A arte de palitos de dente

O talento nato é o oxigênio e o combustível de um artista que, pelo estopim da criatividade e inspiração, sente em sua alma o fogo de novos projetos

Marcos Peniche - Presídio Joliet da série PRISON BREAK - Foto do próprio artista
Marcos Peniche – Presídio Joliet da série PRISON BREAKFoto do próprio artista

Marcos Peniche já é um artista conhecido do Jornal ROL. Na matéria publicada em 2021 (https://jornalrol.com.br/?p=46219), Marcos narrou sobre a infância sofrida, particularmente pelo fato de não ter o antebraço direito. Não obstante essa deficiência, conforme foi crescendo percebeu que tinha o dom de desenhar, assim o fazendo com o braço esquerdo.

Há nove anos, seu talento artístico o levou a tentar passar os traços em papel para a produção de uma peça, pela lembrança de coisas de sua infância que gostaria de ter tido, mas que não lhe fora possível, pois não tinha condições de comprar os brinquedos da época. Dentre as lembranças, o encantamento que sentia e o sonho que acalentava de ter as armaduras dos Cavaleiros do Zodíaco.

Desse início, Marcos se serviu dos traços de seus desenhos com o intento de produzir peças em miniatura para aperfeiçoar a técnica. E encarando o desafio, uniu diversos materiais para montar em tamanho real a armadura do personagem Aiolia. O trabalho foi árduo, demandando 38 dias para ser realizado. Para realizar o trabalho usou todo tipo de material na produção da armadura, começando pelo papel, que serviu de base, o plástico, acrílico, massa e até resina em alguns casos.

O trabalho frutificou e Marcos participar de eventos, como o Anime Friends, realizado em São Paulo, em 2016, onde, inclusive, veio a conhecer os atores japoneses que interpretam os personagens ninja Jiraya e o policial de aço Jiban.

Seu trabalho ganhou as mídias, dando-lhe projeção nacional, com entrevistas e até homenagem pela Câmara Municipal de Sorocaba (2021)

Um artista multifacetado

O talento nato é o oxigênio e o combustível de um artista, que, pelo estopim da criatividade e inspiração, sente em sua alma o fogo de novos projetos. Apaixonado pelo cinema, Marcos Peniche resolveu inovar sua arte, utilizando, agora, palitos de dentes e reproduzindo capacetes e símbolos de super-heróis, num trabalho minucioso que demanda de seis a sete horas, e, os mais complexos, 12 horas.
Abaixo, alguns dos novos trabalhos.

Capacete da armadura do Homem de Ferro e o símbolo dos Vingadores

Mortal Kombat

Homem Aranha

Thundercats

Superman

Harrypotter

Contato com o artista

https://www.facebook.com/profile.php?id=61559245284447&locale=pt_BR

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Os Lavadores de Histórias

Cia de Achadouros apresenta ‘Os Lavadores de Histórias’ no Espaço Cultural Praia, em Bertioga

Cartaz do espetáculo 'Os Lavadores de Histórias
Cartaz do espetáculo ‘Os Lavadores de Histórias

Inspirado nas poesias de Manoel de Barros, o espetáculo une circo, teatro de sombras e objetos, e traz uma reflexão sobre a relação da criança com o mundo real e o poder da imaginação, valorizando as coisas simples da vida  

Bertioga recebe temporada de dez anos da Cia de Achadouros com apresentação de “Os Lavadores de Histórias”

A Cia de Achadouros (@ciadeachadouros) está realizando uma temporada de circulação do espetáculo infantil “Os Lavadores de Histórias”, com apresentações gratuitas em diversas cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo, celebrando os dez anos do grupo.  

No dia 11 de maio de 2024 (sábado), às 19h, com entrada gratuita, o grupo apresenta “Os Lavadores de Histórias” no Espaço Cultural Praia, que fica na Avenida Tomé de Souza, 538, Bertioga – SP.

O espetáculo tem direção de Tereza Gontijo e apresenta Urucum, Tomtom e Jatobá, os lavadores de histórias. Eles carregam consigo o “rio da memória”, no qual vão lavando objetos esquecidos que encontram em quintais abandonados, revelando assim memórias de outros tempos, histórias divertidas e momentos emocionantes vividos em cada um desses lugares. 

Os Lavadores de Histórias - Foto de Giuliana Cergiari
Os Lavadores de Histórias – Foto de Giuliana Cergiari

Por meio de cenas cômicas, circenses, teatro de sombras e objetos, o espetáculo faz uma sensível reflexão sobre a relação da criança com o mundo real e da imaginação, e lança sobre a infância o olhar lúdico  contido na poesia. 

