Diário de bordo do ontem
poema navega pela memória e escrita como mares da alma. A caneta rompe o escuro do ontem, achando no presente o porto secreto de nossa essência.
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poema navega pela memória e escrita como mares da alma. A caneta rompe o escuro do ontem, achando no presente o porto secreto de nossa essência.
Crônica reflexiva liga memórias da pandemia e saudade do avô à dor dos incêndios florestais, alertando para a destruição ambiental e a perda de memórias.
Soldados esquecidos sofrem e congelam na guerra, enquanto artistas famosos ganham mais valor e fama que os mutilados e mortos em combate.
O texto propõe uma reflexão sobre solidariedade, convidando o leitor a avaliar sua utilidade ao próximo e trocar críticas por apoio ou voluntariado.
Ismaél Wandalika: Poema ‘A ilusão do mistério’ Tantos ritmos no desfechoO cruzamento da trilha anuncia o espelho que visualiza a penumbraAquele encontro tem saudades pintadas com sorrisos que despediram-se de nós…Oh! eternizou-se a nossa lembrança…O ritmo eleva a reflexãoA morte não é
A inspiração trai o sono e desperta o poeta para a criação. Ele se sacrifica na escrita, eternizando sua alma em papéis alvos como no voo de Ícaro.
Jacky Yuen Man-leuk “O Rabanete Esfriou — Lendo ‘Banquete de Poon Choi‘, de Yip Ying-kit“ O poema “Banquete de Poon Choi” [1], de Yip Ying-kit, tem um enorme valor para uma leitura atenta. Ele não é o primeiro poeta a escrever sobre