Vagas limitadas. Classificação 18 anos. 

Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência. 

TEATRO – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

A menina pássara 

Domingo, dia 12/4, às 16h. 

Lugares limitados. Classificação livre.  

R$ 40,00 | R$ 20,00 | R$ 12,00 | Grátis para crianças até 12 anos. 

MÚSICA – CHORANDINHO 

Coletivo Mulheres do Choro de São Paulo 

Domingo, dia 12/4, às 17h. 

Classificação livre. Grátis. 

Para assistir é só chegar. 

ARTES VISUAIS 

Frestas – Trienal de Artes: do caminho um rezo 
Até dia 16/8, terças a sextas, das 9h às 21h30; sábados, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 18h30. 

Classificação 12 anos. Grátis. 

Sesc Sorocaba       

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.       

Fone: (15) 3332-9933.     

Prefira o transporte público 

Terminal São Paulo 

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa 

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares 

Terminal Santo Antônio 

Linha 65: Campolim 

BRT 

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim 

+ informações  

facebook.com/sescsorocaba 
instagram.com/sescsorocaba 
youtube.com/sescsorocaba 
sescsp.org.br/sorocaba 

Voltar

Facebook




GURI lança temporada 2026

GURI lança temporada 2026 com a estreia de três novos grupos. Os 32 Grupos Musicais farão 183 concertos em 50 municípios paulistas, todos com entrada gratuita

GURI lança temporada 2026 com a estreia de três novos grupos
Estudantes de música do GURI. Foto de Robs Borges.

Fotos de divulgação, baixe aqui

Serão mais de 300 obras, incluindo inéditas, de autores brasileiros e mais 25 países, com destaque para a forte presença feminina

Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

E quem estuda música no GURI, tem a oportunidade de fazer parte dos grupos musicais. Do instrumento ao canto, as formações são as mais diversas. Há orquestras e bandas sinfônicas, orquestras e cameratas de cordas, de violões, os corais, as big bands, e os grupos de choro, percussão e música instrumental brasileira.

A Temporada 2026 de Concertos começa em abril e vai até dezembro. Este ano, com uma grande novidade: agora são 32 Grupos Musicais em todo o Estado – três novos grupos estreiam no segundo semestre. Os mais de mil alunas e alunos bolsistas de até 18 anos de idade, farão 183 apresentações em 50 municípios do estado de São Paulo, entre capital, interior e litoral. Todos com entrada gratuita. A programação completa está no site, e parte dos concertos terão transmissão ao vivo no canal SouGURI do YouTube.

Estreias

As regiões de Itapeva, Presidente Prudente e Vale do Ribeira ganham mais três grupos. A Banda Sinfônica do GURI Ouro Verde, a Camerata de Violões do GURI Itapeva e o Coral do GURI Registro estreiam no segundo semestre com três concertos cada. A partir do ano que vem, junta-se aos demais com a realização de seis concertos ao ano.

Capital

Os 10 Grupos Musicais da capital, sendo três Corais, duas Bandas Sinfônicas, uma Orquestra Sinfônica, uma Orquestra de Cordas, uma Camerata de Violões, uma Big Band e um grupo de Choro, fazem 60 apresentações em espaços culturais e educacionais espalhados pela cidade.

Os concertos ocorrem no Theatro São Pedro, Auditório do MASP, Instituto Tomie Ohtake, Fábrica de Cultura, Biblioteca de São Paulo (Parque da Juventude), Casa Museu Ema Klabin, UNIBES Cultural, no Teatro Sergio Cardoso e em várias unidades do CEU (Centro Educacional Unificado) e da ETEC de Artes, ampliando o acesso do público de diferentes regiões da capital.

Serão 10 regentes convidados – a maioria mulheres na condução artística dos grupos, com seis representantes: Mônica Giardini, Cris Fayão, Isabela Siscari, Gabriela Antunes, Yara Campos e Erica Hindrikson. Completam a lista, os maestros Sadao Shirakawa, Daniel Filho, Fábio Bartoloni e Dario Sotelo.

Interior e Litoral

Serão 123 concertos em cerca de 50 municípios paulistas abrangendo todas as regiões do estado, como Araçatuba, Bauru, Botucatu, Franca, Indaiatuba, Itaberá, Jundiaí, Lorena, Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Carlos, São Luiz do Paraitinga, Santos, São Vicente, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, e cidades vizinhas.