O trabalho, assim como a poesia de Manoel de Barros, trata da importância de se valorizar pequenas coisas na vida, a beleza escondida nas sutilezas, a graça da imaginação, a importância das relações, as brincadeiras espontâneas e colaborativas e o contato com a natureza. Entre os poemas que representam a peça, está “Desobjeto”, no qual o poeta fala sobre como a imaginação é capaz de ressignificar objetos.

A partir de uma imersão na obra do poeta, a Cia de Achadouros realizou um processo de pesquisa por ruas do bairro de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo (SP), em busca de histórias reais da memória afetiva de pessoas comuns (moradores antigos do bairro e crianças) que foram abordadas em cenas da peça.

O espetáculo estreou em 2018 e, desde então, realizou dezenas de apresentações por todo o estado de São Paulo, sendo indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (antigo Prêmio FEMSA e um dos principais prêmios de teatro infantil e jovem da América Latina) nas categorias Direção Revelação e Trilha Musical Adaptada, além de receber 4 estrelas pela revista Veja São Paulo e ótima avaliação pela crítica especializada, como Dib Carneiro Neto, do site Pecinha é a Vovozinha

Os Lavadores de Histórias - Foto de Giuliana Cergiari
Os Lavadores de Histórias – Foto de Giuliana Cergiari

A temporada é a primeira ação do projeto “Cia de Achadouros faz Dez Anos”, contemplado no Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023 de Grupos e Coletivos Artísticos, realizado em parceria com a Leneus Produtora de Arte, que promoverá a circulação dos espetáculos do grupo por quatorze cidades do Estado de São Paulo, oficinas formativas de teatro e palhaçaria, além da criação de um novo espetáculo infantil.

A Cia de Achadouros surgiu em 2014, tendo como base de sua pesquisa a linguagem da palhaçaria, das máscaras e da comicidade popular. O grupo possui um repertório que já foi visto por mais de 15 mil pessoas, que transita pelo teatro para as infâncias e o teatro adulto, além de um projeto de contação de histórias que aborda a diversidade dos causos e contos da cultura popular brasileira herdada dos nossos antepassados, e investiga a participação do público com deslocamento pelos espaços cênicos. 

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia: Silvia Camossa.

Direção: Tereza Gontijo.

Elenco: Emiliano Favacho, Felipe Michelini e Mariá Guedes.

Cenografia: Alício Silva e Bira Nogueira.

Figurino: Cleuber Gonçalves.

Iluminação: Giuliana Cerchiari.

Adereços: Clau Carmo e Cia. de Achadouros.

Pesquisa Musical: Emiliano B. Favacho e Tereza Gontijo.

Músicas: Kevin Macleod.

Edição de som: Emiliano Favacho e Rodrigo Régis.

Voz em off: Evandro Favacho.

Grafite/painel: Celso Albino.

Operação de som: José Olegário Neto.

Operação de luz: Francisco Renner.

Preparação corporal: Ana Maíra Favacho e Erickson Almeida.

Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini.

Gestão de mídias sociais: Rúbia Galera.

Assistente de Produção: Samuel Paixão.

Coordenação de Produção: Fabiano Lodi.

Produção Geral: Leneus Produtora de Arte.

Informações:
www.instagram.com/ciadeachadouros e www.facebook.com/ciadeachadouros

Teaser do espetáculo “Os Lavadores de Histórias”:
https://www.youtube.com/watch?v=6KRIa-Y-YKg

SERVIÇO:
Espetáculo  “Os Lavadores de Histórias”

Com Cia de Achadouros

SINOPSE:
Urucum, Tom Tom e Jatobá são lavadores de histórias que, todas as noites, visitam quintais da infância para lavar o que ali fora esquecido e revelar memórias. Eles ficam tocados e se divertem com as personagens e segredos de cada história revelada. Combinando o encanto do teatro de sombras, do circo e do teatro narrativo, o espetáculo convida o público a reviver as próprias memórias e relembrar a infância, com o intuito de que não se perca o que foi vivido em cada lugar. 

Duração: 50 minutos

Grátis – Classificação Livre

Quando: 11 de maio de 2024 (sábado) – Horário: 19h

Onde: Espaço Cultural Praia – Endereço: Av. Tomé de Souza, 538, Bertioga – SP

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Academia de Cinema para jovens

Centro Cultural Special Dog apresenta Academia de Cinema para jovens

Créditos: Freepik
Créditos: Freepik

Com nove oficinas marcadas durante o mês de maio, o projeto busca compartilhar os conhecimentos sobre a sétima arte

Combinando imagens em movimento, som e narrativa, o cinema tem o poder de emocionar, inspirar e desafiar o público, refletindo e influenciando as tendências culturais e sociais de cada época. Por isso, pensando em trazer esta forma artística para o seu catálogo, o Centro Cultural Special Dog (CCSD) anuncia o programa “Academia de Cinema” como uma nova modalidade entre suas oficinas.

