O corredor que se reescreve
Breve crônica reflexiva que explora a existência e o infinito por meio da metáfora de um corredor sem fim, onde o silêncio e o esquecimento criam a realidade.
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Breve crônica reflexiva que explora a existência e o infinito por meio da metáfora de um corredor sem fim, onde o silêncio e o esquecimento criam a realidade.
Nos anos 90, Copacabana vira palco de causos bizarros no Banco do Brasil. Sérgio, um dos funcionários, que o diga, aguentando Cecília, uma gerente implacável!
Poema visual retrata a transição sutil da noite para o dia. A pintura em tons de verde captura o silêncio da última gota de chuva e a chegada do sol.
O poema expressa uma profunda declaração de amor e esperança, estruturada como uma mensagem poética cheia de simbolismo e romantismo.
A pele absorve a poesia de forma lenta e profunda, tornando-se parte da essência e revelando uma natureza totalmente poética e sensível ao belo.
O eu-lírico da poetisa busca o amado além do mar e do céu em poesia infinita, esperando encontrar-lhe, vencendo, para isso, dragões e obstáculos.
Poema lírico clama pelo resgate da educação clássica e humanizadora de Sócrates e Pitágoras, criticando o declínio atual e prevendo um futuro promissor.