Os 22 Grupos Musicais serão regidos por Carol Panesi, Devanildo Balmant, Denise Yamaoka, Douglas Willians, Franklin Ramos, Gesiel Vilarubia, Helinton Costa, José Corulli e Luís Anselmi. Também assumem a batuta Márcio Rodrigues, Marlon Camatari, Patrícia Teixeira, Paulo de Tarso, Paulo Galvão, Paulo Renato, Rodrigo de Jesus, Rodrigo Murer, Rossini Xavier, Thales Maestre, Tiago Fagundes, Tico Proença, entre outros.

Repertório

A música brasileira está em todos os programas, seja concerto sinfônico, instrumental ou canto coral. Obras de Adoniran Barbosa, Ary Barroso, Chiquinha Gonzaga, Dorival Caymmi, Djavan, Milton Nascimento, Tom Jobim, Heitor Villa-Lobos, Cartola, Hermeto Pascoal e Pixinguinha são alguns exemplos. Artistas contemporâneos como Joyce Moreno, Léa Freire, Carol Panesi, Luísa Mitre e Juliana Ripke, também estão na temporada, incluindo obras inéditas encomendadas especialmente para os grupos do GURI.

De internacional, nomes como Johann Pachelbel, Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig van Beethoven, Franz Schubert, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Claude Debussy, Maurice Ravel, Gustav Holst, Philip Sparke, Julie Giroux, Jacob de Haan e Astor Piazzolla reforçam a diversidade de estilos, culturas e períodos que marcam a programação.

Números da Temporada

  • 32 Grupos Musicais
  • 1.000+ bolsistas
  • 183 concertos gratuitos
  • 300+ composições, incluindo obras inéditas
  • 50+ municípios paulistas
  • 34 regentes convidados
  • 22 encomendas de composições e arranjos inéditos

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America; Tauste Supermercados; SABESP; Instituto Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; WEG; BASF; Chiesi Farmacêutica; Prata: Novelis; Caterpillar; MAHLE; Usina Santa Maria; DM; Sicoob; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; Instituto athié | wohnrath; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; ACIF-Franca; Apoio Cultural: Ipiranga Agroindustrial; Yamaha; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma; Paulispell; e Ibiuna Investimentos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura. 

Para saber mais sobre o GURI, acesse o site oficial.

Para mais informações sobre a Santa Marcelina Cultura, acesse aqui

Voltar

Facebook




Conservatório de Tatuí abre inscrições

Conservatório de Tatuí abre inscrições para 2º Processo Seletivo de Estudantes com novas especializações em Choro e Performance Histórica

Espetáculo ‘Razão Social’, turma do 2º Ano de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí
Foto: Peterson Paes/Arquivo Conservatório de Tatuí
Espetáculo ‘Razão Social’, turma do 2º Ano de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí
Foto: Peterson Paes/Arquivo Conservatório de Tatuí

São mais de 150 vagas para cursos de música e teatro distribuídos na Sede, em Tatuí, e no Polo São José do Rio Pardo; as inscrições podem ser feitas de forma gratuita e online até dia 09 de março

Considerada a maior escola de música e teatro da América Latina, o Conservatório de Tatuí anuncia a abertura do 2º Processo Seletivo de Estudantes para o ano letivo 2026. A instituição, que pertence à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e é gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura, oferece cursos nas áreas de música erudita, popular, teatro e educação musical em diferentes modalidades, como formações livres, regulares e de especialização.

São mais de 150 vagas distribuídas nas unidades educacionais localizadas na Sede Tatuí e no Polo em São José do Rio Pardo. Para este edital, a escola lança ainda duas novas especializações: Choro e Performance Histórica. Todos os cursos são inteiramente gratuitos, isentos de qualquer tipo de taxa de inscrição, matrícula ou mensalidade. As pessoas interessadas podem se inscrever por meio do site do Conservatório de Tatuí até 9 de março.

O 2º Processo Seletivo do Conservatório de Tatuí anuncia para a área de Música Popular uma nova especialização em Choro. O curso é destinado ao aprofundamento na linguagem do gênero, com aulas que contemplam aspectos como o desenvolvimento técnico e interpretativo, estudo e análise de repertório, introdução às práticas de improvisação, criação musical, entre outros.

