Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
‘Avanços e recuos’


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Em cada Ano Novo, primeiro dia de janeiro, também se comemora o ‘Dia Mundial da Paz’, porém, nesse mesmo dia, tão insistente e persistentemente invocado, os conflitos, as guerras a destruição maciça de patrimónios mundiais, vidas humanas e da própria natureza, continuam, não há tréguas, nem sequer para, durante esse dia, duplamente importante, os responsáveis pelas situações degradantes a que estão conduzindo a humanidade, pararem para pensar no mal que estão fazendo.
É fundamental, em todo o caso, que se continue a acreditar na boa vontade de quem tem o poder, e deseja melhorar as condições de convivência solidária neste mundo, porque enquanto, fisicamente, por cá permanecermos, tudo deveremos fazer para exercer os mais nobres valores que são próprios da humanidade civilizada: solidariedade, amizade, lealdade, respeito, benevolência, caridade, humildade, gratidão, felicidade, paz e a Graça da Entidade Divina que consideramos ser necessária, independentemente das religiões de cada pessoa.
Neste ano que se inicia, todas as pessoas em geral têm perspetivas de vida, eventualmente, diferentes, ou então, desejam concretizar os projetos que não conseguiram no ano que agora terminou, ou, ainda, concluir uns e iniciar outros, sendo certo que, quaisquer que sejam os desideratos, uma nova esperança nos anima.
O ano que agora terminou (2025), terá proporcionado, a nível mundial, avanços positivos em diversos domínios da vida societária. Várias ciências e tecnologias terão alcançado resultados que vão beneficiar a humanidade, desde logo: na Saúde, Genética, Biologia, muitas outras especialidades médicas, mas também as Arquiteturas, Engenharias, Educação, e, de um modo geral, em toda a investigação científico-tecnológica, entre outras. Mas fica a grande nódoa da invasão da Ucrânia pela Rússia, cuja guerra ainda não terminou, tendo provocado milhões de desalojados, centenas de milhares de feridos, infraestruturas fundamentais, destruídas. Uma catástrofe, como não se via desde a segunda Guerra Mundial. Esta tragédia acompanha-nos na entrada de 2026.
Um novo período se inicia, sob os auspícios de uma promissora era, até porque o mundo está cansado, descrente e inconformado com muitas situações injustas, ilegítimas e até ilegais, que afetam a qualidade de vida e a dignidade individual de cada pessoa, não obstante, praticamente, a maioria dos responsáveis proclamarem um mundo ‘cor-de-rosa’.
Quaisquer que sejam as perspetivas, designadamente, boas; independentemente da esperança que se possa ter neste Novo Ano e seguintes, jamais poderemos ignorar que esta ‘Casa Global’, que habitamos, ela se sustenta em diversos pilares fundamentais, entre os quais, se podem aceitar que: a) Deus é Imenso, Omnipotente e Omnisciente; b) o mundo está cheio de esquinas, numa das quais, nos encontraremos, pelo menos uma vez na nossa existência terrena; c) a vida é composta de altos e baixos e nem sempre estamos por cima; d) o tribunal da nossa consciência nunca falha, ele nos julgará imparcial e, se necessário, implacavelmente; e, finalmente, e) a verdade triunfará, mais tarde ou mais cedo.
Finalmente, de forma totalmente pessoal, sincera e muito sentida, desejo a todas as pessoas que, verdadeiramente, com solidariedade, amizade, lealdade e cumplicidade me têm acompanhado, através dos meus escritos um próspero Ano Novo e que 2026 e muitas dezenas de anos que se seguem, lhes proporcionem o que de melhor possa existir, e que na minha perspetiva são: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, Paz, realizações pessoais, profissionais e sociais e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas, a minha imensa GRATIDÃO.
BIBLIOGRAFIA
PAPA FRANCISCO (2016) Proteger a Criação. Reflexões sobre o Estado do Mundo. 1ª Edição. Tradução Libreria Editrice Vaticana (texto) e Maria do Rosário de Castro Pernas (Introdução e Cronologia), Amadora-Portugal:20/20 Nascente Editora.
Venade/Caminha – Portugal, 2026
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
- Sabedoria prudencial - 10 de fevereiro de 2026
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Natural de Venade, freguesia portuguesa do concelho de Caminha, é Licenciado em Filosofia – Universidade Católica Portuguesa; Mestre em Filosofia Moderna e Contemporânea – Universidade do Minho – Portugal e pela UNICAMP – Brasil; Doutorado em Filosofia Social e Política pela FATECBA; autor de 14 Antologias próprias: 66 Antologias em coedição em Portugal e no Brasil; mais de 1.050 artigos publicados em vários jornais, sites e blogs; vencedor do III Concurso Internacional de Prosa – Prémio ‘Machado de Assis 2015’, Confraria Cultural Brasil – Portugal – Brasil; Prêmio Fernando Pessoa de Honra e Mérito – Literarte – Associação Internacional de Escritores e Artistas do Brasil’ 2016; Vencedor do “PRÊMIO BURITI 2016”; Vencedor do Troféu Literatura – 2017; Cargos: Presidente do NALAP – Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Lisboa;; Condecorações: Agraciado com a ‘Comenda das Ciências da Educação, Letras, Cultura e Meio Ambiente Newsmaker, Brasil’ (2017); Título Honorífico de Embaixador da Paz; Título Nobiliárquico de Comendador, condecorado com a ‘Grande Cruz da Ordem Internacional do Mérito do Descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral’ pela Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística; Doctor Honoris Causa en Literatura” pela Academia Latinoamericana de Literatura Moderna y la Sociedad Académica de Historiadores Latinoamericanos.

