jul
2026
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180: o grito que não pode calar!
Me sinto frágil e indefesa, às vezes, inerte na incerteza de que alguém vai me ouvir. Mas a realidade é cruel, ninguém quer viver o meu papel.
Me sinto frágil e indefesa, às vezes, inerte na incerteza de que alguém vai me ouvir. Mas a realidade é cruel, ninguém quer viver o meu papel.
O Sol se deitou, acobertado pelo manto rubro do poente… Mas você não viu. Nos jardins, as rosas se abriram, inebriando o ar… Mas você não sentiu. Na rua…
Soltaram as feras. Eis que chega a nova era, onde os omissos se calam, engolem gole a gole a inverdade, sem voz, mas com olhos que desviam. Feras famintas…