Buscando estimular novos talentos infantojuvenis e explorar os conhecimentos em torno da sétima arte, o CCSD oferecerá três ações voltadas para iniciantes na área cinematográfica: uma série de oficinas temáticas, um festival de curtas-metragens e um concurso de roteiros para um filme natalino. O projeto é realizado através do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

As atividades terão início com a inauguração de um espaço temporário instalado no casarão do Centro Cultural em Santa Cruz do Rio Pardo, onde durante todo o mês de maio serão oferecidas oficinas gratuitas sobre as técnicas fundamentais da produção de filmes. Com uma linguagem acessível para a iniciação de jovens a partir de 14 anos, as oficinas serão ministradas por profissionais que atuaram em curtas patrocinados pelo Centro Cultural, tais como “O Bem Sempre Retorna” (2021) e “A Semente de Natal” (2022).

Além disso, haverá um Concurso de Roteiros, onde os alunos deverão escrever histórias para a produção de um filme natalino com o título “A Vida é Um Presente”. Como auxílio para os que optarem por participar, além das oficinas, haverá também mentorias individuais com uma roteirista profissional, onde poderão esclarecer suas dúvidas e aprimorar seus trabalhos.

Durante o mês de julho, após a conclusão da oficina, os interessados poderão produzir e inscrever suas obras no Festival de Curtasmetragens, onde os participantes serão avaliados pelo público e por um júri especializado. O mesmo júri ainda irá analisar e escolher a melhor história produzida no Concurso de Roteiros, que se transformará em um filme produzido pela equipe de profissionais de cinema do Centro Cultural Special Dog.

“O Centro Cultural descobriu o cinema durante a pandemia, quando precisávamos continuar produzindo arte, mas não podíamos realizar eventos com público ao vivo. Desde a produção do nosso primeiro curta-metragem, incorporamos a sétima arte ao nosso dia a dia com a fundação do Departamento de Audiovisual – o SET – e agora, trazendo esta oficina para jovens da região” conta Juliana ManfrimDiretora Executiva do Centro Cultural Special Dog.

O calendário com todos os eventos, bem como os regulamentos de participação e inscrição já estão disponíveis ao público no site do Centro Cultural e as inscrições também já estão abertas. As vagas são limitadas e os eventos são todos gratuitos. Saiba mais no site https://www.centroculturalspecialdog.com.br.

Sobre o Centro Cultural Special Dog

O Centro Cultural Special Dog (CCSD) foi estabelecido pela Special Dog Company, empresa que firmou compromisso com o Pacto Global da ONU no Brasil, localizado na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) em um prédio do século 19 totalmente reformado, onde foram mantidos todos os traços originais, incluindo a estrutura interna e fachada. Há 10 anos se destaca pelo seu compromisso com a formação cultural da sociedade e sua contribuição para o avanço da Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Sua influência significativa na região se manifesta através de iniciativas que promovem a cultura e a educação, desempenhando um papel crucial no combate à pobreza, na preservação do meio ambiente e na promoção da paz e prosperidade tanto para as pessoas quanto para o planeta por meio de aulas de canto, instrumentos, culinária, corte e costura, artesanato, arte circense, bazares beneficentes e workshops.

Sobre a Special Dog Company

Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca atua em mais de 38 mil pontos de vendas em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportação para países da América do Sul, sendo uma das maiores indústrias do segmento no Brasil.

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Referência por aliar a excelência dos produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores, a indústria é constantemente reconhecida como uma das Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil.

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Ireti

Cia. do Despejo faz crítica à necropolítica brasileira no espetáculo de teatro-dança ‘IRETI’, inspirado na mitologia Iorubá

Cena da peça ‘Ireti’

Baixe imagens de divulgação da peça neste link aqui. Crédito: Duda Viana

A distopia narra a história de uma mãe preta que pariu o Brasil e, depois de ser preterida pela nação, reivindica seus direitos de criação

Em maio, a Cia. do Despejo estreia o espetáculo de teatro-dança “IRETI”. A obra é uma crítica à necropolítica brasileira e às violências sofridas pelas mulheres negras em nosso país. As sessões acontecem nos dias 17 de maio, às 19h30, no Teatro Municipal de Mauá; 31 de maio, às 19h30, no Teatro Elis Regina, em São Bernardo do Campo; e 15 de junho, às 19h30, no Teatro Carlos Gomes, em Santo André. 

