Aprender a estar sós sem nos sentirmos sós
No sensível artigo de Osíris Lópes Valdez, descubra a profunda diferença entre escolher a solidão e se sentir abandonado por ela. Leia no Jornal ROL.
No sensível artigo de Osíris Lópes Valdez, descubra a profunda diferença entre escolher a solidão e se sentir abandonado por ela. Leia no Jornal ROL.
Descubra o tocante poema ‘Acolho-me’, de Eliana Hoenho Pereira, que reflete sobre o silêncio da mente, o amor-próprio e o autoconhecimento.
As mandalas convidam a desacelerar em um mundo apressado. Símbolos de equilíbrio, ajudam a resgatar nossa essência e integrar a saúde integral.
Amélia escolhe uma cabana simples para mergulhar no silêncio e na escrita profunda, confrontando sua Sombra para traduzir a existência em verdades líquidas.
A intuição e o terceiro olho unem ciência e espiritualidade. Contudo, o despertar real surge ao compreender emoções e desenvolver a presença interior.
O texto reflete sobre como evitamos nossa essência por medo do silêncio. Somos derrotados pelas partidas que não jogamos, fugindo do autoconhecimento.
O mundo parece escuro e as pessoas ao redor estão sem luz. Mas a reflexão traz a solução: a cura está em lavar a escuridão acumulada dentro de si mesmo.