junho 17, 2026
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Luminoso útero das constelações

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Pietro Costa: Poema ‘Luminoso útero das constelações’

Pietro Costa
Pietro Costa
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Ser de auroras bordadas no tear da eternidade,
Carrega nos olhos luas mansas e febres de claridade.
Pelos Céus foi ungida entre ventos e poesias,
Para sustentar o mundo sem renunciar às fantasias.

Mulher de mãos-rio, que dissolve culpas e temores,
Embala galáxias inteiras no jardim dos seus amores.
No seu sopro de estrelas, a esperança faz morada,
Como se a própria paz fosse por ela amamentada.

Oscila entre relógios, marés e fases partidas,
Mas há vulcões de coragem sob suas mãos feridas.
Equilibra universos em órbitas concomitantes,
Como quem conduz silenciosamente sóis flamejantes.

Doa a própria vida sem cálculo ou vaidade,
Desde o ventre já floresce vestida de generosidade.
Mãe: constelação viva contra a fria brutalidade,
Milagre que Deus semeou para preservar a humanidade.


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