Cicatrizes da guerra
Nas manhãs em que o Sol nascia a brilhar, hoje resta só pó e pranto a ocultar; o vento chora uma fria melodia, cantando o fim de uma era de poesia.
Nas manhãs em que o Sol nascia a brilhar, hoje resta só pó e pranto a ocultar; o vento chora uma fria melodia, cantando o fim de uma era de poesia.
Escorei no parapeito da janela de madeira. Olhei a estradinha de terra que sumia na planície seca. O brilho do sol ardente de outubro dava uma impressão de…
O sol nascente na primavera contente! Pássaros cantando. Animais saindo dos seus esconderijos. Jardins floridos e sorrindo em cores reais. Brisa boa.
Já fui semente ao pó desamparada, sem luz, sem água, à terra me entreguei;
na luta agreste, em dor desesperada, ergui-me ao sol, no fogo me encontrei.
Liberdade mente-me. Essa frase contém o abismo e a ironia de quem, ao desejar ser livre, percebe que a promessa da liberdade pode ser uma ilusão sedutora…
Sempre vi o frio como poesia sazonal. Ele chega devagar, no começo do outono, cortante e sussurrante — um frio que as pessoas desprezam, até que percebem
No luar da madrugada, a dançar, segredos se movem em doce compasso. A brisa ao amanhecer faz despertar, promessas sussurram em suave abraço. O Sol desponta…