É assim que a gente vai embora
Poema reflete sobre a finitude e a liberdade da alma, retratando a morte como um ciclo natural de desapego e transição leve para um novo plano de existência.
Poema reflete sobre a finitude e a liberdade da alma, retratando a morte como um ciclo natural de desapego e transição leve para um novo plano de existência.
O poema expresa o desejo profundo de estar junto ao ser amado, unindo o eu lírico à natureza e à intimidade de um amor protegido e silencioso.
Tenho medo do rio, porque o vejo violento, caudaloso, cheio de cachoeiras e correntezas velozes… Mas eu o admiro… pois é lindo, atraente, e transborda vida.
Conto os dias e as horas para te ver. Já reguei o meu jardim. Em breve as primeiras flores vão aparecer e chamar as borboletas. É primavera outra vez…
Não costumo escrever com frequência, mas hoje, isso é inevitável, pois aconteceu algo muito estranho comigo. Cheguei ao meu consultório, cumprimentei minha…
Somos a ponte sobre o rio e a multidão a passar a estibordo do navio. E o porão a naufragar. Somos calor de verão, folhas secas no outono. Somos cada estação…
Ei! Menino! O que tem no fundo dos teus olhos? Será o teu destino, ou será o sol? Menino…
Consegue contar as pedras do caminho, ou as folhas secas caídas…