Devo escrever algo belo, profundo e maduro, mas minha musa se recusa a ressoar e minha caneta dança entre meus dedos paralisados. Que seja algo belo, dizem…
Branco, o translúcido tecido cobrindo branca, suavíssima pele envolve-lhe suavemente como tênues flocos de neve vestindo paisagem deserta. Ó Musa semidesnuda…
Pietro Costa: Poema ‘Esfinge’ Inebriado eu me sintoNão pelo teor alcoólicoPropriamente dito É pelo poema sorvidoPela música tocadaPelo arranjo inventadoPela amizade celebradaPelo banquete servidoPela noite enluaradaPelo eclipse avistado Pela estrela iluminadaPelo sorriso revidadoPela lágrima derramadaPor seus olhos famintosEsfíngicosA decifrar minha tara Musa que
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