Maria Beatriz, La Dama Oscura (A Dama Negra), traz ao ROL a paixão ardente, mesclada com a melancolia histórica da ressonante Espanha!

Maria Beatriz Muñoz Ruiz, 48, natural de Granada (Espanha), profissionalmente é formada em Educação Infantil e Psicologia Infantil, com especialização em autismo, pela Universidade de Valência e é graduada pela Universidade de Madri como Assistente Psiquiátrica e Auxiliar de Enfermagem, conciliando a formação acadêmica com o trabalho na indústria da moda para uma grande marca. Também é Gerente de Comunidades, possuindo formação em Marketing Digital.
Na seara literária, é romancista e poetisa, sendo que, quando deseja ir além de sua persona romântica estereotipada, escreve sob o pseudônimo La Dama Oscura (A Dama Negra), um pseudônimo que lhe permitiu revelar um lado até então desconhecido de si mesma aos seus leitores.
Autora de 14 romances e 9 coletâneas de poesia.
É Diretora da revista cultural One Stop, tendo recebido o Prêmio César Vallejo de Excelência nas Artes de 2023 por sua longa e distinta carreira na área.
Colunista internacional de vários jornais e revistas nacionais e internacionais, dentre eles: El Sol de Colombia, El Sol de las Américas (República Dominicana), El Postantillano (Porto Rico), Panamá Poético (Panamá), La Prensa (Nicarágua), NC Latina Magazine (Carolina do Norte, EUA), Plumas Libres, Desde Puebla (México) e Posdata Digital (Argentina).
Maria Beatriz se apresenta aos leitores do ROL com o instigante poema Mariposa de alas azules (Mariposa de asas azuis)
Mariposa de alas azules

às 10:50 PM – https://grok.com/imagine/post/cfa0c187-e116-45ec-97f1-66e4f07eb664
Mariposa de alas azules,
¿no cantas?
Mariposa de alas azules,
¿no nadas?
¿no corres? ¿no saltas?
“Mi canto es mi vuelo,
nado entre las flores
y corro por el viento
sin importar el tiempo.
No envidio cantar,
correr o nadar.
¿Puede la luna envidiar al sol?
¿Pueden los mares enviar al río?
¿Puede un pez envidiar a un tiburón?
Solo la humanidad envidia,
persigue y asesina,
solo la humanidad es inconformista.
Hipócritas, con sombras guardadas
bajo la alfombra”.
Mariposa de alas azules,
¿por qué te sigue tu sombra
si eres tan ligera?
“Confiésalo, no te preocupa mi sombra,
es la tuya la que alto vuela,
es la tuya la que intentas desterrar
y ocultar entre las tinieblas”.
Mariposa de alas azules,
¿no temes que tus delicadas alas
ardan bajo el sol?
“¿Acaso las luciérnagas
no encuentran su camino
en la fría oscuridad?
¿Acaso el girasol no mira de frente al sol?
Mi vuelo es efímero,
delicado y silencioso,
pero mi vuelo llega al cielo
sin ser molestado
por un mundo pantanoso
que muere sin saberlo
y lucha contra molinos de viento
y castillos de naipes sin sustento”
Mariposa de alas azules,
¿Hacia dónde vuelas
si no tienes sendero?
“Pues simplemente vuelo,
tengo libertad para hacerlo.
No me hallo atada
a ningún sendero.
No sufro por equivocar mi vuelo,
ni celebro mis victorias
colocando medallitas en mi pecho.
¿Y vosotros?
¿a quién deseáis impresionar?
Quizás a vuestro ego”.
Mariposa de alas azules,
¿que quedará de ti
cuando el viento te olvide?
“Quedará el paso de un ser
que no pidió nada,
simplemente vivió plenamente
la vida que le había tocado,
una vida en paz y calma.
¿Por qué deseáis vosotros ser eternos?
¿Por el mero reconocimiento,
o por miedo a ser olvidados
y perderos en el tiempo?
¿Me permites un consejo?
No penséis en lo que será,
no deseéis ser eternos,
porque todo se olvida,
todo caduca y pasea por tiempo
como aquella mariposa de alas azules
que revolotea en silencio,
sin ser vista, ni querer serlo.
Maria Beatriz Muñoz Ruiz
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA, e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional e Chanceler da Cultura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Pesquisador em Artes e Literatura; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Imortal Monumento Cultural e Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Prêmio Cidadão de Ouro 2024, concedido por Laude Kämpos. Pelo Movimento Cultivista Brasileiro, o Prêmio Incentivador da Arte e da Cultura,

