Poetizo, logo vivo – I
O silêncio ressoa mais gritante que qualquer ruído
O silêncio ressoa mais gritante que qualquer ruído
Pietro Costa: Poema ‘Travessia ludibriante’ Escrever, reescrever, fatal curso,Corações soltos do sótão, a saltar,Tinta etérea, poemas ressaltar,Ponteiros são flagelos no percurso. Diante do espelho, vital recursoÀs metáforas: medos assaltar,Estilhaços ajuntar, no decurso,Recompor-se, sem se sobressaltar. Nessa travessia ludibriante,A ampulheta soa paralisar,Sopra no
Os sonhos sertanejos marcam a ida, laudas de suor, a biografia. O sol no horizonte alumia a lida, há resiliência em sua grafia. Em cada estrofe, um pedaço de…
E no medo esbraseante, olhar cala, o incêndio do tempo a nos derruir, rimas sepultas, a agonia fala, a memória jaz, vazios fruir. A casa mental, medo na…
Campos de flores, jardins decantados, esboços, primor para a natureza, pinceladas e traços requintados despem de modo sutil a beleza. Monet, Renoir…
A vertigem do vazio o acomete. Emaranhados sufocam o grito, Kierkegaard é quem nos remete. Paragens à vista, escolha-conflito. No cerne do ser, o fogo o…
Os anjos trocaram a harpa pelo pandeiro. Ano de 1982, no fatídico 23 de novembro, salve Adoniran, importante músico brasileiro. No samba foi desenvolto…