Nicanor Filadelfo Pereira: ‘Valorize o seu texto – saiba como:’
A forma como você escreve personifica o seu trabalho, seja em prosa ou em versos. A observação das regras básicas da gramática de nossa língua ajuda o leitor a aquilatar o seu nível intelectual e cultural.
Como usar os advérbios “onde” ou “aonde”?
ACOMPANHE:
Uma das grandes dificuldades que as pessoas encontram ao escrever, ou falar, está no uso dos advérbios onde e aonde — Vejamos:
1. O advérbio de lugar onde deve ser empregado exclusivamente quando se referir a um determinado lugar.
Ex.: Sorocaba é a cidade onde vivo desde 1981. (local específico). (em que).
Nota: O advérbio onde jamais pode ser empregado em substituição de pronomes, tais como: o qual, do qual, pelo qual, no qual.
Ex.: Estávamos num importante diálogo, onde debatíamos sobre as minúcias da gramática. (errado).
O correto seria: Estávamos num importante diálogo, no qual debatíamos sobre as minúcias da gramática. (correto)
2 – Já o advérbio de lugar aonde, somente deve ser empregado quando, na construção da frase, houver o sentido de movimento, de direção.
Ex.: Aonde você vai depois que terminar a aula?
Nota: O termo aonde não pode ser precedido de preposição.
Ex.: Para aonde (errado), a razão é simples: “a” é um prefixo preposicional que indica direção, sinalizando a preposição “para”.
Prof. Nicanor Pereira, é licenciado em Letras, com pós-graduação em didática do ensino superior, atua profissionalmente como revisor de textos. Contatos: nicanorpereira@gmail.com
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA, e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional e Chanceler da Cultura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult. Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Imortal Monumento Cultural e Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Prêmio Cidadão de Ouro 2024, concedido por Laude Kämpos. Pelo Movimento Cultivista Brasileiro, o Prêmio Incentivador da Arte e da Cultura .


