Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Ser criança’


Imagem gerada com IA do Bing – 11 de outubro de 2024 às 11:21 AM
Ser
criança
é
vislumbrar uma vasta planície ressequida
sem verde
sem vida
sem nada
e, com
seu olhar-
cristal,
ver sol
ver chuva
arco-íris
e
beija-flores.
Ser
criança
é
renascer, em cada estação da vida.
(Poema escrito para o livro ‘Fale, criança! Uma proposta de mediação infantil’, de Adriana Rocha Leite e Élcio Mário Pinto – Sorocaba/SP: Scortecci Editora, 2014)
Sergio Diniz da Costa
Contatos com o autor
- FILLF - 20 de junho de 2026
- Da Argélia ao Jornal ROL, Mohamed Rahal - 19 de junho de 2026
- Tempi inquietiil vero scopo del culturale - 18 de junho de 2026
Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA; Acadêmico Imortal Fundador da Académie Léon-Gontran Damas des Lettres et Arts de la Guyane française; Fundador Imortal del Núcleo de Artes, Ciências e Letras de Assunção|Paraguai; membro da Academia Mineiropaulista de Letras, Ciências e Artes – AMILCA e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Dr. h. c. mult. Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes.


Definiu muito bem o que é ser criança, meu nobre amigo. Parabéns!
Um abraço de luz.
Gratíssimo pelo comentário, meu nobilíssimo amigo JAT!