
A arte de ser poeta
Artesão amoroso, de alma inquieta,
Cujos versos vertem emoções curativas.
Sua pá lavra rimas fraternas,
As vírgulas revelam saudades reprimidas.
Nas reticências, busca angústias sinceras
As retinas debandam de leituras simplórias
Nas contingências, mira verdades eternas
Não se ensoberbece por interinas glórias
Nas lágrimas, diluem-se sentimentos vários
Que vivificam telas, matizes e afrescos raros
Nas suas asas, balançam os sonhos mais caros
Seus versos se vêem imersos neste anfiteatro aberto
A vida é musicalidade eloquente a ouvintes despertos
Não tergiversam na dança, em passos suaves e lépidos
Pietro Costa
pietro_costa22@hotmail.com
Clipe audiovisual, com produção de Cláudia Lundgren e voz de Luh Veiga:
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Natural de Brasília (DF), é escritor, poeta e Assessor Jurídico de 2ª Instância do MPU (PGJM). Autor de 11 livros, ganhou projeção internacional com O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária, lançado na London Book Fair 2026, onde recebeu o título Royal Writer of the Year. Seu livro Requintes de Sensibilidade (2025) foi lançado no Salão do Livro de Genebra 2026, ampliando o alcance de sua poesia no cenário europeu. Vencedor do Troféu Clarice Lispector 2024 (SolRidente) e do 1º Concurso Mágico de Oz 2025 (A Matemática da Presença), integrou a delegação brasileira no Festival Internacional de Poesia de Bucareste (2025). Professor de Escrita Criativa, Idealizador e Facilitador do LabVerso: Núcleo de Poéticas Experimentais e Mentoria Literária de Alta Formação, Doutor Honoris Causa Mult., soma mais de 400 participações em coletâneas literárias.


