agosto 06, 2026
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Antônio Fernandes do Rêgo: 'Mãe'

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Antônio Fernandes do Rêgo

Mãe

Saiba, mamãe que teu dia

É todo dia que existe,

Quero louvar-te em poesia,

Desde o dia que partiste.

 

Mas pra uma mãe se louvar

Todas palavras do mundo

Nunca chegam a igualar

A todo o seu amor profundo.

 

Mãe é o leme e é o fanal

Pra nossa navegação,

Levamos o seu sinal

Na palma de nossa mão.

 

Das vísceras faz coração

Tira o perdão da mágoa,

Qual Moisés de saia em ação,

Que tira da pedra a água.

 

Oásis de amor e paixão,

Do turbilhão tira a calma,

Ventre da humana criação,

Que tece também a alma.

 

Antônio Fernandes do Rêgo

aferego@yahoo.com.br

Sergio Diniz da Costa
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