A montagem, que tem dramaturgia de Ingrid Alecrim, direção de cena de Carmem Soares, direção de movimento de Carol Ewaci e direção musical de Helena Menezes, é inspirada na mitologia Iorubá, sobretudo na figura de Nanã Buruku, orixá que cedeu a lama do seu domínio para a criação dos corpos humanos. Ela também é responsável pela desencarnação, uma vez que exige de volta a matéria criadora da vida.

Sobre a história

“O texto surgiu da ideia persistente de que o Brasil (conforme nominado após a colonização) foi parido e aleitado por mulheres indígenas, africanas e afrodescendentes. “Nosso ‘mundo’ foi e é moldado através das mãos dessas mulheres e, muitas vezes, contra suas vontades”,  revela a dramaturga Ingrid Alecrim.

A narrativa é conduzida por uma mãe preta e pobre, a personificação de Nanã Buruku. Ela ergueu o Brasil com os próprios braços, mas foi preterida pelo país e, agora, mergulhada em um contexto de miséria, violência, fome e terror, assiste a seus filhos serem mortos e presos e a suas filhas serem estupradas.

A matriarca furiosa reivindica seus direitos de criação, exige que a matéria humana retorne para si e procura alguma maneira de acabar com o mundo em desequilíbrio. A personagem é inserida em uma distopia, na qual as guerrilhas urbanas e rurais expandem uma guerra contra a governança brasileira.  E, nesse contexto, ela reflete sobre o que precisa ser mudado se quisermos viver em um país mais justo e menos violento.

“Ela toma as rédeas da existência humana, se colocando como uma figura central da história do Brasil, e não aceita ser musa, escrava, empregada ou ladra. Ela deixa de ser protagonista de uma história silenciada e solitária e se assume como protagonista da nação. Com essa história, a Cia do Despejo, da qual sou cofundadora, valoriza as narrativas das mulheres brasileiras ao dar voz às verdades desagradáveis, às culturas afrodiaspóricas depreciadas e à configuração de uma realidade apocalíptica convergente com os acontecimentos atuais”, comenta a autora.

Além de denunciar vários tipos de atrocidades cometidas contra a população negra desde a colonização, a peça tem a proposta de valorizar as ancestralidades.

“A todo momento são reavivados saberes e costumes ancestrais que chegam a nós através da afrodiáspora e das culturas orais indígenas. Ritos de cura e presenças míticas permeiam a narrativa e seus acontecimentos. A mitologia Iorubá chegou ao Brasil por meio das pessoas escravizadas e sobrevive através de muita resistência, também inevitavelmente mesclada à cultura do colonizador”, acrescenta.

O figurino criado por Duda Viana funciona como uma segunda pele, obedecendo aos tons terrosos do cenário e fazendo uma alegoria das figuras a serem interpretadas.E as máscaras de Cleydson Catarina contribuem para a potência da encenação. 

 O texto de “IRETI” ficou em 4º lugar no edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos, realizado pelo CCSP – Centro Cultural São Paulo em 2019 e, em 2021, foi exibida uma versão no formado de videoarte online pelo canal da Cia. Mungunzá de Teatro no YouTube. Com essa circulação, o espetáculo finalmente chega aos palcos no formato idealizado pela companhia desde o começo das pesquisas.

Essas apresentações do trabalho foram contempladas pelo edital Proac nº37/2023 de Cultura Negra, Urbana e Hip Hop, promovido pela Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

SOBRE INGRID ALECRIM – TEXTO

Ingrid Alecrim é atriz, dramaturga, roteirista, produtora cultural e maquiadora. É cofundadora da Cia do Despejo, onde atuou como cocriadora, atriz, figurinista e maquiadora do espetáculo “Fêmea” e atualmente é dramaturga e produtora do espetáculo “IRETI”.

Formada como atriz pela SP Escola de Teatro, iniciou sua trajetória artística através do Teatro Vocacional nos anos de 2006 a 2011. Atualmente, cursa licenciatura em Artes Cênicas na ECA/USP.

SOBRE CARMEM SOARES – DIREÇÃO DE CENA

Carmem Soares é atriz, diretora, produtora e professora de teatro. Possui Licenciatura e bacharel em Artes Cênicas e Mestrado em Arte Educação com pesquisa em teatro para crianças, cujo público eram estudantes de uma escola estadual no bairro do Grajaú, um dos espaços ocupados com seu Grupo, a II Trupe de Choque, onde atuou por 10 anos.

É idealizadora do Projeto La Fancha – Casa Restaurante e atualmente é integrante da Cia do Despejo, onde dirigiu o espetáculo Fêmea.

SOBRE CAROL ROCHA EWACI – DIREÇÃO DE MOVIMENTO

 É bailarina, mãe do Amon-Rá Ike, artista educadora, coreógrafa e instrutora de Pilates. 

