Engano
Uma hora ou outra tinha de ceder, me entregar. Dizia a minha amiga Celma que sou covarde no amor. Segui seu conselho e me abri, sem planear. Me joguei…
Uma hora ou outra tinha de ceder, me entregar. Dizia a minha amiga Celma que sou covarde no amor. Segui seu conselho e me abri, sem planear. Me joguei…
Fui ao mar com uma carta nas mãos, e meu coração desatado, desarmado, arranhava a areia com meus dedos curtos e soluços mudos. Corria, dançava, parava a…
Uma vez sonhei que estava andando lentamente numa estrada longa, distante, fria e o meu cadáver andante estava já cansado. Parei, olhei ao redor, sentei e…
Sabias que hoje não preguei o olho a noite toda? Não? Pois não, né? Como ias saber? Como saberias, se não conheces a dor, o medo, a raiva, autossabotagem…
De mim não espere nada; aliás, não espere. Não pense, não sinta alguma coisa. Te peço por favor, eu não tenho nada, e sou tudo. Sou tudo que sobrou de mim…
Chega. Chega de competir, meus pés não aguentam mais de tanto correr, gemer, latir. Estou farta, cansada, magoada. Me sinto mal-amada. Basta! Quero parar de…
Loide Afonso: Poema ‘Vómitos’ O Sol, sempre brilhaPra os grandes e pequenosPretosE brancosAmarelos e vermelhosPutos e kotasAltos e baixosFrescos e secos Aqui, o brilho é o mesmoO céu sempre serenoOs raios, oh! Os raios… Os raios aqui não se partem e nem