‘A Floresta que me Habita’ convida João Camarero, um dos grandes violonistas da MPB atual, para apresentar a cadeia produtiva sustentável do violão

Abertura A Floresta que me Habita
Antes de a música acontecer, existe um show à parte onde o palco principal é a floresta, e os artistas são empreendedores locais da Amazônia. Estamos falando da arte de construir instrumentos musicais a partir de madeiras nativas certificadas FSC, com manejo florestal responsável e desenvolvimento socioambiental.
Esse é o tema do segundo vídeo da campanha ‘A Floresta que me Habita’, criada pelo FSC Brasil como um convite para contemplar a natureza com outros olhos. O objetivo é mostrar para o grande público, consumidores finais, que a floresta está muito mais próxima do que costumamos imaginar e faz parte dos nossos prazeres do dia a dia, como a música.

João Camarero e o violão feito de madeira nativa certificada pela OELA
“Nossa ideia é revelar a potência da economia da floresta e como ela nos proporciona tantas coisas boas na vida. A música é uma das dádivas que recebemos da natureza e é isso que celebramos nesta nova campanha”, afirma Daniela Vilela, diretora executiva do FSC Brasil.
O vídeo é protagonizado por João Camarero, um dos grandes músicos e violonistas da atualidade, que fala sobre a sua conexão com o instrumento e a música. O mini doc inédito também se passa na OELA Brasil – Oficina Escola de Lutheria da Amazônia – onde são fabricados instrumentos de corda certificados pelo FSC. E retrata ainda as operações da Mil Madeiras Preciosas em Itacoatiara, referência em manejo florestal responsável de produtos madeireiros de florestas nativas no Brasil.

Produção de violão com madeira nativa certificada na OELA, em Manaus
O caminho, como se vê, é longo e começa com a gestão responsável e sustentável das florestas e passa pelas oficinas de luthiers (profissionais especializados na construção de instrumentos musicais) até chegar de fato às mãos dos músicos e instrumentistas.
‘A Floresta que me Habita’ lança luz sobre essa jornada que pouca gente conhece e mostra como a madeira da Amazônia pode tomar forma de violão e se transformar em melodia. Conexão com a natureza, saberes ancestrais, empoderamento de comunidades tradicionais e empreendedorismo formam esse caldo de cultura da floresta manejada com responsabilidade e certificada.
“Com essa campanha, unimos todos os elos da produção responsável de produtos florestais e mostramos que a floresta é também sinônimo de arte, música, cultura e bem-estar. Ela está presente em tudo que apreciamos”, afirma Rodrigo Boro, CCO da FLX Comunicação e idealizador da ‘Floresta que me Habita’.
Para acessar a plataforma completa da campanha, clique aqui https://br.fsc.org/br-pt/a-floresta-que-me-habita/a-floresta-que-me-habita

SOBRE O FSC
É uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, que promove o manejo florestal responsável ao redor do mundo desde 1994. Com sede na Alemanha, está presente em mais de 80 países. O FSC é o sistema de certificação florestal de maior credibilidade internacional e o único que incorpora, de forma igualitária, os interesses de grupos sociais, ambientais e econômicos. O selo FSC é encontrado em milhões de produtos de base florestal. Acompanhe o FSC Brasil no Facebook, Instagram, LinkedIn, YouTube e Website.
Ficha técnica ‘A Floresta que me Habita‘
Agência: FLX Comunicação
Anunciante: FSC Brasil
Título: A Floresta Que Me Habita
Produto: Institucional
CCO: Rodrigo Boro
Diretor de Criação: Rodrigo Boro
Produtora: Candela Filmes
Direção / Fotografia / Edição: Marco Rempel
Operadora de Áudio: Isadora Simeão Carneiro
Aprovação: Daniela Vilela, Flávia Ribeiro
Voltar: http://www.jornalrol.com.br
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA, e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional e Chanceler da Cultura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Pesquisador em Artes e Literatura; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Imortal Monumento Cultural e Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Prêmio Cidadão de Ouro 2024, concedido por Laude Kämpos. Pelo Movimento Cultivista Brasileiro, o Prêmio Incentivador da Arte e da Cultura,