Sua pesquisa é na dança negra. Fez Mestrado em Artes no Progama de Pós-graduação da UNESP em Estéticas e poéticas Cênicas. É fundadora e Dirige o Núcleo Pèrègun de danças contemplada pela 32° Fomento a Dança da cidade de São Paulo onde também é preparadora corporal de danças afrobrasileiras e Pilates. 

Foi professora de Artes da rede pública de 2009 a 2017. Hoje é artista educadora em diversos projetos públicos e de organizações não governamentais nas periferias. É artista na  Capulanas Cia de Arte Negra desde 2010 e  também preparadora fisica de Pilates, diversas vezes contemplada por Fomento ao teatro e outros editais como Proac, Fomento a Periferia e intercâmbio pelo Ministério da Cultura do qual foram a Moçambique em 2012. É docente do curso de pós-graduação em Dança da Faculdade Rio Branco desde 2022. Em 2024, termina a segunda licenciatura em Ed. Física, a certificação internacional Autêntico Pilates Brasil e é diretora de Movimento no espetáculo Ireti da Cia do Despejo.

SOBRE HELENA MENEZES – DIREÇÃO MUSICAL

Helena Menezes é compositora, cantora e instrumentista no meio musical e teatral. Graduada e licenciada em geografia pela Universidade de São Paulo e sonoplasta formada pela SP Escola de Teatro. Assistente de direção musical no espetáculo Kuami-Caminhos para Identidade com o Núcleo Abre Caminhos. Sonoplasta nos espetáculos Okan e Deixa Sambalelê em paz do grupo Xingó e no espetáculo Cavalos Pretos São Imensos. Musicista nos espetáculos Feitiço de Soma com o grupo Rainha Kong e Eu Atlântica do Coletivo Oju-Oju. 

Atualmente, é diretora musical do espetáculo Ireti pela Cia. do Despejo, na qual também foi musicista no espetáculo Fêmea. Atuou como compositora e musicista na companhia Bando_ nos espetáculos Obi e Negrinho do Pastoreio, no espetáculo Sobre as Baleias pela Coletiva Vulva da Vovó, em A Casa dos Homens com o Coletivo 2° Opinião e no do espetáculo de sombras O que te Assombra do Coletivo Rumores. Foi baixista e compositora da banda Pariá, com repertório autoral, formada por mulheres pretas, lésbicas e bissexuais e atualmente dedica-se ao projeto musical autoral Sankofa.

SINOPSE

A narrativa é guiada por uma mãe preta inspirada na personificação de Nanã Buruku. Na história ela aparece como a mulher que pariu e levantou com seus braços o Brasil. País que a pretere, mata seus filhos e lhe relega a ingratidão e as sobras. 

Vislumbrando este mundo onde suas crianças vivem numa realidade cruel de fome, violência e dor, ela deseja a matéria da criação de volta para si, buscando uma maneira de acabar com um mundo desequilibrado. Nana reivindica seus direitos a uma boca que fala e a mãos que tanto curam quanto matam. Ela se assume como a terra aberta, pulsando e se preparando para voltar ao início. 

FICHA TÉCNICA

Direção de produção, dramaturgia e idealização: Ingrid Alecrim

Direção de cena: Carmem Soares

Direção de movimento: Carol Ewaci

Direção musical: Helena Menezes

Música e trilha sonora: Aline Machado

Interpretação (Nana e Iku): Thais Dias

Interpretação (Ori): Aryani Marciano

Interpretação (Ossain e Teorema): Miguel Estevão

Iluminação, cenário, cenotécnica e videomapping: Carolina Gracindo

Concepção de cenário: Carolina Gracindo e Lui Cobra

Montagem e operação de luz e vídeo: André Mutton e Carolina Gracindo

Figurino e costura: Duda Viana e Thais Dias

Confecção de Máscaras: Cleydson Catarina (Teorema, Ikú, Ossain, Nana, Ori) e Ingrid Alecrim (musicista)

Orientação de máscaras: Cleydson Catarina

Orientação de berimbau: Ana Flor de Carvalho

Orientação sobre teatro e orixalidades: Vitor da Trindade

Fotos: Duda Viana

Assessoria de Imprensa: Verônica Domingues e Bruno Motta (Agência Fática)

SERVIÇO

IRETI, da Cia do Despejo
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos

TEATRO MUNICIPAL DE MAUÁ
Data: 17 de maio, às 19h30
Endereço: Rua Gabriel Marques, 353 – Centro – Mauá
Ingresso: gratuito | Retirada na bilheteria 1 hora antes do início do espetáculo

TEATRO ELIS REGINA
Data: 31 de maio, às 19h30
Endereço: Av. João Firmino, 900 – Assunção – São Bernardo do Campo
Ingresso: gratuito | Retirada na bilheteria 1 hora antes do início do espetáculo

