Dorilda Almeida: Poema ‘O poder da criação’


A alegria e o sofrimento
Mexem com o poder da criação
O processo criativo
Surge
Da sensibilidade
E da subjetividade
Do ser humano
Para sair deste mundo
Por uns instantes
E liberar uma nova visão
Ampliar os horizontes
Escrever, sonhar e criar
Com coragem e liberdade
Como fizeram Mário de Andrade,
Tarsila do Amaral e tantos outros não aceitos, mas permaneceram.
A arte ela nasce, cresce
E aparece para o mundo
O mundo das formas
Da escrita, da gramática
E da matemática
Ela é pura
É tão misturada, enrolada, agraciada
Não tem cor
Não tem sexo
Só tem forma de amor e de amar
É simplesmente arte!
Dorilda Almeida
- A função do amor - 23 de março de 2026
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Natural de Jacobina (BA), e radicada em Salvador, é escritora, poetisa, psicanalista clínico, filósofa, coordenadora geral do CEDHIA, professora, especialista em Direitos Humanos e Educação. Possui artigo publicado na Revista Neurociências Psicologia. É criadora e coordenadora de projetos sobre Direitos Humanos com alunos adolescentes na Comunidade Escolar de Salvador (BA). Membro Fundadora de várias Academias nacionais e internacionais. Coautora de várias antologias e revistas eletrônicas, como a LiteraLivre e Pragmatha, e na Seleção Especial de Textos Talentos Brasileiros. É detentora de vários títulos, medalhas, prêmios e destaques literários e culturais, dentre os quais o Título de Dra. h. c. em Educação e Direitos Sociais e Humanitários, pela FEBACLA e Consulesa Honorária do Estado da Bahia. É autora do livro Entusiastas Palavras-Conexão Amorosa.


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