O curso tem 2 anos de duração e as pessoas interessadas devem ter conhecimento técnico compatível com o nível intermediário da instituição em instrumentos como bandolim, cavaquinho, flauta e percussão. A seleção será feita por meio de teste para uma banca de docentes da escola, com a apresentação de uma peça de livre escolha do repertório de Choro.

2ª Semana de Prática de conjunto - Foto Peterson Pes - Arquivo
2ª Semana de Prática de conjunto – Foto Peterson Pes – Arquivo

A área de Música Erudita também anuncia uma nova especialização voltada ao aprofundamento prático e teórico em Performance Histórica. A formação é destinada a estudantes com conhecimento compatível ao nível avançado de estudos em instrumentos como Violino/Viola Barroco, Violoncelo Barroco, Contrabaixo Acústico, Viola da Gamba, Canto Barroco e Teclados Históricos. A formação terá duração de dois anos e abrange desde o estudo de tratados e de textos fundamentais, passando pelo estudo estilístico de repertório, entre outros aspectos relacionados ao gênero. O processo de seleção de estudantes será feito por meio de um teste frente uma banca de docentes do Conservatório de Tatuí na qual o(a) candidato(a) deverá executar uma peça indicada no edital e uma obra de livre escolha.

O 2º Processo Seletivo de Estudantes também abre inscrições que contemplam cursos com vagas remanescentes disponíveis distribuídas em cursos livres anuais, regulares e de especialização áreas como Música Erudita, Popular, Educação Musical, Musicografia Braille e Artes Cênicas. Há ainda diversas formações que dispõem de opção para cadastro reserva de candidatos(as).

A seleção de estudantes varia conforme o curso e o perfil da pessoa inscrita. Nos cursos livres anuais e cursos para iniciantes/pessoas sem conhecimento, as vagas são distribuídas por sorteio. Na área de Artes Cênicas, por exemplo, as pessoas inscritas para os cursos Artes Cênicas, Visualidades da Cena e Teatro Musical deverão participar de uma triagem realizada presencialmente, uma aula-entrevista. Já nos cursos de música, a seleção de pessoas com conhecimento musical poderá ser feita de duas formas: em uma apresentação presencial para a banca avaliadora ou de forma virtual para residentes de cidades acima de 200 km de distância – neste segundo caso, a pessoa inscrita deverá enviar, no ato da inscrição, uma gravação em vídeo cantando ou tocando a obra escolhida.

É importante observar que os critérios de admissão variam de um curso para outro, por isso, a instituição recomenda que as pessoas interessadas leiam atentamente os editais antes de efetuar a inscrição.

O Conservatório de Tatuí mantém em seus processos seletivos ações afirmativas. Dentre elas, há distribuição de 50% das vagas destinadas à ampla concorrência e 50% reservadas a estudantes vindos(as) de escolas públicas. Além disso, a instituição disponibiliza reserva de 5% do total de vagas para Pessoas com Deficiência (PcD).

Para sanar dúvidas sobre este processo seletivo ou sobre os editais, a organização disponibiliza e-mails para contato: processoseletivo@conservatoriodetatui.org.br  (cursos em Tatuí) ou secretaria.polo@conservatoriodetatui.org.br (cursos no Polo São José do Rio Pardo).

SERVIÇO

2º Processo Seletivo de Estudantes 2026 do Conservatório de Tatuí

Inscrições: até 09/03/2026

Editais: https://www.conservatoriodetatui.org.br/estude-conosco/processo-seletivo/      

Dúvidas ou mais informações: processoseletivo@conservatoriodetatui.org.br ou (15) 3205-8443/8447/8448/8449

Inscrições gratuitas

O Conservatório de Tatuí e a Sustenidos Organização Social de Cultura agradecem aos patrocinadores que apoiam nossas atividades por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Patrocinadores do Conservatório de Tatuí: Drogal, Cipatex, Sicoob, Kéke Empreendimentos

Sobre o Conservatório de Tatuí: Fundado em 11 de agosto de 1954, o Conservatório de Música e Teatro de Tatuí é uma das mais respeitadas escolas de música e artes cênicas da América Latina, importante equipamento de formação e difusão artística da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Oferece mais de 100 cursos regulares, livres e de aperfeiçoamento, todos gratuitos, nas áreas de Artes Cênicas, Música Erudita, Música Popular e Educação Musical. Atende cerca de 3.000 estudantes anualmente, vindos(as) de todas as regiões do Brasil e, também, de outros países, como Argentina, Chile, Coreia do Sul, Equador, Estados Unidos, Japão, México, Peru, Portugal, Síria, Uruguai e Venezuela.