CINE THEATRO DE VARIEDADES CARLOS GOMES
Data: 15 de junho, às 19h30
Endereço:  R. Sen. Flaquer, 110 – Centro – Santo André
Ingresso: gratuito | Retirada na bilheteria 1 hora antes do início do espetáculo

Facebook: @ciadodespejo
Instagram: @ciadodespejo

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Programação do aniversário dos 38 anos de Capim Grosso

Entre as atrações estão a Banda Didá e Filhas de Gandhy, além de vários stands que estão montados na Praça com mesas de discussões e apresentações

Da esquerda para a direita: Jorge Vercilo, Tony Garrido, Luiz Caldas, Sandra de Sá e Leandro Borges
Da esquerda para a direita: Jorge Vercilo, Tony Garrido, Luiz Caldas, Sandra de Sá e Leandro Borges

A cidade de Capim Grosso completará 38 anos de emancipação política no próximo dia 09 de maio, para comemorar a data a Prefeitura Municipal programou uma série de eventos e apresentações, começando no dia 06 com a Feira Literária de Capim Grosso, e shows com artistas locais.

Entre as atrações estão a Banda Didá e Filhas de Gandhy, além de vários stands que estão montados na Praça com mesas de discussões e apresentações.

PROGRAMAÇÃO

Programação do dia 06 de maio
Programação do dia 06 de maio

Já no domingo,07, o dia começa com a corrida Otaviano Ferreira, com mais de 350 inscritos. No período da tarde a Prefeitura faz a entrega de várias obras no município, como Cantina Escola, Praça Professora Edineia  Costa no Bairro São Luiz, entre outras, ainda haverá a exposição e oficina com o grande artista Plástico capim-grossense Eduardo Lima e espaços para debates e apresentações na Feira Literária FICG, fechando à noite show de Jorge Vercillo.

Programação do dia 07 de maio
Programação do dia 07 de maio

Na segunda-feira, 08 a exposição do artista plástico Eduardo Lima continua, juntamente com as mesas de debates no espaço da Feira Literária, além disso, o poeta Bráulio Bessa fará uma apresentação à noite e logo após os artistas Luiz Caldas, Tony Garrido e Sandra de Sá fechando a noite de poesia e MPB.

No dia 09 de maio, dia do aniversário a programação será voltada para o público gospel, uma tradição dos últimos anos, artistas locais e o cantor Leandro Borges será atração da noite finalizando assim os festejos de aniversário de Capim Grosso.

Fonte: https://frnoticias.com
Redação FR Notícias

A comemoração dos 38 anos de Capim Grosso, no Instagram

https://www.instagram.com/reel/CsRBmtJJlsh/?igsh=eHBlcjhsZWIxOWk3

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Doutor Hipóteses

Doutor Hipóteses coroa uma trajetória vitoriosa com prêmios em festivais de cinema nos cinco continentes com a chegada do troféu de melhor ator da academia sueca de cinema

Pôster do filme ‘Doctor Hyptothese’

Vicentini Gomez está comemorando mais um prêmio de melhor ator protagonista. O “Swedish Academy of Motion Picture Awards” é um festival de cinema de prestígio e renome internacional com sede em Estocolmo, na Suécia.

Os Prémios da Academia Sueca de Cinema dedicam-se a celebrar a arte do cinema, reunindo cineastas, profissionais da indústria e entusiastas do cinema de todos os cantos do mundo.

E foi neste universo de grandes personalidades e atores de renome, que Vicentini Gomez ganhou mais um prêmio de melhor ator protagonista por sua brilhante atuação no filme Doutor Hipóteses. 

Em um tempo de incertezas por conta da pandemia e um governo negacionista, Doutor Hipóteses, que em breve estará nas telas de cinema de todo o Brasil,  cumpriu uma jornada de resiliência e conquistou o mundo cinematográfico.  

Vicentini Gomes - Foto divulgação
Vicentini Gomes – Foto divulgação

O filme da pandemia”. Um autoproclamado doutor, condenado ao isolamento social, inventou uma clínica com bonecos e com estes começa a se relacionar, num jogo de posse, amor, ódio e sedução.

Realizado na garagem da produtora Palha & Cia, o filme arrebatou louros nos cinco continentes (América, Europa, Ásia, Oceania e África), conquistando  59 prêmios,  em especial o de melhor ator protagonista para Vicentini Gomez, com 25 estatuetas e troféus, e ainda: Melhor filme internacional (11 prêmios); Melhor diretor para Vicentini Gomez (6 prêmios); Melhor roteiro para Vicentini Gomez (6 prêmios); Melhor trilha sonora para Michel Vicentine Martins (2 prêmios); Melhor linguagem narrativa (3 prêmios); Melhor produção para Pedro Paulo Vicentini (2 prêmios); Melhor direção de arte para Claudemir Santana (2 prêmios); Melhor figurino para Madalena Machado (1 prêmio) e 1 prêmio especial.

