Judy Parreño traz aos leitores ROLianos, as letras do Peru, país do antigo inti raymi, o grandioso festival inca em homenagem ao Deus Sol!

Rosa Judy Parreño Baca, 78, natural de Barranco, distrito de Lima, Peru, tem a literatura como DNA familiar, por parte da mãe, e de dois irmãos, que compunham canções.
Sua mãe foi a primeira e grande incentivadora para a Arte da Escrita. Quando menina, animava Judy a escrever, com uma frase que lhe marcou a vida, feita um bordão: “Escreva tudo o que você sente, seja positivo ou negativo; o papel aguenta tudo!”
Judy participa ativamente de grupos de poesia, dentre os quais, o Grupo Internacional de Poesia Virtual para el Mundo.
Sua atividade literária rendeu-lhe dois grandes prêmios internacionais: Premio Universal de Literatura y Poesia Hispanoamericana Ruben Darío, outorgado pela Confederación Mundial de Arte Y Literatura Colombiana Casa Poética Magia y Plumas e Premio a la Excelencia Cultural, outorgado pelo Instituto Cultural Colombiano Casa Poética Magia y Plumas.
Judy Parreño inicia sua colaboração no ROL com o poema Cuando (Quando), uma profunda reflexão existencial sobre a superação da dor, a resiliência e a transformação espiritual.
Cuando

La luz, quiere ocultarse, en la oscuridad,
dé La noche, y làs estrellas reclaman,su espació, la NOCHE sonríe iluminando
un corazón, qué sangra, y sonríe, iluminando sus lágrimas qué deciden no volver a nadar…
Andará en sus arenas , y cada pasó qué
dé, nadie podrá leer sus sentimientos qué lo enterraron, sin su permiso.
Ella no sentirá él Tiempo, ni él día y la noche!!
Sólo sentirá su corazón, qué no le hacé reproches…
Y así seguirá eternamente respirando,
está qué en cualquier momento, sonria y la Vida llorara su partida,
hacia la LUZ dé la VERDADERA VIDA.
Rosa Judy Parreño Baca
Quando
A luz quer se esconder na escuridão,
a noite cai e as estrelas retomam seu espaço, a NOITE sorri, iluminando
um coração que sangra, e sorri, iluminando suas lágrimas que decidem nunca mais nadar…
Caminhará sobre suas areias, e a cada passo que der, ninguém poderá ler os sentimentos que a sepultaram, sem sua permissão.
Não sentirá o Tempo, nem o dia nem a noite!!
Sentirá apenas seu coração, que não guarda rancor…
E assim continuará respirando eternamente,
para que a qualquer momento, sorria e a Vida chore sua partida,
em direção à LUZ da VERDADEIRA VIDA.
Rosa Judy Parreño Baca
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA; Acadêmico Imortal Fundador da Académie Léon-Gontran Damas des Lettres et Arts de la Guyane française; Fundador Imortal del Núcleo de Artes, Ciências e Letras de Assunção|Paraguai e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: as Comendas: Baluarte da Literatura Nacional; Láurea Acadêmica Qualidade Ouro; Chanceler da Cultura Nacional e Ativista da Cultura Nacional ; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Benemérito Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult.; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Grão-Mestre das Artes; Mestre dos Saberes Luso-Brasileiro; pela Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, Grandes Escritores do Brasil.

