Tan cerca que no me ves
Um eu-lírico caminha melancolicamente por memórias, solidão e dor, sentindo-se um eterno vizinho do mundo em meio a um cenário de frio e nostalgia.
Um eu-lírico caminha melancolicamente por memórias, solidão e dor, sentindo-se um eterno vizinho do mundo em meio a um cenário de frio e nostalgia.
Uma profunda reflexão filosófica que subverte a criação do universo, retratando a existência, o infinito e a busca por sentido como uma burocracia do vazio.
A natureza habita tudo. Pedras guardam hinos, ventos revelam línguas perdidas e algo nos observa. Somos a dobra do espaço entre o que é e o que podemos ser.
O texto aborda a perda de sentido e o vazio existencial. Através de um contrato metafórico, a consciência humana é lentamente dominada pelo nada, que se…
Sorvendo da fonte europeia existencialista, as derivações daquela escola filosófica não passaram ao largo das retratações cinematográficas. Aliás, todas as…