É considerado uma das mais bem-sucedidas ações culturais do Estado, oferece ensino de excelência, com a missão de formar instrumentistas, cantores, atores, regentes, educadores e luthiers de alto nível. Sua importância no cenário musical é tão acentuada que garantiu à cidade de Tatuí o título de Capital da Música, aprovado por lei em janeiro de 2007. A instituição é gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura.

Sobre a Sustenidos: A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro.

Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.

Voltar

Facebook




Um enigmático intercâmbio entre mestres da cultura

Bruno Alves Feitosa

‘Um enigmático intercâmbio entre mestres da cultura’

Jacson do Pandeiro - Foto do Arquivo Nacional
Jacson do Pandeiro – Foto do Arquivo Nacional

Raul Seixas é considerado o pai do rock brasileiro, mas antes de se consagrar como cantor e compositor, ele teve uma experiência marcante como produtor musical. Contudo, em 1972, ele conseguiu gravar uma de suas músicas para concorrer no Vil Festival Internacional da Canção. Incentivado pelo produtor Marcos Mazolla, ele convidou um de seus ídolos, o mestre paraibano Jackson do Pandeiro, para participar da gravação de uma de suas músicas que hoje é um dos clássicos de sua obra: o rock-bailo ‘Let me sing, let me sing’.

Jackson do Pandeiro era um dos maiores nomes da cultura nordestina naquele momento, conhecido como o Rei do Ritmo por sua habilidade com o pandeiro e sua mistura de géneros como baião, coco, xote, samba e rock. Em 1960, ele havia gravado ‘Chiclete com Banana’, uma canção que sintetizava a proposta de fusão cultural que Raul Seixas buscava em sua obra. Na letra, ele dizia: “Eu só boto bebop no meu samba/Quando Tio Sam pegar no tamborim/Quando ele pegar no pandeiro e no zabumba/Quando ele aprender que o samba não è rumba.

Raul Seixas era um admirador de Jackson do Pandeiro e sabia da importância dele para a música brasileira e a fusão de estilos que ele estava procurando. Por isso, quando soube que ele estava sem contrato com nenhuma gravadora e realizando atividades como instrumentista de estúdio no Rio de Janeiro, ele não perdeu tempo e foi até ele para fazer o convite. Jackson aceitou e levou seu conjunto Borborema para acompanhar Raul na gravação de “Let me sing, let me sing”, uma canção em inglês e português que falava sobre a liberdade de expressão e a resistência à opressão. A parceria entre Raul Seixas e Jackson do Pandeiro não se limitou a essa gravação. Em 1976, Raul voltou a chamar Jackson para participar de seu disco “Ha 10 mil anos atrás, no qual ele cantou a musca “Os números”, ита небезão sobre a origem e o destino da humanidade.

O dia em que Raúl Seixas e Jackson do Pandero se encontraram para gravar um clássico da música brasileira foi um momento único na história de nossa cultura, que mostrou a admiração mútua entre dois grandes artistas de diferentes gerações e estilos, mas com uma mesma paixão pela música. Essa história icônica está registrada no livro Não Diga que a canção está perdida, do jornalista Jotabë Medeiros.

Bruno Alves Feitosa

Bruno Alves Feitosa
Correspondente do Jornal Cultural ROL pela cidade de Recife (PE)

Voltar

Facebook




Zekhalifa Successor

“Escolho o som que traduz o que sinto, mesmo quando nem eu sei explicar. A estética, para mim, também é sobrevivência.” (Zekhalifa Successor)

Logo da seção Entrevistas ROLianas
Logo da seção Entrevistas ROLianas

Zekhalifa Successor é um artista moldado cedo pela vida e pela urgência de dizer. Profissional desde a infância, encontrou na música um espaço de resistência, identidade e verdade. Nesta entrevista com Bruno Areno, ele fala sobre origem, silêncio, ruptura estética e a necessidade de criar sem pedir permissão — não para ser famoso, mas para permanecer inteiro.

