novembro 05, 2026
Tsukuihama: Crônica por Jacky Man-leuk Yuen
Tudo: As contradições e harmonias da nossa essência
O Rei da Guitarra e o Dono da Caneta
O mundo é mais barato que uma avelã
Margarida amiga
O som do amor
Que dia começaremos a nos tornar neuróticos?
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O leitor participa: Vanessa Queirós Alves, de Curitiba (PR), com o poema 'Tempo'

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“Tempo, tempo de hoje, tempo de ontem,/ tempo de amanhã,/ tempo de alegria, tempo de tristeza,/ tempo de dor, tempo de amor.”

 

Tempo

Tempo, tempo de hoje, tempo de ontem,
tempo de amanhã, 
tempo de alegria, tempo de tristeza,
tempo de dor, tempo de amor.

Tempo, numa fração de tempo,
vejo esse momento, se esvair com o vento
para a vinda
de um novo advento.

Tempo, vivo com intensidade
essa liberdade
que me impulsiona e me retém
nesse constante vai e vem.

Tempo, tempo veio, tempo fica,
tempo foi, 
deixa rastros de sombra e contentos,
angústias e tormentos.

E em meu peito invade a miragem da saudade
mas logo vem
a realidade
e o que me resta?

Vontade
de viver de novo,
agora
e na imensidão do todo.

Mas tempo, por favor passe mais lento,
me dê esse contento,
me permita ficar, 
pois não tenho asas para voar!

Vanessa Queirós Alves – vanessa.a@uninter.com

Sergio Diniz da Costa
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