“Deixa meu verso/ versejar em sua rua,/ deixa o sinal verde/ pra minha poesia/ grafitar amor/ em tua porta,/ deixa minha rima/ envolver-te feito doce invasor…”
DEIXA
Deixa meu verso
versejar em sua rua,
deixa o sinal verde
pra minha poesia
grafitar amor
em tua porta,
deixa minha rima
envolver-te feito doce invasor,
voe livre nas palavras
se tens dor
a letra seja o bálsamo que ameniza
e conforta;
Deixa meu verso
ser teu anjo, estrela
deixa pra la o feio e o perverso
meu poema quer tê-la.
Andrade Jorge – andradejorge2@gmail.com
16/08/2017
- A prensa - 11 de agosto de 2026
- Grandeza Lusófona e Expo-Poemas - 6 de agosto de 2026
- Eu juro que vi! - 6 de agosto de 2026
Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA; Acadêmico Imortal Fundador da Académie Léon-Gontran Damas des Lettres et Arts de la Guyane française; Fundador Imortal del Núcleo de Artes, Ciências e Letras de Assunção|Paraguai e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: as Comendas: Baluarte da Literatura Nacional; Láurea Acadêmica Qualidade Ouro; Chanceler da Cultura Nacional e Ativista da Cultura Nacional ; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Benemérito Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult.; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Grão-Mestre das Artes; Mestre dos Saberes Luso-Brasileiro; pela Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, Grandes Escritores do Brasil.


