A obra, publicada pela Editora Patuá, traz uma poesia contemporânea, intensa e provocadora, que dialoga com a marginalidade literária e os afetos urbanos


Eu não Sei Rimar, quarta obra do poeta e professor de informática sorocabano Evandro Aranha – que realiza intervenções poéticas na região e lança álbuns poéticos nas plataformas digitais -, será lançado no dia 09 de agosto (sábado), das 19h às 22h, no Ateliê Mancha, localizado na Rua Duque de Caxias, 343 – Vila Leão – Sorocaba/SP.
A programação contará com:
- Venda do livro e sessão de autógrafos
- Mini apresentação do espetáculo ‘Eu Não Sei Rimar’
- Sarau da Mancha (com participações especiais e microfone aberto)
Sinopse
Evandro Aranha, jura que não sabe rimar e, talvez por isso, seus versos cortem tão fundo. Poeta de Sorocaba, escreve desde os 10 anos e já venceu o Prêmio Sorocaba de Literatura com ‘A Poesia Morreu’. Neste novo livro, escancara amores em ruínas lascados, corpos em disputa, silêncios incômodos e ausências que gritam. Sua poesia não pede licença: ocupa ruas, palcos e fones de ouvido, em forma de intervenção ou álbum. Aqui, cada poema é uma afronta ao lugar-comum. Leia por sua conta e risco: você pode sair ferido. Ou inteiro pela primeira vez.
Serviço
Livro: Eu não Sei Rimar
Autor: Evandro Aranha
Editora: Patuá
ISBN: 978-65-281-0141-2
Preço: R$ 60,00
Redes Sociais do autor:
- Pequeña historia de META - 2 de fevereiro de 2026
- II Prêmio Laurel de Literatura - 30 de janeiro de 2026
- Chove chuva, chove sem parar… - 30 de janeiro de 2026
Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA, e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional e Chanceler da Cultura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Pesquisador em Artes e Literatura; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Imortal Monumento Cultural e Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Prêmio Cidadão de Ouro 2024, concedido por Laude Kämpos. Pelo Movimento Cultivista Brasileiro, o Prêmio Incentivador da Arte e da Cultura,

