setembro 14, 2026
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Eva

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Humberto Napoleón Varela Robalino

Poema ‘Eva’

Humberto Napoleón Varela Robalino
Humberto Napoleón Varela Robalino
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Cuando la simiente

fue rocío

el rocío llamó a EVA

para amarla

y la amó bajó la sombra del árbol de la vida.

El hilo de que pendía la manzana

fue cortado de un aletazo por la ternura.

Los huesos de EVA

se alargaron

las caderas campanas enormes

repicaron

los senos repletos de miel

endulzaron los labios.

EVA

desde entonces

principio y fin

de la ESPECIE. 


Humberto Napoleón Varela Robalino

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