Diversão
O amor sorrateiro é como um menino faceiro: pula janela, invade quintais, brinca no parque, se faz de tonto, cai e levanta e não tem tombo que chegue.
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O amor sorrateiro é como um menino faceiro: pula janela, invade quintais, brinca no parque, se faz de tonto, cai e levanta e não tem tombo que chegue.
Viajo hoje de volta a minha cidade; quero dizer, a cidade que é tudo, menos minha. Tenho pressa de fazer o check-in. Quero ir, sem chorar de forma muda.
Algo me incomoda profundamente. Não estou confortável neste planeta. Sinto que estou destoando de atitudes e forma de ver as coisas, pessoas e acontecimentos.
Amanhã sei que tudo será ontem, futuro não se vive, mas se inventa em movimentos à liberdade. ela será pequena, do tamanho que minha alma necessita, simples…
À porta da casa havia um caminho cuja beira era a nossa varanda (às vezes cheia de saudades, outras, cheia de ausências); então, passavam homens, passavam…
Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Revisitei o meu passado’ Revisitei o meu passado! Um roteiro inacabado em construção e sem buracos no coração. Naveguei em um mar de lembranças fui até onde o coração alcança. Um ciclo constante, em direção ao horizonte. Às
Amor mitológico. Nunca vivi, mas deve ser épico, com versos românticos. Amor mitológico, quero te conhecer. És um príncipe? Se for, és meu. Dama da Poesia
Dama da Poesia