Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Prazeres genuínos’


O perfume é atalcado
profundo e delicado.
Os passos silenciosos
sempre em meio à sorrisos valiosos.
Prazeres genuínos
como de quem ouve o som de um violino ,
Só me demoro n’aquilo que me der prazer
Assim como contemplar o pôr do sol
ao entardecer.
Dialogo com as estrelas
Elas me trazem clareza ,
Às vezes alongamos a prosa por horas.
Liberto-me de casos banais,
Sejam materiais ou sociais
Não abro mão das minhas asas
Mesmo , quando estão costuradas.
Busco por detalhes na simplicidade
E encontro a felicidade.
Eliana Hoenhe Pereira
- Memorial do holocausto em Berlim - 6 de outubro de 2026
- Acolho-me - 25 de agosto de 2026
- Pássaro engaiolado - 25 de junho de 2026
Natural de Nilópolis (RJ), reside em Cruzeiro/SP. Pós-graduada em Psicopedagogia, Terapia familiar. Trabalhou como psicóloga do CEMTE (Centro Educacional Municipal Terapêutico Especializado) Madre Cecília de Taubaté. Atuou como Psicóloga, coordenadora do núcleo ‘Autismo’ e, nesse universo, participou de vários cursos e congressos. Responsável técnica da clínica ‘Performance’; Escritora, poetisa e contista da ALAC (Academia de Letras e Artes de Cruzeiro). Autora dos livros: O peixinho X Editora Scortecci, 1989); Flora por que comigo? e Em paz com o passado. Projeto: Escritoras Revisionistas, representantes do Vale do Paraíba e região nos eventos literários. Tendo participado da Feira de São Bento do Sapucaí, Passa Quatro, Cruzeiro, Cachoeira Paulista e Resende. Defende a Causa no Combate à Violência contra a Mulher. É vice-presidente do CMM (Conselho Municipal dos Direitos da Mulher) Cruzeiro – SP.

