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Escolhas

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José Antonio Torres: Crônica ‘Escolhas’

José Antonio Torres
José Antonio Torres
Imagem gerada por IA do Bing04 de fevereiro de 2026
às 08:45 PM

Os amores vêm e vão. Nada parece definitivo.

Alegrias e tristezas repartem momentos.

Felicidade e dor se apresentam constantemente em nossa vida.

Tudo contribui para forjar nossa personalidade.

Não existe o castigo divino como pregam alguns. Nossa vida é consequência dos nossos atos passados e presentes. Desses sim, não conseguiremos nos esquivar.

Há duas forças dentro de nós. Uma que é criadora de boas ações, de grandes feitos e evolução edificante.
A outra é destruidora de emoções, de sonhos. É perversa, vingativa e que, em síntese, destrói, principalmente, quem a alimenta. A escolha de qual irá predominar é nossa. Não procuremos nos fazer de vítimas diante das adversidades, tentando nos eximir de nossos erros, inconsequências ou indolência. A responsabilidade das escolhas é nossa. Por elas responderemos ou nos regozijaremos.

Que tenhamos a sensibilidade de desenvolver e fortalecer dentro de nós a força do bem e do amor.
Que a determinação seja constante em nós. Amemos sempre, independentemente da reciprocidade.
Os maiores beneficiados seremos nós mesmos.

Vamos nos doar, amar sem reservas e procurar criar, ao nosso redor, um ambiente de luz e paz.
Agindo assim, seremos fontes de boas energias. Iremos expandir a nossa luz em uma corrente fraterna que irá contagiar todos os corações que tocarmos.


José Antonio Torres

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32 thoughts on “Escolhas

    1. Parabéns mais uma vez José Antônio, pelo dom que o SENHOR DEUS te deu e que aprimoras a cada obra editada.
      As bençãos do SENHOR JESUS na sua vida.

  1. Como sempre extremamente sensato e coerente e de fácil absorção para o entendimento de qualquer pessoa disposta a entender sua mensagem . Parabéns meu querido amigo por nos presentear como ótimos textos oa quais nós edificam e nos trazem sentimentos agradáveis.

  2. Que texto verdadeiro. Realmente, amores se vão, dores chegam sem aviso, alegrias as vezes parecem durar pouco. Mas é exatamente nesse vaivém que a alma ganha contornos, formas, cicatrizes e se torna única. Gostei muito da forma como você colocou a responsabilidade de volta em nossas mãos, sem culpa pesada: não há carma vingativo vindo do céu, há apenas as sementes que plantamos voltando como fruto. E para muitos pode parecer injusto, mas é aquele ditado: Cada um colhe o que planta.E essa imagem das duas forças internas… ela é tão precisa. A que constrói e a que corrói moram no mesmo endereço só que a diferença está em qual delas a gente alimenta com mais frequência, com mais atenção, com mais tempo. A parte final me tocou especialmente: amar sem esperar recibo, doar sem calcular juros, ser fonte de luz mesmo quando a gente está cansado. Parece simples, mas não é e nem sempre conseguimos viver dessa forma e quem mais ganha, no fim das contas, é quem escolhe amar assim. Que a gente consiga, dia após dia, fazer a escolha mais luminosa, mesmo quando essa for a mais difícil. Sempre procurar ser luz ao invés de trevas ✨🦋

    1. Carol, muito obrigado pelo carinho.
      Você é sempre muito precisa e cirúrgica nos teus comentários. É exatamente assim.
      Um beijo de luz no teu coração.

  3. Esse texto nos faz refletir em como andam as nossas escolhas, pois segundo o chavão espírita: ” O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória”. Parabéns pelo assunto abordado com tanta delicadeza.

    1. Luiz Antonio, muito obrigado pelo carinho.
      O que impressiona, é que ainda hoje, passados tantos séculos, ainda não entendemos isso e continuamos patinando nos erros e nas maldades.
      Um forte abraço de luz.

  4. Uma crônica profunda e sensível sobre responsabilidade pessoal e livre-arbítrio, que nos lembra que cada escolha molda quem somos e que fortalecer o amor e o bem é o caminho mais seguro para a paz interior e coletiva.

  5. Patrick, muito obrigado pelo carinho e apoio.
    Tuas palavras estão perfeitas. Eu apenas acrescentaria que o fortalecimento do amor e do bem, são requisitos primordiais para a nossa evolução espiritual.
    O plantio é opcional, mas, ai da assim, nao importa o tempo que demore, ele terá que ser feito em algum momento. Porém a colheita é obrigatória. Ninguém irá colher os frutos diferentes daqueles que plantou.
    Um forte abraço de luz.

  6. É isso aí mesmo amigo. Concordo plenamente e inclusive esse texto lindo tem muito do Budismo, o que acredito e sigo desde sempre!!Obrigado amigo!!🙏

  7. Parabéns por esta nova dissertação do anseio humano. São nossas divagações constantes da duplicidade dos sentimentos para almejar um equilíbrio. Essa gangorra material e espiritual forja a natureza humana. Grande Abraço.

  8. Pura verdade! Somos verdadeiramente responsáveis por nossos atos e consequências! E a vida segue seu fluxo, independente de como agirmos, mas a energia emanada desses atos determinará a vida de cada um de nós. Parabéns pela bela lição!

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