Entrevista com Zekhalifa Successor.

Zekhalifa Sucessor - Foto por Mextech
Zekhalifa Sucessor – Foto por Mextech

Bruno Areno: Zekhalifa, você começou cedo demais para o mundo e cedo demais para o sonho. Aos 7 anos já era profissional. Que parte da sua infância você perdeu e qual parte você transformou em música para não enlouquecer?

ZK: Perdi o tempo despreocupado. Aquele tempo em que a infância corre sem saber que corre. Enquanto outros brincavam, eu já aprendia a cair. A escola não me segurou — não por falta de vontade, mas porque a vida me puxava pelo braço. Então entreguei minha confusão à música. Ela virou o lugar onde minha criança ainda respira sem pedir desculpas.

Bruno Areno: Você vem de Nampula, mas sua música não parece pedir permissão a um lugar específico. Quando você canta, você quer representar sua província ou escapar dela?

ZK: Nem sempre canto para representar um chão. Às vezes canto para alargar o chão. Trago sons que não eram esperados, não para negar minha terra, mas para dizer aos meus conterrâneos que o possível é maior do que o hábito. Inovar também é um gesto de amor.

Bruno Areno: Seu pai e sua mãe estiveram fora do mercado de trabalho formal. Isso te ensinou mais sobre fragilidade ou sobre resistência? Onde essa verdade aparece nas suas letras?

ZK: Aprendi resistência. Aprendi que a vida não pede licença. Ter nascido assim me moldou. Se tivesse vindo de um berço confortável, talvez nunca tivesse aprendido a sonhar com fome, nem a investir em mim mesmo. Minhas letras carregam essa verdade: a de quem aprendeu a ficar de pé sem apoio.

Bruno Areno: R&B, trap-melodic, zouk, afrobeat… você mistura gêneros como quem mistura feridas. Essa fusão é escolha estética ou reflexo de uma identidade ainda em construção?

ZK: É escolha. Escolho não caber em um só lugar. Escolho o som que traduz o que sinto, mesmo quando nem eu sei explicar. A estética, para mim, também é sobrevivência.

Bruno Areno: Ser parte do grupo Rich Future foi um abrigo ou uma provocação?

ZK: Foi uma aprovação silenciosa. Como um sinal de que eu podia continuar.

Bruno Areno: Você é mais forte no coletivo ou no silêncio solitário do estúdio?

ZK: No silêncio. É ali que eu me escuto. E quando me escuto, viro música.

Bruno Areno: Você se chama Successor. Sucessor de quem?

ZK: Sou sucessor do rap que não teve medo de dizer. Herdeiro da palavra que insiste.

Bruno Areno: Do que exatamente você sente que precisa continuar, e o que você quer romper definitivamente na música moçambicana?

ZK: Preciso continuar porque isso é o que me escolheu. A música é o lugar onde sou inteiro. Quero ser grande, sim — mas grande pelo diferencial, pela verdade. Romper com a repetição vazia. Permanecer onde há alma.

Bruno Areno: Existe uma dor que você ainda não conseguiu cantar? Algo que fica preso na garganta quando o beat começa?

ZK: As dores nunca acabam. Algumas ainda não sabem virar som. Mas quando encontram espaço, eu deixo que falem. Sempre deixo.

Bruno Areno: A fama é uma promessa perigosa. Você quer ser ouvido ou compreendido? E se o mundo ouvir, mas não entender, isso te basta?

ZK: Quero ser ouvido e compreendido. Mas se o mundo ouvir e não entender, eu continuo. Canto mais. Insisto. Até que sintam — mesmo que não saibam explicar.

Bruno Areno: Se amanhã tudo acabasse: shows, streams, aplausos… quem seria Zekhalifa sem a música? Essa resposta te assusta ou te liberta?

ZK: Me liberta. Porque mesmo sem o palco, a música já mora em mim.

Bruno Marquês Areno

Voltar

Facebook




Raízes 2 – Religiosidade

Documentário ‘Raízes 2 – Religiosidade’ estreia no YouTube e valoriza música sacra e patrimônio histórico de Caratinga

Documentário 'Raízes 2 – Religiosidade', de Nathan Vieira
Documentário ‘Raízes 2 – Religiosidade’, de Nathan Vieira

Nesta segunda-feira (15), às 20h, o YouTube recebe a estreia do documentário ‘Raízes 2 – Religiosidade‘, idealizado e dirigido pelo músico e jornalista Nathan Vieira. A produção apresenta o registro exclusivo da gravação ao vivo do projeto homônimo, realizado na Igrejinha Histórica de São João Batista, um dos espaços mais simbólicos do patrimônio cultural de Caratinga (MG).