A crítica pelo mundo:

– Simplesmente único. O seu filme não apenas surpreendeu nosso júri, mas nos mostrou o que procuramos em todo grande cineasta e contador de histórias independente: Um estilo ousado que se aprofunda em tópicos que outros não se atreveriam a tocar. (JASPER LORENZ – Film Haus – Berlim – Alemanha)

– A capacidade criativa do diretor em dialogar consigo mesmo e com seus “convidados” fantoches é impressionante. Uma utopia  para se pensar sobre o “novo” mundo. (Marcelo César – Festival BIMIFF –  RJ – Brasil).

A produção contou ainda com a assessoria de profissionais experientes e premiados, acostumados aos grandes desafios, como: Diaulas Ullysses e Hugo Caserta.

Para dar voz aos 26 bonecos foram convidados: Fabio Saltini, Vanessa Goulart, Kiko Pissolato, Maximiliana Reis, Carla Masumoto, Miriam Palma, Rodrigo Dorado, Calixto de Inhamuns, Marcelo Galdino,  João D´Olyveira, Claudemir Santana,  Cid Pimentel , Veridiana Carvalho, Dan Rosseto, Pedro Paulo Vicentini, Diaulas Ullysses, Matheus Cirilo, Noelle Nataly  e Giulia Maia.

Vicentini atuou em inúmeras novelas, com destaque para: Avenida Brasil (Serjão), Malhação (Dom Cornélio), Cama de Gato (Paolo Bianchi), Cúmplices de um resgate (Giuseppe) Joia Rara (Delegado Cavalcante) e Um só coração (Graça Aranha).

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Premiação do I Concurso de Poesia, Desenho e Pintura

Promovido pelo Movimento Criar Arte, o concurso premiou talentos sorocabanos de poesia, desenho amador e profissional e pintura

Logo do Movimento Criar Arte
Logo do Movimento Criar Arte

O Movimento Criar Arte, projeto literocultural idealizado e coordenado pela escritora Laude Kämpos, tem como objetivo incentivar a criação artística, revelar novos talentos e divulgar a expressão criativa de artistas anônimos, contribuindo para a fomentação da arte brasileira e para a formação de uma sociedade mais justa, reflexiva e inclusiva.

No dia 26 de abril, às 14h, a Biblioteca Municipal de Sorocaba ‘Jorge Guilherme Senger’ foi palco da premiação do I Concurso de Poesia, Desenho Amador, Desenho Profissional e Pintura, promovido pelo Movimento Criar Arte, que visou destacar poetas e artistas sorocabanos.

O I Concurso Cultural-Artístico do Movimento Criar Arte foi lançado em quatro categorias: Poesias, Desenho Amador, Desenho Profissional e Pintura. As três melhores obras de cada categoria receberam prêmio em dinheiro, medalha e certificado.

Com quase uma centena de convidados, o evento contou com a presença da diretora da Biblioteca Municipal, Fabiana Campolim; vereador Ítalo Moreira, acompanhado dos assessores Leandro e Dr. Vamir; o Comandante da Guarda Municipal Benedito da Silva Zanin; Fernando Oliveira, representando o vereador Fernando Dini; Hamilton Vieira, Chanceler da Cultura Nacional, pela FEBACLA; o Quarteto da Vila (Luizinho Qxada, Paulinho Moraes, Osório e Joaõzinho); idosos do Recanto da Sabedoria, e, com a expectativa da premiação, os poetas, desenhistas e artistas que concorreram nesta edição do concurso.

A cerimônia, conduzida pelo jornalista Sergio Diniz da Costa, foi iniciada com a composição da Mesa de Honra, composta pela diretora da Biblioteca Municipal, Fabiana Campolim; o vereador Ítalo Moreira; o representante do vereador Fernando Dini, Fernando Oliveira e o comandante da Guarda Municipal, Benedito da Silva Zanin .

Após a execução do Hino Nacional Brasileiro, a escritora Laude Kämpos, agradecendo a presença de todos, reiterou os objetivos do Movimento Criar Arte e recebeu as seguintes honrarias: Votos de Congratulações, subscrito pelo vereador Fernando Dini, pela criação do Movimento Criar Arte, incentivando a cultura em nossa cidade; Diploma de honra ao mérito, da academia de letras jurídicas do Estado do Espírito Santo e Personalidade Social e Cultural 2024, da Academia Capixaba de Letras e artes de Poetas Trovadores, entregues pelo poeta Araken dos Santos.

