Sem rumo
Sapatos nem sempre são confortáveis. Entendi isto quando experimentei descalçar, caminhar e me molhar. Senti um alívio na alma, na pele, nos dedos. Caminhei…
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Sapatos nem sempre são confortáveis. Entendi isto quando experimentei descalçar, caminhar e me molhar. Senti um alívio na alma, na pele, nos dedos. Caminhei…
No primeiro dia, começou o teatro: cumprimentos e acenos, abraços e beijos, sendo sagas da estupidez em disseminar que a bondade é recíproca, estando em…
Augusto Damas: Poema ‘Mulher formosa’ Mulher formosa bela e cheirosaSua pele delicada qual pétalas de rosasOs seu olhos têm um brilho reluzente Calor ameno, tal qual o Sol nascente Á noite sonhei incrível amorEu e ela, como aves voando livresEsposa carne minha
Poesia viva, sou eu. Poesia é o meu
terceiro nome. Poesia viva, só existe euzinha.
Paulo Siuves: Poema ‘Serenata do cantador’ Em noites de luar, caminho sozinho,Levando no peito um canto calado.A Lua ilumina um destino mesquinho,De quem ama o eco de um tempo passado. Meu coração pulsa em acordes dispersos,Um piano trêmulo sem maestro ou partitura.Cada
Os cabelos vermelhos voando ao vento, acariciando a porta da brasília amarela, anjo partindo corações em fragmentos. Fios voam, na cor vermelha da aquarela…
Desde pequena, sempre fui fascinada por superstição e espiritualidade. Cresci em uma casa onde minha avó falava sobre sinais do universo, energias invisíveis e