Judy Parreño BacaImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/5ec993640b1d749e?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
La Vida
No mé golpeó con una pluma,
no mé golpeó con el viento,
ni con un suspiró que dejó mí corazón dolido,
llorando lágrimas blancas dé aguas,
qué queman encendidas una sonrisa,
qué sé niega a llorar,
porqué ella yá sabe, qué el incendió dé llamas ardiendo
no es el fuego, qué té destroza sentimientos dé aires burlones,
qué ahora ríen, pensando que los latidos dé un amor perdido,
son los caballitos Mailes, que uno a uno sé los llevó él aire.
Pero no saben que ellos eran los latidos
dé un amor verdadero, qué despierta de su sueño,
sabiendo qué nuestro Creador nos regala siempre más luz,
en nuestra ceguera pará ver con más claridad!!!
Y ahora mi ojo izquierdo sonríe,
porque el derecho sonríe iluminando la claridad dé la verdad.
Quando o coração se encontra na ponta do dedo, ao cair de um alpendre — que daria duplos saltos em gatos mais ariscos — eu me joguei no universo.
E foi o dedo que encontrou o ferro da porta do carro.
O quase desmaio veio de dor.
E eu lá queria saber de curativo…
Eu sabia: o coração batia ali, no dedo, na unha que mudava de cor.
Quem usa branco?
Eu queria era roxo neon.
O pisca-alerta do meu dedo agora estava ligado.
Muito mais que meu coração em frangalhos, numa tarde que se reconstruía entre espasmos e silêncio.
E ali, na dor mais simples, me lembrei da minha humanidade.
O que escorria não era só sangue.
Era mistura de lágrimas antigas, de cicatrizes ocultas, de tudo que ainda lateja sem nome.
O dedo, cerrado.
O coração?
Esse… hoje pulsa no corpo inteiro.
Mas uma tarde que chorou como eu chorei, não me para.
Nem o dedo na porta.
Porque eu vivo além das linhas.
Vivo por voar entre os meus ‘eus’.
Karla Dornelas
Karla Dornelas
Karla Dornelas, natural de Caratinga (MG), é escritora e poetisa. Membro da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA e da Academia Brasileira de História e Literatura – ABHL, com projetos literários em desenvolvimento, incluindo a reedição de seu primeiro livro de poesias, ‘Simplesmente Você’.
Ao longo de sua trajetória, foi contemplada com menções honrosas por sua dedicação à arte e à literatura.
Sua escrita nasce do olhar sensível sobre o cotidiano, transformando o mundo em experiências poéticas e afetivas.
Com linguagem marcada pela delicadeza, musicalidade e criação de vocabulário próprio, busca dar voz ao invisível e valorizar o que é essencialmente humano, dedicando-se à construção de uma trajetória literária voltada à arte de tocar e transformar o leitor por meio da palavra.
Ella Dominici: ‘La rencontre de la brume et la brise
(O encontro da névoa com a brisa)
Ella DominiciImagem criada por IA do ChatGPT – https://chatgpt.com/s/m_69987f2861608191ab43275348db148b
Quands me jours seront gris peints par des brumes Mes yeux couverts de bateaux blancs des nates qui nagent sur une tasse au lait Je rencontrerai sur la mèr larmes d’ écumes
Quands mes langues seront fatiguées de saveurs Ma tête angoissée en ayant plus des pleurs L’ espoir de te revoir en rêve s’évanouie Je ferai semblant de te croire,s’épanouit
À me plaire
Quands le soleil de ma croyance soit couché Et presque des ténèbres d’insécurité Me prendront le coeur ,les jambes et le ventre
Vivront encore mes désirs de tes anches branches de mon arbre assoiffés de ton feu.
Le soulagement des mes souvenirs qui souffrent tant Vient par la brise, sont des légères vents qui me soufflent et adoucissent ces moments La brise femelle m’ avalle le cerveau
Me couvre comme un couvercle manteau La pensée te voit ,te désire ,te touche Le vent doux enlève vers le haut l’amoureux vers.
O encontro da névoa com a brisa
Quando meus dias serão cinza pintados por névoas Meus olhos cobertos de barcos brancos natas nadando em um copo de leite Encontrarei lágrimas de espuma no mar
Quando minhas línguas estiverem cansadas de sabores Minha cabeça angustiada sem mais lágrimas
esperança de ver você novamente em um sonho desaparecendo vou fingir que acredito em você, florescer para me agradar
quando o sol da minha crença se pôs quase uma escuridão de insegurança Levará meu coração, pernas e ventre
saberia que mesmo que meus lábios fluam ainda viverei meus desejos de seus juncos galhos da minha árvore sedentos pelo seu fogo.
Alívio das minhas memórias dolorosas vem pela brisa, são ventos leves que me sopram e suavizam esses momentos
brisa feminina engole meu cérebro me cobre como uma capa de casaco pensamento te vê, te deseja, te toca
vento suave sopra o amante para o alto em amorosos versos
Irene da rochaImagem criada por IA do Bing – 09 de setembro de 2025, às 13:11 PM
Molha-me a alma em doce ardor profundo, Beijos guardados, abraços sem ter fim, Transborda em pranto o amor que em mim é o mundo, Corrente intensa que não cabe em mim.
Choro na chuva, em lágrimas me afloro, Sem ter razão que possa aqui falar, É só meu peito que se abre e imploro, Deixando a alma inteira a se entregar.
Nos sonhos busco em ti meu terno abrigo, E em cada instante a vida se traduz, Na boca o beijo mora aqui comigo.
São rios de dor que a face me conduz, Amor imenso que caminha contigo, Chovendo em mim qual lágrima de luz.
Soldado Wandalika Imagem gerada por IA do Bing – 13 de dezembro de 2024 às 2:49 PM
A vida nasce Em casa esquina cruzada Deus ilumina a jornada Busca-se esperança entre véu Que inala a palma de cada ser Entre decidir a trilha junta-se a partida.
É assim que se deu abertura Cantaram as letras nas alturas A arte nasceu suas tempestades Dia de tristeza a lágrimas cinzentas A Lua aplaudiu aquela alma pura Dia de água entre o pumar de vidas.
Soldado Wandalika Imagem gerada por IA do Bing – 5 de dezembro de 2024 às 7:06 PM
A dor escava os sentimentos Fura alma divide os pensamentos Abate corpos e desperta cérebros
Há dor no sorriso Que oculta as lágrimas do peito Os olhos traduzem as palavras de cada momento
Na dor o vazio é patente O coração rasga e sente Caminhamos descontentes
Alma abraçada ao nada Vive os últimos episódios na tela A gente inventa alegria Corrida renhida no âmago da vida
E lá se vão os dias Aqui passam os anos O amor nasce nos instantes Não há como fugir da dor
A dor alcança todos Leva todos e deixa todos
A dor de perder um grande amor A dor das perdas dos ente queridos A dor dos sorrisos tristonhos A dor de ver um familiar se perdendo A dor das eternas lembranças A dor de acreditar nas esperanças!