Oito infinito
Toques sutis de língua. Tatuei no teu corpo o número da sorte. Na minha saliva, o sabor do teu gosto, entre vida e morte. Teus lábios em suplício, como a maçã
Toques sutis de língua. Tatuei no teu corpo o número da sorte. Na minha saliva, o sabor do teu gosto, entre vida e morte. Teus lábios em suplício, como a maçã
A linguagem é a minha morada, o universo inteiro na antessala. Não há grades instaladas nas janelas, a moldura dos instantes me encerra. Não sou definível…
Dunhill, Marlboro, Gold Flake, Lucky Strike e Insignia para exibir charme. Com single malt e blends exclusivos, recebia as visitas para ostentar classe…
Pietro Costa: Poema ‘Esfinge’ Inebriado eu me sintoNão pelo teor alcoólicoPropriamente dito É pelo poema sorvidoPela música tocadaPelo arranjo inventadoPela amizade celebradaPelo banquete servidoPela noite enluaradaPelo eclipse avistado Pela estrela iluminadaPelo sorriso revidadoPela lágrima derramadaPor seus olhos famintosEsfíngicosA decifrar minha tara Musa que
No exame minucioso dos clássicos da ciência política, a gestão pública se dá com sobriedade e comedimento, bem assim na vivência das lições do virtuoso…
Se vivemos em uma comédia obscena, ou mesmo em uma tragédia de láureas, entre vaias várias, estrondosas náuseas, qual performance está a roubar a cena?
Dose cavalar a resvalar episódios de loucura. Pinote invulgar e que a toda vista se faz vistoso, meu reverso por certo e minha arguta desventura, por rotas…