
Poema de amor
Se te pedirem, meu amor,
Que tu contes a trajetória
Do soberbo navegador,
Se não amas esta memória,
Ah! Não contes, mais, não contes;
Se te indagarem do viajor
Que ultrapassou as mil pontes
A procura do grande amor,
Ah! Não fales, mais, não fales;
Que já sabem os confins do mundo
Que és tu essa flor dos vales
Que busquei com amor profundo.
Se plantaste a flor da sorte
Para esperar a minha volta,
E não crês no amor mais forte
Do que a onda do mar, revolta,
Ah! Não plantes mais, não plantes;
Pois tu sabes que voltarei
Como voltei nos tempos dantes,
Porque em ti sempre estarei.
Fiz-te poemas tão gentis,
Se se do amor duvidarás,
Rasga os versos que te fiz,
E de mim não lembres mais.
Antônio Fernandes do Rêgo
aferego@yahoo.com
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA, e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional e Chanceler da Cultura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Pesquisador em Artes e Literatura; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Imortal Monumento Cultural e Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Prêmio Cidadão de Ouro 2024, concedido por Laude Kämpos. Pelo Movimento Cultivista Brasileiro, o Prêmio Incentivador da Arte e da Cultura,