O documentário conduz o público por uma experiência sensível e intimista, onde música sacra, espiritualidade e memória se entrelaçam. A noite registrada marcou um encontro singular entre arte e fé, valorizando compositores caratinguenses em um cenário carregado de significado histórico e afetivo para o município.

Além das performances musicais, a obra reúne entrevistas enriquecedoras que contextualizam a importância histórica, religiosa e cultural do templo, destacando seu papel na formação da identidade local e na preservação da memória coletiva.

Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc, o projeto reafirma o compromisso com a valorização da cultura, da música autoral e dos espaços históricos, fortalecendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade.

O documentário estará disponível gratuitamente no YouTube. O público é convidado a se inscrever no canal e ativar as notificações para acompanhar mais conteúdos culturais como este.

Serviço

📺 Estreia: Documentário Raízes 2 – Religiosidade

🗓 Data: Segunda-feira (15)

Horário: 20h

📍 Plataforma: YouTube

Perfil no Instagram: https://www.instagram.com/nathanvieira_oficial?igsh=MTJ4M2xya2V2Ymo4Yw==

Voltar

Facebook




Júnior Mosko Revela

‘Júnior Mosko Revela’ estreia nova temporada com cenário renovado, plateia ao vivo e Teresa Baddini como convidada especial

'Programa Júnior Mosko Revela' - Entrevista com Teresa Baddini
‘Programa Júnior Mosko Revela’ Entrevista com Teresa Baddini – Foto Divulgação

Na última quinta-feira (18), o programa ‘Júnior Mosko Revela’ deu início a mais uma temporada, celebrando 15 anos de sucesso. Reconhecido por sua linguagem limpa, acolhedora e acessível a todas as idades, o programa se consolidou como uma das produções mais longevas do entretenimento regional, exibido na TV Com Sorocaba, na TV Brasil e também em seu canal oficial no YouTube.


'Programa Júnior Mosko Revela' - Com cenário renovado e plateia - Foto Divulgação
‘Programa Júnior Mosko Revela’ Com cenário renovado e plateia – Foto Divulgação

Nesta nova fase, o público foi presenteado com um cenário totalmente renovado e a grande novidade da temporada: a presença de plateia ao vivo, proporcionando ainda mais interação e proximidade entre o apresentador, os convidados e os espectadores.

Teresa Baddini e Júnior Mosko - Foto Divulgação
Teresa Baddini e Júnior Mosko – Foto Divulgação

A estreia foi marcada pela participação da cantora Teresa Baddini, artista sorocabana que vem construindo uma carreira sólida e inspiradora. Sua trajetória é marcada por talento, sensibilidade e perseverança, enfrentando desafios e consolidando-se como uma das vozes mais expressivas da cena musical local.

Com influências que transitam entre a música popular brasileira e a música internacional, Tereza se destaca por interpretações emocionantes e pela capacidade de transmitir verdade em cada canção. Mais do que uma cantora, ela representa a luta e a força da mulher brasileira que transforma obstáculos em arte.

Ao longo de 15 anos no ar, o ‘únior Mosko Revela’ já recebeu personalidades da cultura, da política, do esporte e das artes, sempre preservando sua marca registrada: entrevistas conduzidas com respeito, profundidade e um olhar humano sobre cada convidado. O apresentador Júnior Mosko mantém o compromisso de levar ao público não apenas entretenimento, mas também histórias inspiradoras que conectam gerações.

O programa segue em exibição diariamente às 11h e às 23h, sendo transmitido pela TV Com Sorocaba e pela TV Brasil, além de disponibilizar as entrevistas completas no YouTube, ampliando o alcance e possibilitando que novas audiências conheçam o trabalho.

Com cenário renovado, plateia presente e convidados de destaque, a nova temporada reafirma o espaço de ‘Júnior Mosko Revela’ como um palco para grandes histórias e encontros memoráveis.

Voltar

Facebook