Ato contínuo, a organizadora do evento celebrou o concurso, oferecendo medalhas às seguintes personalidades: Ana Maria Reis; Beatriz Carvalho Ledier; Beatriz Leite de Oliveira; Claudia Pereira de Araújo; Claudia Pereira de Araújo; Daniel Felipe de Oliveira da Silva; Darci Zampaulo; Dorval Oliveira da Silva; Fábio Gabriel Martins; Felipe A. Monte; George Alberto Franco; Hamilton Vieira da Silva; Jade Devito Martins; Joceli Aparecida de Oliveira; Juliana Vannucchi; Lygia da Silveira Garcia; Maurício Silva do Amaral; Nilza Galhardo; Sara Luana Santos da Silva e Soraya Balera.

Para o registro fotográfico, foram convidados à frente, os patrocinadores do concurso: Araken dos Santos; Benedito da Silva Zanin; Maria Eugênia F. Moraes; José Luiz Peixoto de Almeida e Roberto Pineda.

O evento contou com a declamação de poemas, por parte de Araken dos Santos, com o poema ‘A Menina da Janela’, e Vânia Moreira, com o poema ‘Vasto Mundo’

Foram convidados à frente os jurados, da categoria Pintura e Desenho: Antony Alexandrer Tomaso Nunes; Edélcio José de Camargo Ipanema e Silvaney Vasconcelo; e da categoria poesia: Vânia Moreira; Lígia Resende de Noronha Goulart e Sergio Diniz.

O público presente foi contemplado com um sorteio de quadros, oferecidos pelas pintoras Soraya Balera; Silvaney Vasconcelos e Edélcio Ipanema.

E coroando o evento, o cerimonial anunciou os Vencedores do I Concurso.

Foi convidado à frente, para anunciar os três vencedores da categoria POESIA, o poeta Araken dos Santos:

Hamilton Vieira da Silva – ‘Mulher, Ignoto Caminho’;
Beatriz Carvalho Ledier – ‘Pintura Abstrata de Mulher em Flor’;
Sara Luana Santos da Silva – ‘São Tantos Nomes’.

Maria Eugênia de Moraes, para anunciar os três vencedores da categoria DESENHO AMADOR:

Daniel Felipe de Oliveira da Silva, ‘O Plantio’*;
Mauricio Silva do Amaral, ‘Malkut’;
Joceli Aparecida de Oliveira, ‘Cidadãos Felizes’.

Obs.: O vencedor do 1º lugar, além do prêmio em dinheiro, medalha e certificado, ganhou um curso gratuito de desenho profissional.

José Luiz Peixoto de Almeida, para anunciar os três vencedores da categoria DESENHO PROFISSIONAL:

Maurício Silva do Amaral – ‘Granfalloon’

Obs.: Pelas regras do concurso, somente os vencedores que estivessem presentes na cerimônia é que receberiam o prêmio.

Comandante Benedito Zanin, para anunciar os três vencedores da categoria PINTURA:

Fábio Gabriel Martins, ‘Gigante pela própria Natureza’;
Ana Maria Reis, ‘Fome’;
Soraya Balera – ‘Fera’

Todos os participantes do concurso receberam *Voto de Congratulações* outorgados pelo vereador Italo Moreira

Fotos

Com os presentes visivelmente emocionados, idosos do lar Recanto da Sabedoria
Com os presentes visivelmente emocionados, idosos do lar Recanto da Sabedoria

Laude Kämpos recebendo Voto de Congratulações concedido pelo vereador Fernando Dini, das mãos do assessor Fernando Oliveira

Homenageada com o Diploma de honra ao Mérito da Academia de Letras Jurídicas do Estado do Espírito Santo e
Personalidade Social e Cultural 2024 da Academia Capixaba de Letras e artes de Poetas Trovadores, das mãos do poeta Araken dos Santos

Jurados do concurso: da direita para a esquerda, Vânia Moreira, Lígia Resende de Noronha Goulart, Edélcio Ipanema e Sergio Diniz, recebendo Certificado de Honra ao Mérito, das mãos de Laude Kämpos

Vencedores do concurso

Categoria Poesia

1º lugar: Hamilton Vieira da Silva

2º lugar: Beatriz Carvalho Ledier

3º lugar: Sara Luana Santos da Silva

Categoria Desenho Amador

1º lugar: Daniel Felipe de Oliveira da Silva

2º lugar: Mauricio Silva do Amaral

Joceli Aparecida de Oliveira

Desenho Profissional

2º lugar: Maurício Silva do Amara

Pintura

1º lugar: Fábio Gabriel Martins

2º lugar: Ana Maria Reis

3º lugar: Soraya Balra

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